Nao me Pergunte quem sou
"Com tudo,ainda sou aquela menina,precisando sazonar alguns procederes,qual o destino se onerou
de por em meu caminho ,ainda assim, vive em mim uma austeridade de mulher,a qual me faz arrostar qualquer desafio"
As vezes sou machista mas confesso esse é o fato, que o pouco tempo é muito, se estou longe de seus braços! Princesa você é tudo que eu preciso, a minha alegria está contida em seu sorriso, por isso eu te procuro e telefono a toda hora, pra dizer mais uma vez TE AMO como estou dizendo agora...PRA VOCÊ PRETA!
Eu sou
Viveu, ficou
Partiu, mudou
Eu sou,
Eu, eu mesmo e os outros,
Vivemos, partimos e chegamos,
Onde nem imaginamos
Representamos a própria vida
Que vive e se exercita
Na vida de cada um.
Nada Sou… Mas Tudo Sinto!
Sinto cada momento inspirado, triste, alegre… Mas que tudo insiste
Em simplesmente escrever… Sentir e quem sabe esquecer, tudo o que tentei, mas não pude ter
Tudo em um todo, tão diferente do que eu sou, mas tão parecido com o que sinto…
E se digo que esta tudo bem, eu minto
Sonhos que aos poucos se vão…
E se eu dormir sendo um ultimo dia, que seja poesia então
Nada sou, mas tudo sinto
Sinto um sorriso amigo
Sinto daquele abraço vontade
Sinto a inspiração morando comigo
Sinto pra sempre saudade!
Eu sou um tipo raro de ladrão, aquele que rouba sentimentos, e através do mesmo faço-os em canções, soluções. Mas é tão fácil ter a resolução para os sentimentos alheios, já os meus nem se fala...
Sou a voz tímida que sussura ao pé do teu ouvido;
O ruído inquietante de passos de mulher, na lajota do teu corredor;
No silêncio impiedoso de certas noites.
Sou uma garota normal, ruiva, estatura mediana e magra… Que cresci dentro de uma realidade totalmente distinta da que vivo hoje. Nasci e fui criada em uma religião altamente rigorosa em questão de namoro, só podíamos beijar na boca de um rapaz aos 21 anos de idade e se o mesmo fosse de família que tinha algum membro da nossa religião, então obedecendo às regras cultas da igreja, hoje tenho 19 anos, terminei o ensino médio, curso medicina veterinária em faculdade pública, que fica próximo a minha casa, minha casa é uma casa humilde, onde mora apenas eu, meu irmão Tony (Toninho), 20 anos, noivo de Angelia que também é da igreja.
22 de Outubro, um dia aparentemente normal para mim, voltando da faculdade umas 16h52min passo sempre por frente uma favela onde está sempre um rapaz de blusas apropriadas para o ambiente onde ele convive, algo me chamou atenção, é que ele sempre usava o mesmo boné e sempre parado no mesmo local, embaixo de um alpendre próximo ao telefone público, todos os dias, na mesma hora…
25 de Outubro - Estavam voltando para casa, era sexta-feira, estava entusiasmada, pois amanhã não haveria aula e hoje iria para o culto da noite, já que a faculdade comia muito do meu tempo, então iria apenas ao final de semana. Passei por frente à favela de novo, o rapaz estava vindo em minha direção, parou de frente a mim, centímetros de distância do meu rosto estava o dele, me olhou profundamente dentro dos meus olhos e me disse: - Olá meu nome é Gustavo. Apenas respondi com um singelo sorriso entreaberto no canto da boca. Deu-me um beijo no meu rosto e logo se afastou.
Hoje já é domingo, estava enlouquecida, pois queria ir para faculdade para na volta ver o Guga (já até dei apelido carinhoso) - risos
29 de Outubro - Aniversário da minha mãe, caminhando em direção à faculdade, passei por frente à favela, me pus a virar para frente à favela, olhando às vielas que ali se encontravam, marcas de sangue estavam espalhadas em todas elas, parecia que tinha acontecido, um massacre. Quando me virei para continuar o meu caminha diário, vejo Gustavo na minha frente novamente a centímetros de distância, levei um susto, claro. Mas não liguei, pois Guga - risos - chegou perto da minha boca e me olhou dentro dos meus olhos e me disse: Que vontade de ter em meus braços, ruivinha… Novamente sorri entreabertamente e não resistir de um beijo em Gustavo passará o dia ali com ele, nem se quer lembrei-me da comemoração do aniversário da minha mãe, em uma casinha simples que ele alugou para morar ali, percebi que o amor não tem barreiras que ele pode ser encontrado nos locais mais impróprios.
