Nao quero Viver na Ilusao
Tolo é aquele que pensa e não reflete, o pensamento é apenas uma ilusão que hipnotiza e paralisa a vida das pessoas que se esquecem de agir.
Na vida, tudo é uma grande ilusão! Você não tem nada, você não é nada. Somente vive e se alimenta de seus devaneios!
É necessário conhecer o inferno para perceber que o paraíso não passa de uma ilusão.
Até á próxima vida
A perfeição é uma ilusão? Talvez sim, mas a excelência não se dá no início do processo, ela se revela ao final, no tato, na finesse e no zelo que ninguém vê, mas que todos observam. É divino ver o bom se tornar extraordinário.
O amor, talvez, não passe de uma ilusão cuidadosamente construída pelo nosso cérebro — uma fantasia tão envolvente que nos faz acreditar que é eterna. Na verdade, é como um sonho do qual não sabemos quando vamos acordar, mas temos a estranha certeza de que, cedo ou tarde, ele vai chegar ao fim. E ainda assim, mesmo sabendo disso, insistimos em vivê-lo, porque é nesse intervalo de ilusão que encontramos algum sentido.
Sim, eu terminei.
Mas ainda uso a aliança.
Não por ilusão, não por negação.
É só que… tem dias em que sentir perto é tudo o que consigo fazer.
Cada um tem seu próprio jeito de lidar com o fim. Esse é o meu.
Eu terminei um relacionamento
E não, ainda não tirei a aliança.
Não é porque estou esperando ele voltar.
Nem porque me recuso a seguir.
É porque existe um tempo entre o fim e o recomeço.
Um tempo onde o silêncio ainda ecoa o nome do outro.
Onde tirar a aliança parece arrancar mais do que um símbolo.
Cada pessoa lida com o fim de um jeito.
O meu é respeitar o que eu sinto, sem pressa, sem vergonha.
Um dia eu tiro. Mas hoje, ainda não.
Hoje li num post de uma colega: “A favela venceu”.
Mas não, essa frase é uma mentira — uma ilusão fabricada pelo sistema para parecer que todos da favela venceram, quando na verdade a maioria ainda sobrevive.
Na minha humilde sapiência cercada de ignorância, ouso dizer: esse slogan é um engodo — uma falácia vendida para enganar os sábios sem sabedoria da pseudo-academia, que forma, informa e deforma jovens universitários e ex-acadêmicos com sua viseira de cavalo e diplomas vazios de consciência social.
A academia se alimenta de factoides, de narrativas polidas sobre uma universidade plural, inclusiva e democrática — mas é tudo cena. A maior mentira que criaram foi essa tal educação para todos, enquanto seguem impondo provas excludentes, currículos eurocentrados e critérios que invisibilizam quem vem da margem.
A favela só terá vencido quando não for mais favela, quando seus moradores tiverem dignidade garantida: comida na mesa, saneamento básico, educação de verdade, saúde pública eficaz e segurança sem medo.
Até lá, quem vence são os corpos isolados, as exceções que viram manchete.
Mas não — a favela, como coletivo, ainda não venceu. E talvez nem tenha sido feita pra vencer dentro desse jogo viciado.
A ilusão é uma praga que se espalha pelo mundo e não perdoa ninguém. O seu ápice é a tragédia ou a desilusão da existência. Esta última instância, concomitantemente com o desengano, é a própria morte em vida. Ambos são parceiros eternos e quem os vivencia não vislumbra mais a felicidade, pois esta ideia deixa de ser plausível.
Adriribeiro/@adri.poesias
Escher revela o que está e não está de nossa ilusão,
Euclides e a pluralidade unida com precisão,
Schrödinger e a caixa do instante exato da incerteza,
Bach e seu cravo temperado mastiga as mazelas do mundo de rudeza,
Dante muito além da religião do verso,
Claudel esculpe o cinzel do universo,
Amor cientificamente artístico,
Beleza,, ,,
Ahh tem de montão, 🥰🥰
E garanto que não é ilusão 😍😍
Tu tem um corpão 🥰🥰
Maravilhosa tentação 🥰🥰
,Faz o mundo delirar de emoção 😍😍
Com esse seu vozeirão 🥰🥰♥️
Que meche com meu coração 😍❤️❤️
E me enche de paixão 😍😍❤️❤️❤️❤️❤️
O inimigo do conhecimento pode não ser a ignorância, mas sim, a ilusão de pensar que o conhecimento que possui é a verdade.
O que não vês é visto e és
O que não vês é visto e és, ao invés do que não é ilusão. A razão do ladrão é questão, mesmo ao som do discurso de ocasião: eis a invasão do que és no coração de uma bela mulher.
Corre o povo à felicidade: cidades, praças, palácios, votos com devotos. Cada um com a sua luz e cruz. A fidelidade é um abraço curto de maldade. Com mágoa e fé, rumo ao caminho do turismo anormal. Mas a minha ilha é o ponto final.
Malandros e mandriões como estão? A vida é uma maravilha mesmo antes de seres o que és. Imperdoável é não fazer. Colorir as dores satisfaz os sonhos, daquilo que vês. Não dês razão o que não vês.
