Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra
Há um determinado programa de TV intitulado Escola do Amor que passa aqui na Rede Record, pertencente a Igreja Universal que "ensina" as pessoas a conviverem melhor em seus relacionamentos, namoro também, não sei, não acompanho. O apresentador dividindo o programa com a esposa, chama até os telespectadores de alunos. Mas, essa questão é uma coisa tão estritamente pessoal, tão relativa, no meu entendimento, que é como discutir o sexo dos anjos, como se diz. Não dá pra horizontalizar, generalizar. Parei um pouco quando ia chegado do trabalho para ver um pedaço que já estava passado e eles, o casal mais perfeito do mundo, orientavam uma moça que contava minúcias, particularidades dela com o esposo, escancarava sua vida pessoal pra todo mundo saber, de tal maneira que me causou um certo desconforto, constrangimento e pedia aconselhamento. Eles enrolaram, enrolaram, desconversaram, saíram do assunto, fizeram conjecturas, até supuseram que ela também estivesse errada, enfim, numa exposição desagradável do que não nos diz respeito. Sou mais a sabia, secular e gratuita sabedoria popular que, cautelosamente, diz: "Em briga de marido e mulher não se mete a colher".
Caminhada
Há caminhos à percorrer,
Nessa longa estrada da vida,
Sem o medo lúgubre de perder,
Sempre estarei de cabeça erguida,
Todas as lutas que virão,
Não devem abalar a força interior,
Nem tampouco, contaminar um puro coração,
Somente fazê-lo lutar com mais vigor.
Vigor de um grande guerreiro,
Treinado em árduas batalhas,
Acerta o alvo com um tiro certeiro,
Acostumado com o fio da navalha.
Fio da navalha de um mundo cruel,
Onde impera o medo e o engano,
Às vezes,matamos a sede com o fel,
Mas nos iludimos com algo humano.
Humano na plenitude do ser,
Nesse vasto mundo inocente,
Ilusão, que preferimos esquecer,
Apagar de vez em nossas mentes.
Mentes cansadas e sofridas,
Sempre em busca da pura verdade,
Muitas das vezes,oprimidas,
Pela pressão da sociedade.
Sociedade secreta das ilusões,
Quase sempre cruel e desigual,
Faz rios transbordarem de emoções,
Somente o amor vencerá o mal.
Lourival Alves
Ao encontrar a morte milhares de vezes, cheguei à conclusão de que geralmente há pouco a temer e muito a se preparar.
Nossas vidas precisam ser aprimoradas por intermédio de nossas próprias experiências e quando há sensibilidade aprendemos com as experiências dos outros.
O autoconhecimento é um aliado no processo dessa jornada.
A triste estória de uma menina desaparecida/falecida/morta por negligência, em Portugal, há 13 anos!... e que por tal, talvez fique a fazer parte da nossa história...
A VERDADE da mentira...
Como em mim, sinto pasmo, por tão ver;
A imprensa em meu país, a ver tão mal;
Havido, a uma menina, em fazer tal;
Por quem TODOS sabemos, culpas ter!
Que pena me dá ver a incompetência;
A reinar neste pobre Portugal;
Aonde, sabemos, quem fez tal mal;
Tão visto, na dos CÃES; tão PURA essência!
Apreciai: o tal, do nosso inspector;
Tão dito: na “verdade da mentira”;
Que foi tão rejeitado, por sacanas!...
Que tão parecem em tais, não ter dor;
Dada a mentira, que tanto em tais, gira;
Dada a secura, havida; em suas canas.
Obs. Não comentem nada neste poema, porque as bestas culpadas nele havidas, são PERIGOSAS!!!!!!!
Com um profundo lamentar, por ver tal, [a nossa pobre imprensa] a tais fracos, alimentar/por credibilidade, lhes dar;
Tô' aí há horas, eu vou embora
Hora de me mandar, aqui 'tá devagar
Tava cansado da mesma história
Aqui não 'tá legal, aqui não 'tá pra mim
Não vou mais voltar pra aquele lugar
Não vou mais voltar pra aquele lugar
Não me pergunte, não tenho resposta
Não me procure, não peça que volte
Não resta nada, olhando a estrada
Eu resolvi pensar, em nunca mais voltar
Há coisas que só mesmo por amor se faz; que só vindas do amor se sente. Bendito amor, que segue pelos séculos afora fazendo deste mundo um lugar melhor para se viver. Bendito amor que semeia flores nos lugares mais inóspitos e faz da vida um jardim. Bendito amor, que traz dentro de si a semente da renovação, enche de autruísmo essa atmosfera tão carregada de egoísmo e nos faz sermos a única coisa que, de fato, deveríamos sermos: humanos.
Dores das Primaveras.
Quando criança, há risos.
De doer a barriga, pois há tanta alegria inocente.
Ao crescer, há gargalhadas vazias.
Piadas hilariantes que os armagurados se agarram.
Se agarram tentando ser crianças novamente.
Pois dói.
Não a barriga.
E não de alegria.
Com certeza não mais inocente.
De doer a cabeça, pois há preocupações.
De doer os olhos, pois há lágrimas.
De doer o coração, pois já está cansado de ser magoado, ser quebrado,
ser entregue e devolvido.
Os risos eram dados com prazer
e ouvidos com deleite.
As gargalhadas são dadas com desespero
e ouvidas com terror.
Dói não ser criança.
Quero rir de novo.
O mais belo estado da vida; o amor, é a fonte inesgotável de criar o que há de mais puro, o meu sentimento por você.
Não pela fragilidade que se revela, quando lhe peço para estar comigo.
É pela força do sentimento; aquele que nasce nos pequenos gestos.
Vivo por ele e por ele padecerei.
Com a enorme vontade de ser desejado, da mesma forma que lhe desejo, algo livre e voluntário.
Doação que me deixa mobilizado.
Sim...
Pelo perfume de sua pele, pelo silêncio do seu olhar, pela ternura de seus gestos, pelo carinho de suas palavras, pela luz que você irradia, e pelo lindo mistério de sua alma.
O amor...
Parafraseando a poetisa.
Há dentro de mim mais poesia.
Do que lágrimas a derramar.
Então sigo com meu versejar
Zenilda Ribeiro
"Se eu te amarei para sempre? Sim... e será fácil: de há muito sigo a luz que brilha no fundo dos olhos teus, meu amor!" (Victor de Oliveira Antunes Neto)