Hoje - Gustavo virou devoto da minha Igreja, casamos, após várias sessões à laser Guga apagou as tatuagens que tinha no seu corpo, meu pai o convidou para morar conosco e o preconceito que a minha família tinha contra os moradores da Favela foi completamente banido pelo o comporto de Guga para com eles no dia que foi apresentado oficialmente como meu noivo. Casamos-nos tenhamos três filhos, onde um deles tem síndrome de down, mas isso não nos abalou e continuamos felizes, até o dia que chegou a falecer , de câncer no fígado , antes de me conhecer ele era Usuário de drogas e viciado em bebido alcoólatra… Infelizmente, mas às lembranças boas e ruins continuaram Onipresente na memória da minha família e dos meus filhos, em pensar, olhava para ele com um olhar de desprezo por que morava ali na favela, meu, qualquer pessoa pode mudar, apenas dê uma chance, mas mostre firmeza e que você acredita na possibilidade da pessoa mudar. Acredite , lute , persevere.
Sou uma poeta 'anônima', com pensamentos vastos.
Talvez um coração amargurado, um amor platônico e com tendencia a ser dependente de folhas, lápis, álcool e cigarros.
Sou eu mesmo sonho.
Meu sorriso é segredo, de guardar do que o medo me prende no enredo e o calar desespero. Doem as marcas das falhas, grito calada, suspiro por nada.
Amor quem me diz? Se sou infeliz! O passado me cobra a dívida alheia, me culpa e me aponta o dedo na cara, me xinga, me humilha, me faz de palhaça.
Nascer ou passar, não sei mais pra que! A vida é madrasta, me cospe o medo, me faz pesadelo. Caminhos sem volta, as trilhas da morte, me dizem tem sorte de estar na história. História de quem? Caminho pra onde? Tem volta chegada? Ou mais gargalhadas? Sorrisos maldosos! Ninguém me responde, todos querem me ouvir, pois grito bem alto: Eu quero sorrir, eu quero entender me deixem andar, me deixem cair, me mostrem os erros, me deixem viver!
Criança tão grande, mulher infantil, tem medo de gente, seu nome é sutil, fraqueza que a mostra o quanto é forte, pra chorar e sorrir sem temer a morte.
Os anos se passam as voltas da vida, os rumos tomados, caminho escolhido, destino ou escolhas, veredas e ventos, quer seja o nome, destino ou estrada, da vida que tratam, a vida relata, são todos os mesmos, em busca do nada.
No fim quem me diz quem vence quem perde, pra que tanta marra, pra que tanta espera, o sopro tem pressa, a vela se apaga, o vento que sopra me mostra a verdade,
Sou tudo sou nada, depende de mim, depende da escolha, do certo do errado.
Sou filha do tempo, sou face do espelho, prevalecer é viver, desistir é dizer: Eu sou o desespero.
Se aqui ainda estou, algo me espera, sendo os galhos do trigo, ou as folhas da flor,
Não importa o espinho, não importa a dor, o caminho eu sigo, seja ele qual for.
As veredas são muitas, os sonhos maiores, o coração grita alto querendo vencer, o corpo desiste, o espírito implora, a alma persiste, viver e viver, não vá ainda embora, não quero morrer!
Eu sou um alguem que chora, por qualquer lembrança de nós dois!
Sensivel demais voce me deixou e agora!
Como ser um só? Minha alma é múltipla, apesar de única. Sou uma fusão de sentimentos e pensamentos, moldando uma alma plural que vive de forma singular.
De agora em diante minha vida vai ser um palco, onde serei a atriz principal, e também sou eu que vou escrever a peça. Agora é como quero, e quando quero.
Sou como uma estrela, as vezes acesa e outras vezes mais apagada... mas sempre tentando encontrar uma constelação em que eu possa me encaixar do jeito que sou..
Sou doente por 'sorrisos', 'risadas' ou 'gargalhadas', serio mesmo. Mas é o jeito como sorri que descreve muito sobre quem você é. Pelo menos comigo funciona assim.
Sobrevivente
Quanta amargura na vida
Minha ingenuidade perdida
Nada mais sou
Nessa vida perdida
De tão triste fatos
Muita coisa a lamentar
A relembrar,
A pensar
Momentos de desespero
Sentimento amargo
Choro contido
Erros cometidos
Falta alegria
Minha paz perdida
Consciência pesada
Atitudes erradas
Seguir no caminho
Não sei se conseguirei
Se cair
Levantarei
Enfim, seguirei
Não desistirei
Força encontrarei
Sobrevivente serei
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