Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra

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E só de ver-te sorrindo eu já estou bem...
Vejo tantas pessoas, mais sem você não há ninguém...
Nunca pensei que sentiria isso antes, parece até pegadinha do destino...
Mais agora vejo, entre todos os meus desejos... Preciso de você comigo.

Inserida por gisellyviana

Saia e enfrente o mundo, no seu facebook não há desafios!

Inserida por CalebeSalviadeSousa

Quando eu perco o meu respeito e consideração por alguém, não há mais o que fazer.

Inserida por anaheat

Velocidade é a bola da vez. Não sei bem se é isso, mas não tenho mais tempo para errar. Há alguns meses, numa mesa-redonda em Belo Horizonte, o professor Eugênio Trivinho (PUC-Santos) falava em "dromoaptidão". Nunca mais me esqueci. Ele fala difícil, a platéia de estudantes de graduação em Comunicação ainda não sabia o que fazer com aquelas palavras. Muita gente riu baixinho, pensou logo no dicionário. "Dromoaptidão" era um conceito que Trivinho desdobrava ali para aquela "galera". E era mais ou menos a aptidão que nós (e os próximos habitantes desta Terra) devemos ter para lidar com a velocidade.

Além do professor de Santos, capítulos de livro trazem pesquisas sobre o tal do "tempo real" e a perseguição de um intervalo cada vez menor entre os fatos, os fatos e as idéias, os fatos e os textos, os fatos e o jornalismo. Uma correria que aparece na vida de todo mundo das mais variadas formas. Gerações que se sucedem e ficam sem o que fazer cada vez mais cedo.

A geração dos meus professores universitários fazia doutorado aos 45-50 anos. A minha geração é de doutores antes dos 30 ou pouquíssimo depois. Inventou-se, para dar conta disso e manter a "linha de corte", o pós-doutorado. E deste se pode ter um, mas é pouco. Há jovens estudiosos com cartelas de dois, três ou quatro, antes dos 40 anos, uns dentro e outros fora do país.

Vou pelo mesmo caminho, mas não sem me perguntar: para quê estou correndo tanto? Onde vou parar? Para quem quero falar o que eu aprendo? Turmas cada vez menores? Poucos indivíduos que querem fazer carreira na ciência? Embora haja vasta comissão de ressentidos que vão mal na profissão ou que apenas repetem a crítica infundada àqueles que fazem da pesquisa a profissão (muitas vezes a vida), é nisso que este país se fia, com o pouco que ele é, para atravessar camadas e camadas de ignorância reverberada até por quem estuda.

Em todas as grandes universidades deste país (não estou falando de faculdades), há equipes grandes de pessoas de variado nível de formação questionando, examinando, estudando e propondo o que se faz do lado de fora daquelas cercas. Em qualquer região do Brasil, pessoas dedicadas ao conhecimento (e não apenas à informação replicada, muitas vezes mal replicada) fazem seminários para ver o que é possível para melhorar isto ou aquilo.

Fico observando aquelas equipes da Engenharia de Materiais. Eles têm de pensar em tudo, no presente e no futuro, e de fato alteram as perspectivas do que acontece dentro de nossas casas. Ou aquela turma de jaleco branco que acaba de passar por ali. São biólogos e vão almoçar. Um pouco mais cedo, estavam discutindo alguma coisa sobre meio ambiente. Os cientistas da Computação estão ali trancados resolvendo o que fazer com a pesquisa de um tal ex-aluno de doutorado que inventou algo muito importante para isto ou aquilo. E a turma da Faculdade de Educação entregou hoje cedo as matrizes que direcionarão o ensino de Matemática nos próximos anos, se os professores deixarem.

E para quê corro tanto? Para ver a banda passar. Para chegar na frente. Para que minha vida aconteça à minha revelia. Para que meu filho tenha um futuro bacana. Para ter grana. Para aprender coisas que pouca gente sabe. Para contribuir. Posso dizer tanta coisa para me justificar, mas prefiro ficar cansada. No final, estaremos todos vizinhos nas mesmas covas. Para quê correr?

Uma moça me contava, há duas semanas, a experiência de morar no exterior. Não em Londres ou em Nova York, mas em Moçambique. Antes disso, fez um estágio no interior da Amazônia e depois concorreu a uma vaga na África. Lá, não tinha quase onde morar. Pegou malária duas vezes. Depois de três anos, resolveu voltar para o Brasil porque ficou grávida. Não fosse isso e teria curtido mais a missão. Dizia ela: "Aprendi muito com esses povos. Lá você dizia ao cara para pensar no futuro, guardar a comida, conservar o peixe e ele dizia: para quê?". Quando ela argumentava: "Para você ter um dia melhor amanhã". O africano dizia: "Mas aí eu posso ter um dia melhor hoje". Caça, pesca, coleta. Isso mesmo, vida de quem está, não será. E se for, melhor.

