Nao Queira Reviver o Passado

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Talvez seja tempo de dar ordens como quem grita ao próprio coração, aquieta-te, acalma-te, porque se agarrar ao perfeccionismo que o prende ao que se passou e não pode mais ser alterado?

Inserida por JairoGomes

O poder do agora depende do quão preparado você está hoje, extraindo as mais valiosas lições e aprendizados que já teve
no passado.

Inserida por FagnerGouveia

Eu estou voltando para o começo
Quantas vezes somos tomados por esse desejo de voltar ao começo, impulsionados pelo desejo de fazer diferente, de fazer dar certo. Quanta ilusão! Mal temos controle sobre nossa mente, quem dirá sobre os fatos externos. Acabamos nos prendendo a um passado (se...) e a um futuro (quando...). A algo que já não existe e a algo que talvez nunca existirá, em uma fuga incessante frente o vazio do agora.

Inserida por EloizaWilhelms

E inunda-me a mente
Esse ser, presente
Matéria de tantas vidas
Que aqui encontro novamente.

Já logro explicar que o coração meu sente
Todo o passado latente
Te vê por inteiro
Incessantemente.

Ah..
Já não tenho paz, alegremente!
Trago a todo momento e novamente
A vontade de viver
E (te) amar intensamente.

Inserida por albertinaelizabeth

Deixar sempre o melhor

Há em muitas cabeças uma noção da vida que é chocantemente pobre, desagradavelmente rasteira, tristemente vazia. Consiste em olhar para a vida de uma forma utilitária, com base numa concepção egoísta e em critérios apenas econômicos: se uma vida não é útil – se não é produtiva, se não proporciona todo o prazer – então não tem razão de ser. Pode eliminar-se, como se elimina um automóvel velho ou sem conserto, um par de sapatos rotos, uma camisola demasiada vezes remendada. Se eu tivesse tomado um atalho, uma rua estreita qualquer, que tipo de pessoa eu teria me tornado? Não sei. Mas gostaria muito de saber. Pelo retrovisor, vejo todas as pessoas que eu poderia ter sido e não fui. A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás; mas só pode ser vivida, olhando-se para frente. Sou um pouco de todos que conheci,um pouco dos lugares que fui, um pouco das saudades que deixei, assim eu aprendi a não me importar o que o passado fez de mim, mas Importar-me com o que farei com esse passado.
Algumas vezes sabemos dentro de nós que devemos fazer qualquer coisa semelhante a plantar uma árvore, mesmo sabendo que nunca comeremos dos seus frutos nem descansaremos à sua sombra. Ou descobrimos que devemos aplicar-nos não tanto ao nosso pequeno problema, mas a reconstruir as ruínas imensas que nos rodeiam. E nunca como então somos tão grandes. E nunca como então estamos tão perto de nós mesmos. Não faças da tua vida um rascunho, pois pode não haver tempo de passar a limpo. A vida não é justa. Mas também aprendi que é possível seguir em frente, não importa quanto pareça impossível. Com o tempo, a dor… diminui. Pode ser que não desapareça completamente, mas depois de um tempo não é massacrante. Cada um carrega no seu coração um pouco do ambiente em que vive. Todos os lugares têm todos os tipos de pessoas: boas e más, egoístas e caridosas, tristes e alegres... Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que por onde passou encontrou amigos, também encontrará aqui, porque, na verdade, a nossa atitude mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual podemos manter controle absoluto. Devemos cultivar sentimentos bons, praticar a caridade e a humildade. Assim, se aproximarão de nós pessoas que agem da mesma forma. Nossa passagem aqui na terra é curta. Devemos deixar sempre o melhor de nós.

Inserida por VilmarBecker

"tempo é constituído por uma nuvem misteriosa
que transcende nosso entendimento, e ficamos sem
perceber a dimensão daquilo que vem e logo se vai
de uma maneira quase que imperceptível, e num piscar de
olhos, torna-se uma nova era. Surge então a incógnita do
passado, os devaneios do presente, e as conjecturas do futuro"

Inserida por JCM

"O fator tempo nos fascina. É assustador. Pois a cada
momento, a cada instante, se torna um passado instantâneo.
Cada segundo que vivemos é um presente que se torna
passado, deixado para trás. E cada segundo deixado para trás
foi um futuro vivido pronto para pertencer ao passado."

Inserida por JCM

Sou um louco sonhador
Que sonha a vida
A Vida que nunca tive
De quem nunca esteve ao meu lado

Nos meus sonhos ela é bela
Em vida apenas uma tela
E quando volto a sonhar;
Sempre a vejo tao linda tao bela

Os amores de hoje em dia
Queria que fosse em meus dias
que dar uma flor era uma poesia de amor
E amar era demonstrar para o mundo
O nosso amor!

