Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra
"Há encontros que são tão fortes, são tão marcantes...
Há pessoas que entram dentro de nós, sem que saibamos como, por onde ou como entraram.
A única certeza que se tem é que não tem mais como tirá-la do nosso coração."
__Roseane Rodrigues___
Independente das dificuldades, sempre há uma saída, a força que nos preenche da sentido nas horas de dificuldade...
Há um rio de poesia
correndo dentro de mim
com versos puros de amor
fluindo quase sem fim.
Oh rio que inunda meu ser,
só não entendo porque
quando me ponho a escrever
só sai gota a gota, assim!
Dentro daquela "casa" havia
Sim e há alguém que você
Procurava ou deixou de procurar,
As suas leves batidas desacreditava
Que poderia ser você, ela estava
Apenas adormecida devido a
Tão cansável espera da sua volta.
Há momentos que parece que perdemos o controle de tudo, nesse momento é que descobrimos, que na verdade, nunca tivemos o controle de nada.
Abaixo do céu há suas escolhas, acima seu triunfo,
ele deu razão a própria vida.
Superou os mistérios alados, entrevados na face,
e a vida que é contínua.
Há uma espécie de arraia
Que os homens gostam dela,
É enfeitada de fiapos,
Tem um dente na titela.
Na hora que vai comer
Se abre que nem moela
E amolece nervo duro
Mais ligeiro que panela.- Zé Da Prata (ALTOS - PI)
Há pessoas comparadas às águas de um lago; outras são como as águas do mar; algumas, como as águas do rio; tantas, igualadas a esgoto.
Mais uma das minhas reflexões.
Você sabe fazer escolhas?
A felicidade é, hoje, e já há algum tempo, um tema bastante visitado, sobre o que, existem inúmeras publicações que procuram, desde definir o que o termo possa significar, até fornecer receitas na linha da autoajuda, obviamente passando por obras produzidas sob a ótica de profissionais das diversas áreas da ciência, assim como por livros de escritores que procuraram resgatar a história de um assunto, o qual, desde os primórdios, ocupou a mente de muitos pensadores, sendo que até de Schopenhauer se encontram estudos a cerca desse tema.
Apesar de sabermos que muitas questões despertam o interesse momentâneo da sociedade, numa espécie de modismo, o assunto felicidade, ao contrário, parece que conquistou espaço na literatura e ganhou a atenção das pessoas e da mídia em geral, assim como de estudiosos do comportamento social e até das entidades governamentais.
Consciente da complexidade de que é revestido esse assunto, não cabe aqui tratar dele de maneira abrangente. Afinal, independentemente da visão que se possa ter da felicidade, não há como não reconhecer que ela está relacionada com muitos fatores sobre os quais podemos ou não ter o controle.
Entre tantas condições de que depende ser ou não feliz, está uma que diz respeito à nossa atitude perante os diversos fatos com que temos que lidar.
A atitude que adotamos frente a uma situação pode produzir resultados que afetam a nossa vida de uma forma positiva ou negativa.
Exceto aquelas ações que são acidentais, aquilo que fazemos é fruto de uma decisão, que pode ser consciente ou inconsciente.
No entanto, quanto mais nos conhecemos, menor é o número de decisões movidas pelo inconsciente, o que significa que nossas decisões podem ser mais coerentes com nossos objetivos à medida que seja menor a influência de fatores inconscientes nas nossas atitudes.
Por essa razão é que, neste texto, o título pergunta se você sabe fazer escolhas.
Para não passarmos imediatamente para as ações individuais, vamos imaginar que as pessoas, ao elegerem um presidente da república, governador, prefeito, presidente da sua agremiação ou o síndico do condomínio, estão escolhendo quem irá ter influência na sua vida.
Em que pese às poucas opções que se têm numa eleição de dirigentes públicos, a escolha que se faz sempre poderá ser a melhor ou a pior. E temos exemplos em todo o mundo, de políticos que ergueram uma nação, assim como daqueles que levaram ao caos o seu país.