Ela dizia isso e sugeria a alunos de Letras que concorressem a vagas oferecidas por agências nacionais de fomento para viagens ao exterior. Não para Milão ou para Lisboa, mas para Moçambique ou para qualquer outro canto do mundo onde não haja uma vida, no fundo, muito parecida com esta. Ela dizia isso e refletia: correr para quê?

Não quero viver da coleta. Não sou caçadora e nem estou preparada para o "carpe diem" dos filmes americanos ou dos poemas árcades, mas bem que eu queria um descanso. Não este descanso falso dos finais de semana que começam no sábado à noite. Não a pseudoparada dos que dormem de dia. Ou a noite exausta de quem trabalha sem parar. É isso o que se tem feito. Eu queria o descanso de viver este dia do moçambicano sertanejo. De quem não conhece, simplesmente não sabe o que é, o celular, a televisão, a caixa de e-mails ou a luz elétrica. Impossível.

Faz tempo que a velocidade vem mudando de jeito. Não por conta da internet, que esta é apenas a etapa que nos soa mais fresquinha. Desde o telégrafo, o trem a vapor, o telefone. Desde que a distância pareceu ser relativa. Desde que os burricos que atravessavam montanhas pararam de trabalhar. O tempo vem sendo manipulado. As pessoas vêm delegando suas reflexões e seus desejos a outras. Se gostam ou não, se querem ou não, se são ou não, tanto faz. Terá sido tudo uma imensa onda de práticas meio espontâneas.

Sem ler sobre o assunto, mesmo sem freqüentar aulas de "Análise do Discurso", seja de que linha for, é possível parar para ouvir os ecos de tudo o que se diz. Aqui, neste Digestivo, é possível ler uns textos que ecoam outros; tantos que expressam bonitamente a conversa do boteco, com mais elaboração, é claro; outros tantos que conversam entre si e nem sabem. O que importa é saber o quanto estamos presos a uma rede invisível de sentidos que já vêm meio prontos. Uma teia de relações que já chegam feitas. Uma onda transparente de significados que carrega os ditos e os não-ditos. Sem ter como escapar. Os dizeres estão sempre presos a outros, mesmo que não se saiba se alguém já disse aquilo antes. E principalmente por isso.

Pensar deveria ser a coisa mais importante de tudo. Da vida em família, da escola, da convivência. Saber pensar deveria ser a habilidade mais almejada de todas. Antes de saber envergar roupinha de marca ou saber inglês, antes de conhecer música ou ler Machado de Assis. Antes de ser "do contra" ou de apoiar a "situação". Pensar deveria ser obrigatório. Não sei pensar. Não aprendi direito. Antes que eu consiga (porque eu até tento, há quem nem isso...), vêm logo essas redes de sentidos me carregando. Que antídoto há para isso? Pensar de novo, ler mais, conhecer os textos (falados, inclusive) que já rolaram nesta correnteza e tentar ao menos me localizar. Saber que ecos tem minha voz. Pensar de novo e assistir aos efeitos do que eu disser.

Em 2002 eu tinha um blog. Ele era até conhecido. Fazia resenhas e entrevistas com escritores. Depois me cansei dele. Hoje tenho preguiça dos blogs, assim como de outras coisas e pessoas. Lá no meu blog era assim: eu mal pensava e já havia escrito. Muitas vezes funcionava. Mas isso não tem a menor importância para mim mais. No blog, no site, na mesa de bar, a velocidade eclipsa uma série de coisas mais importantes. Muito do que se escreve é de uma irresponsabilidade exemplar. O Digestivo já foi texto de prova de vestibular várias vezes. Imagine-se o que isso ecoa nas práticas de muitos lugares? Parece bobagem? Não é. Muito do que se toma como verdade é irrefletido, bobo, superficial, reelaborado, tolo, restrito, mas se quem escreve só faz escrever sem pensar, imagine-se o que fazem os que apenas lêem, e lêem mal?

A velocidade com que as coisas podem ser feitas e ditas tem trazido à luz o que deveria ficar guardado em tonéis de carvalho. Há produtos da cultura que jamais, esteja a tecnologia como estiver, sairão dos barris antes do tempo. Ainda bem.