Sou um louco sonhador
Que Sonha a vida e a morte;
e com uma certeza
Amar não é questão de sorte
È demonstrar tao forte até os teus últimos dias

Inserida por goncalvesesdras

"Reconhecer a velhice como algo natural da vida é uma grande externação da compreensão dela mesma"

Inserida por JCM

Vasculhar fotos é garimpar lembranças.

Inserida por pedroleao

TUDO MUDA, E NÓS TAMBÉM MUDAMOS!
Existe uma diferença entre a pessoa que éramos, a que somos e a que queremos ser.
Quando olhamos para trás e começamos a refletir sobre os erros e besteiras que já fizemos, a pessoa que éramos e como agíamos diante das circunstâncias chega a ser divertido.
Sim, divertido.. Pois olhamos para nós hoje, e percebemos que mesmo as coisas que nos arrependemos amargamente por termos feito foram grandes aprendizados ( aprendemos como não agir/fazer ) e até mesmo sorrimos disso ao perceber que mudamos, que evoluímos, que somos hoje bem melhores do que fomos naquele tempo..
E aí olhamos para frente, olhamos para quem nós queremos ser, onde queremos chegar e como queremos agir.
Aí os nossos olhos brilham, os suspiros acontecem e a motivação toma conta da gente ao imaginarmos ser como queremos ser!
Quem éramos?
Já foi, hoje é aprendizado, história, diversão, memória.
Quem somos?
É o resultado de tudo que passamos, das lições que aprendemos durante a caminhada.
Somos a soma de nossos erros, acertos, superações, alegrias, tristezas, sorrisos, choros.
Cada erro que cometemos trás consigo uma semente de aprendizado equivalente, ou talvez, de valor imensamente maior.
Quem nós seremos?
Seremos a soma de nossas decisões diárias..
Dos livros que lemos;
Das pessoas que convivemos;
De quem nos espelhamos;
Do uso dos aprendizados;
Da mentalidade que temos e desenvolvemos;
Dos sonhos e metas que almejamos;
Da imagem que temos de nós mesmos no futuro.
E aí, já parou pra pensar? Quem você era? Quem você é? E quem você quer ser no futuro?

Inserida por EricoBRodrigues

Talvez tenhamos que nos refazer a cada nano segundo uma vez que cada presente de imediato torna-se passado sem que tenhamos o controle do fatidico tempo.

Inserida por dalainilton

A saudade é o sinal de quê já fomos felizes. É um sentimento nostálgico, onde vemos o quão bom é viver, o quão boa é a vida.

Inserida por gabrielconsantos

Ao Olhar para Trás

Ao olhar para trás, vejo o quanto de mim ficou
Nas pessoas que encontrei
Nos amigos que fiz por onde passei.

E o quanto de mim deixei nas dores que senti
Nos tombos que levei
Nos amores que amei.


Como posso esquecer tudo aquilo que me fez ser o que sou?
Não quero esquecer
Não quero seguir sem os fragmentos
Que me fizeram viver.

Ao olhar para trás, não deixo de pensar
No quanto dele em mim ficou
No quanto nele de mim ficou
E no que vale a pena deixar.

Sigo adiante, na busca incessante
De me encontrar
Num rosto, num gesto, num olhar

E na recíproca de amar.

Inserida por AgdaMarianne

Quantas são as badaladas que marcam o tempo, a hora exata, o instante preciso de abrir a mão, aceitar o vôo e, permitir que sentimentos já desprovidos de emoção torne-se apenas lembrança nos porões empoeirados passado?

Inserida por ednafrigato

Sinto falta dos velhos tempos onde o pouco era melhor que o nada.

Inserida por jamilFernando

COISA DE MENINA

Quando nasci, minha mãe me deu o nome da minha bisavó, figura feminina da qual todos se orgulhavam.
Mãe, avó e esposa exemplar, bisa Eliza levou um casamento até o fim, como manda os bons costumes do matrimônio “perfeito”: ‘Até que a morte os separou’. Sofreu ameaças, agressões e gritos de um marido agressivo e alcoólatra. Mas, “como deve ser”, nunca cogitou uma separação.
Doce, bondosa, religiosa, mãe de oito filhos. Assim era a mulher que inspirou meu nome.
Já nos primeiros dias de vida, ganhei pulseira de ouro e um par de brincos. Coisa de menina.
Antes mesmo de aprender a falar, já tinha dezenas de bonecas.
Minha mãe gostava de fotografar cada passo meu, e, para isso, contratava um fotógrafo profissional. Trocas de roupa, penteados e vários batons a cada foto.
Tive coleção de Bonecas Barbie, milhares de roupinha, sapatinhos, bijuterias... Tive todas as coisas de menina.
Minha avó me proibiu de brincar na rua o quanto pode. Porque isso não era coisa de menina.
Menina tinha que brincar em casa. Com as amiguinhas. De casinha, comidinha, mamãe e filhinha!