Por mais que as circunstâncias possam influir no sucesso ou insucesso de um governante, o que mais pesa no resultado de uma gestão são as qualidades do gestor.
É até plausível pensar que seja possível que uma boa escolha não garanta um bom resultado, mas é bem pouco provável que uma escolha errada o produzirá.
Depois dessas divagações, é hora de encarar a questão da escolha do ponto de vista individual.
Se uma pessoa criativa consegue fazer de um limão azedo uma deliciosa limonada, é também verdade que ela conseguiria fazer algo mais apropriado para o momento se dispusesse dos ingredientes necessários.
Vale dizer que, não obstante a capacidade de cada um, frente às circunstâncias, em geral não se realiza um bom trabalho sem as condições adequadas.
Assim sendo, se escolhermos ver um filme sem ter tido informações suficientes para a escolha, são mínimas as chances de sairmos contentes do cinema. Entretanto, considerando o custo que isso representa, o prejuízo não será grande.
Mas e quanto a escolhas que têm um peso importante na nossa vida, como é o caso, por exemplo, de uma mudança de emprego, um casamento, etc?
Mais do que tentar entender as razões que nos levam a tomar uma decisão, o objetivo, aqui, é levantar essa questão de forma que possa fazer uma reflexão sobre o assunto.
A reflexão a que convido pode ser em relação a decisões tão simples como qual caminho seguir pra chegar a um lugar, como as mais complexas que têm a ver com as escolhas que fazemos em relação a lugares que frequentamos, a amizades que mantemos, a pessoas com quem nos reunimos para dividir as alegrias e as tristezas, ou mesmo para jogar conversa fora.
O que dizer, então, das decisões que norteiam a nossa vida quando decidimos nos casar, tem um filho, aposentar, mudar de residência, de cidade, ou então de país?
O que estará por trás de uma decisão?
Será Intuição, vontade de tentar uma nova coisa, vocação para assumir riscos ou apenas porra-louquice?
Decisões baseadas em dados concretos, fundamentadas em questões objetivas e coerentes com outros planos têm muita chance de produzirem os resultados esperados.
Por outro lado, aquelas baseadas apenas na intuição, levarão a bons ou maus resultados dependendo de quão acertada for a intuição que se teve, visto que, se todas as intuições fossem acertadas, nenhuma empresa fecharia e nenhum casamento acabaria.
Dias atrás, vi uma notícia sobre uma moça que frequentava um presídio para visitar um rapaz que estava recluso, por quem acabou se apaixonando e aguardava que ele fosse libertado para se casarem. Esse não é o único caso dessa natureza.
Longe de qualquer preconceito, pois um presidiário tem o direito de ressocializar-se e é isso que a sociedade espera. No entanto, excluindo-se casos específicos, o que, em geral, leva uma mulher ou um homem a fazer essa escolha?
Entretanto, se esse é um caso que chama a atenção pelo caráter heterodoxo da preferência, outros há que também merecem um exame mais detido das razões que determinam uma escolha.
Não há como deixar de considerar que fazer escolhas é uma habilidade, entre tantas que uma pessoa pode ou não ter.
Sem autoridade para me estender nesse campo do conhecimento, diria que tal habilidade, assim como outras, sofre influência de vários fatores. E, para não incorrer em erros maiores de conceituação, arriscaria classificar esses fatores como sendo, ao menos parcialmente, de caráter psicológico.
Esse atributo psicológico de tomar decisões, não poderíamos dizer que faz parte da inteligência emocional? Quer dizer, não tem nada a ver com a habilidade para a aritmética, com a familiaridade com as línguas, com a vocação para as artes, esportes etc.
Um bom financista tomará boas decisões em temos de investimentos, mas poderá se mostrar um desastre nas escolhas da relação afetiva. Ou seja, se não tomamos decisões certas, em algum campo da vida teremos prejuízo.