Inserida por Scutasu

Quando tudo se vai, quando não há a quem recorrer, quando os limites se tornarem distantes, lembre-se antes de qualquer coisa que as impossibilidades são para quem desiste da luta. Permita-se lutar. Permita-se levantar a cada tombo. Permita-se vencer. Por que a vitória não é aquela em que o cavaleiro destrói os seus oponentes com sua espada e sim quando ele usa da sabedoria para vencê-los sem mesmo erguê-la.

Inserida por CosmeHenrique

Não há diferença
entre o beijo de uma negra e uma loira
Não há diferença
entre a inteligência de um negro e um branco
Não há diferença
entre o policial branco e o loiro
Não há diferença
entre o parto da negra e o parto da loira
Não há diferença
entre o dinheiro do branco e do negro
há diferença entre o pensamento do negro e o pensamento do branco
O branco acredita que para sempre estará no poder
O negro acredita que as coisas precisam mudar
Eu também.

Inserida por PoetaDantas

O que há no hospital?
-Só terminar essa aqui, aí posso ir?
-Não sei Clarisse, acho que não...
-Não, mas meu plantão já acabou..
- Ah não, sim, sim pode ir, quando terminar com a paciente.
-Ok, falta pouco. Quando terminar vou encaminha-lá para o quarto.
- Sim, sim, faça isso.
Clarisse agora trabalha com a maior concentração possível, a cirurgia é complicada, precisa retirar o câncer da mama da paciente. Enfim passam-se horas é ela termina,já é escuro, ele encaminha a paciente para o quarto, e volta para sala. Estranho cadê os meus colegas, não estão mais aqui, como que deixam toda a bagunça para eu arrumar. Mas tudo bem, vou terminar é ir para casa.Pensou Clarisse. Ao fim do último esforço ela percebe que a luz se apagou, e escuta passos pelo corredor do hospital.
-Gente, que brincadeira é essa eu não tenho tempo para isso.
Não ouve resposta, mas Clarisse tem certeza que é uma brincadeira.
-ok, se vocês continuar tudo bem, tenho que ir, já são mais de 1o horas, vou tomar uma café para pegar O trânsito. Quando quiserem para com isso me avisem, tá?
Mas as luzes das salas começaram a se apagar uma a uma, ela corre em direção a luz pois fica muito escuro.
-Não gente agora é sério essa brincadeira está passando dos limites.
Ela sabia que não havia brincadeira alguma.Estava sozinha no hospital. O som de muitos passos começou a ecoar como se muitas pessoas estivessem passando, muito forte chegava até dá dor de cabeça. Saltos, tênis's, tamancos sapatos pisando, forte. E esse som incomodava a cabeça de Clarisse são machados em sua cabeça a cada pé. Preciso levantar, aiiiiiiiiiiiii, mas essa dor é insuportável!.
Clarisse andava caindo, se apoiando no que podia.E agora, agora são essas vozes que não cessam. Deixou-se cair pois não tinha forças.
-Eu tenho que levantar! Eu vou levantar! E vocês, calem a boca! Parem de falar! Parem! Parem!
Ela gritava. E em meio a fúria e o medo obteve forças para se levantar e incrivelmente chegou ate a garagem. Os barulhos cessaram.
-Meu Deus que alívio! O que é isso? Tenho de ir embora.
Então pegou a chave, que estava na sua bolsa. Porém ela ouviu:
-Vai embora querida? Nada disso vai ficar aqui comigo.
-Eduardo? Mas, mas, mas, mas como? Você ta morto! Ela diz no espanto e ele retruca:
-E por culpa de quem,eim? culpa sua! Agora é a minha vingança!
-Não, eu só estava do seu lado não tenho culpa se...
-Cale-se! Você não impediu nada! Não impediu que aquele ônibus me acertasse, não puxou não tentou me salvar. Ainda dizia que me amava. Agora, querida Clarisse você VAI SOFRER O QUE EU SOFRI.
Ele estavam em um lugar onde o mar não era aguá e sim fogo.
-Não, Não, o que você vai fazer comigo? Eduardo não faz isso, você nunca faria isso.
- Acontece que a morte me mergulhou nas escuridão, em um má escuridão. Agora só penso em você, em te fazer sofrer.
Eduardo joga Clarisse dentro daquele fogo. E seu corpo queima tudo parece arder uma dor incontrolável. O fogo a possuía por completo,é ela não tinha como gritar, Eduardo a impedia. E quando ela pensou que iria morrer,estava ali em pé sem nenhuma queimadura ilesa, mas ainda podia sentir a terrível dor, seu corpo estava em chamas.
-Que tal um choque térmico agora? Eduardo ria com o prazer em ver a dor dela.
Agora ela estava em uma aguá muito gelada, que a queimava, é choque térmico a deixou sem movimentos. Ele nem a impediu de gritar.
-Eu não aguento mais! Não aguento! Me tira daqui, te imploro! Para com isso.
Ele para com a sessão de tortura. Eles estão de volta ao hospital, ele quer a ouvir para sentir o prazer da humilhação dela.
- Quer se vingar, então mate, e me leve contigo! El grita desesperada procurando um jeito dele parar. Não importa quem em faça sofrer só não quero que seja você!
-Acho que não! Você precisa pagar! Lembra que eu admirava muito seus olhos castanhos? Agora eu quero eles para min.
-Não, não não.
Clarisse fechou os olhos e abriu, estava em outro realidade estava no seu quarto, com Eduardo seu marido.
- Meu amor o que foi?
Ela estava assustava e gritava: Sai, sai daqui sai de perto de min!
Eduardo se aproxima, e abraça.
-Calma amor, seja o que for, só foi um sonho.