E assim foi. Até meus onze anos.
Foi aos onze que descobri a rua. Foi aos onze que descobri que além das panelinhas, havia um mundo de brincadeiras e diversão!
Foi quando descobri as trilhas de bicicleta, os inúmeros ‘piques’, o jogo de Taco, bolinha de gude e o rolimã.
Foi quando percebi que eu era flamenguista e o que isso de fato significava. Foi quando eu descobri o que era um pênalti e um gol olímpico.

Anos depois, grávida, vi minha vida se encaminhar sem que eu me desse conta. Perdi as rédeas e as coisas aconteceram, simplesmente.
Montei casa, me mudei e voltei a brincar de casinha!
Uma brincadeira que me sufocava a cada dia. Daquelas que dá vontade de guardar tudo numa caixa e não brincar nunca mais. Deixar lá no alto do guarda-roupa, até mofar e ir pro lixo.
Não durou muito. Não havia como durar.
Levou tempo, mas hoje entendo com perfeição. Eu não cabia naquele lugar, naquela vida. Aquela brincadeira já não me servia mais. Eu queria as trilhas e o rolimã!
Separei.
Queria trabalhar em algo que pudesse fazer diferença na vida das pessoas. Estudei, me formei.
Hoje, sou Pedagoga, com dois empregos públicos, e mãe do Arthur, com oito anos.
Nenhum marido.
Não lavo, não passo, não cozinho, não limpo!
Sou um desastre para encontrar coisas, e um maior ainda para manter arrumações.
Esqueço roupa no chão do banheiro, toalha molhada em cima da cama, sapato no meio do caminho! Tomo iniciativa em relacionamentos, pago a conta, pego o telefone, no fim da noite, sou eu quem vou pra casa!
Minha avó tem Alzheimer avançado. Quase não reconhece ninguém. Mas, ao me ver, sempre pergunta: “Quando você vai casar?”
Lido com olhares de lamento de amigas, que torcem para que eu me case,trabalhe menos, tenha mais filhos...
Hoje sei que posso me casar sim, mas que isso não implica em voltar a brincar de casinha. A certeza de que não preciso mais das panelinhas, me traz leveza.

De minha bisa, apenas o nome. Dos ensinamentos da infância, a certeza que posso ser o que eu quiser.

Entre bonecas e rolimãs, futebol e novela, sigo sendo o que sou, sem necessidade de aceitação externa e com a certeza que nada disso me faz menos ‘menina’. Pois coisa de menina é tudo que a menina quiser!

Inserida por lizaalvernaz

Nasci e cresci polis, estudantil me preparei, como classe trabalhei, em sociedade me agrupei e em rede sou a marca do que trilhei

Inserida por jeansestrem

''Mais cedo ou mais tarde a vida vai te ensinar a deixar alguém partir, mas o que você tem que fazer é relembrar do que passaram juntos, guarda a pessoa em seu coração e jamais esquecer dela.
Pensar na sua vida, manter o foco, seguir em frente, levantar a cabeça para tudo sem paradas para chorar, sem paradas para desabafos, mas quem consegue viver assim? A tristeza, a melancolia viram rotina na sua vida e saber que aquela única pessoa poderia mudar isso totalmente, talvez apenas com um sorriso. Mas a única coisa que te resta são os pensamentos, as lembranças e ao meio das lágrimas você se lembra daquela risada boba, daquele abraço apertado, daquele beijo na testa, daquela felicidade e se vê ali, com a mente gritando, coração badalado, com alguma coisa cortante na não, mãos tremulas. O sangue escorre, visão turva, som do coração, pensamentos da vida inteira, será esse o fim? "

Inserida por isabelaleite2001

Considere que é no momento em que os fatos acontecem que melhor julgamos nossos sentimentos em relação as possibilidades de ação que podemos tomar, pois é nesse tempo que estão envolvidas todas as circunstâncias que futuramente não serão lembradas, e, por conseguinte, não levadas em consideração nesse julgamento tardio. Por isso as vezes não entendemos porque agimos de certa forma em determinada situação do passado, e muitas vezes nos arrependemos de tal ato. Portanto é inútil, e um tanto injusto, julgar no presente nossas atitudes do passado. Devemos confiar que naquela situação, devido aquelas circunstâncias, agimos da melhor forma possível.

Inserida por RodrigoQuito