Afinal, quais são os pontos de contato da habilidade para a tomada de decisões com a felicidade?
Bem, na medida em que soubermos fazer escolhas alinhadas com os nossos planos e desejos, será mais seguro que alcancemos nossos objetivos e isso nos trará recompensa, mecanismo que nos faz sentir felizes.
Novamente, trazida à tona, a habilidade que se tenha de fazer do limão uma limonada, tem a ver com a capacidade de encontrar a felicidade, mesmo diante de adversidades. A isso se dá o nome de resiliência.
Há fantasias e folclores criados a partir dos textos bíblicos, por motivo de distorções que abrandem uma verdade desconfortável qualquer... Sendo assim tudo fica infantilizado e simplificado, mas não é simples e tão pouco brincadeira tudo isso... Creio que as aparências e conceitos inventados, nos tiram a capacidade de analisar os fatos como verdade, pois já não nos interessa deparar com ela. Isso já roubou a consciência do homem comum, que se esquece de que há sim uma guerra velada entre poderes...
Se há tanto tempo reclamo do Brasil
É porque eu o vi decair
Se há tanto tempo julgo as pessoas
É porque eu já vi o pior delas
Se há tanto tempo escrevo para o público
É porque sei que cada uma das pessoas
Pode tentar ser melhor do que foi hoje
Para levantar denovo
O nosso país corrompido
Há quem diga que és pessoa cheia de defeitos,mas para Deus tu és um anjo de asa quebrada que vai melhorar e voar.
Meu coração precisa entrar em festa
Há muito tempo a solidão me infesta
Sei lá, sei lá
Amor, se mereço sofrer
Sei lá se fiz por merecer
Hoje a alegria quer trocar de bem comigo
E sou capaz de apostar se for preciso
Que nesse papo de amor
Ninguém sai vencedor
Por que trazer pra mesa desamor?
Vem, me dá mais um trago
Deixa amanhã eu pago
Pendure a minha amargura
Hoje ninguém me segura
Quem for falar de tristeza
Não vai sentar nessa mesa
O sol nasce e o dia vem
O sol nasce, e há um dia pra viver
Um dia, com histórias
História, com momentos pra contar
Um novo dia, um horizonte
Um horizonte, pra caminhar
Há quem diga que viveu plenamente. Que aproveitou cada minuto de forma intensa até a última gota de suor e sangue. Mas quando é indagado se alguma vez derramou uma lágrima sequer por amor, titubeia a responder, pois percebe que a vida inteira foi em vão.
Há quem diga que 1 ano é muito tempo. Há ainda também alguém que diga que 1 ano é muito pouco tempo; esse alguém deve ser eu. Um ano é muito pensando nas várias coisas que fizemos juntos. Um ano é muito para todas às horas do dia que eu passava com você. Só que com o tempo a gente fraqueja. O corpo desmorona. E quando ele desmorona, o caixão nos espera. Um ano pode de fato ser muito. Pode de fato ser um longo tempo. Mas quando paro para pensar que, em um ano, eu estava ao teu lado todos os dias, aí um ano é pouco. Um ano ainda é muito para mim que considerava que eu não conseguiria passar um dia sem você. Mas um ano ainda é pouco para o tempo em que você partiu. Eu sei que a ferida nunca irá se curar. Eu sei que um ano é pouco para ela sumir. Mas um ano é bastante para ela se amenizar. O ano passou. Eu parei. O dia em que te vi morto, eu entendi a maior dor que já passei. Em um ano quase nada aqui passou. Digo isso referente as dores. Um ano foi o tempo que estou sem você. Um ano ainda é pouco, porém daqui um tempo, serão mais anos. Mais anos ainda serão poucos, sem você.
O tico-tico vive na gaiola há mais de 20 anos, mas apenas os últimos 15 têm sido de fato um inferno: é que o poleiro caiu. Eis um brasileiro!