Inserida por ErikaRebeca

Sempre há uma lembrança
Sempre há um recomeço
Só não há dor sem tristeza
Nem vida sem esperança.

Inserida por nessikoepsel

Há pessoas que tem os olhos perfeitos, mais o cérebro está cego. Essas pessoas não aguentam ouvir qualquer opinião sobre suas vidas. Coitados ... Erram em ser assim.

Inserida por bianccaalvees

Noa becos não vejo saídas,meu filme já terminou,não há cura para minha ferida e o meu sol não quer mais se por.há pedras em meu caminhos que insistem em me atrapalhar,apagou se a luz no fim do túnel mas tenho que insistir e acreditar!!!

Inserida por EdenilldoCampos

Não há nada que se possa fazer contra o tempo.
Este passa, independente do que se faça.

Inserida por sthefanysentiu

Olhar em direção ao espaço e dizer que não há vida lá fora, para mim é a mesma coisa que respirarmos todos os dias e dizermos que não há oxigênio.

Inserida por rstrater

Os momentos felizes não há como buscá-los, eles acontecem por acaso.

Inserida por BASIL

Eu vou embora pra campina
Vou ver minha menina
Faz tempo que não há vejo
Desejo teu beijo
Teu cheiro me alucina

Inserida por emilianopordeus

As mudanças veem, então encare-as, pois não há para onde fugir...

Inserida por EAndrey

Não há como olhar a vida e nada ver. A dor, outrora embuída no mais intrépido sentimento, um dia se aflora como a alva manhã de dias tão ensolarados.

Inserida por Tatianyaraujo

Há momentos em que só desejo uma presença amiga a ouvir-me pacientemente, alguém que não trate as minhas tristezas como coisas banais. Porque chega um momento que a gente desaba, sente sem forças pra lutar, pra passar por cima do que tenta nos destruir. Ai vem aquela tristeza do nada. Do nada?! Será mesmo?! Depois de tanto ser forte, tanto fingir "to nem ai", tanto insistir "vai dar tudo certo", tanto ser "de boa", e as coisas continuarem indo contra mim, será que a tristeza ainda vem do nada?! Há momentos em que só quero uma mão no ombro, um abraço bem apertado, ou mesmo estar ali, quietinho, sem dizer nada. Acho que mereço fraquejar um pouco, descansar, ir dormir chorando ao invés de fingir um "to bem".

Inserida por josianinha

Há várias coisas que eu gostaria de ter dito, mas me calei para não machucar outras pessoas.

Inserida por y-olo

Não espere o tempo passar para que o perdão seja dito, para que o amor prevaleça. Não há arrependimento maior que o de não ter feito algo que lhe faria bem e ao próximo também. Não espere eu escrever, não espere eu ligar, não espere eu fazer um sinal de fumaça dizendo que quero. As vezes vale mais um "oi" que um texto e um abraço nunca dado.

Inserida por PatyBraz

A dor é inevitavel, mas é um sinal que ainda há vida... se não houver dor é sinal que a vida acabou! Vivemos em um mundo o qual ja nascemos sofrendo, mas depende de nos superar todos obstaculos para nos tornamos vitoriosos!

Inserida por FagnerAdalgiso