Nao Gosto do que Vejo
Quando eu te conheci não pude imaginar que te amaria tanto assim, e hoje vejo que é impossível não te amar... você me faz o garoto mais feliz do mundo, me faz riir, as vezes chorar :o , faz com que eu me sinta especial, me faz ficar bravo, me faz ficar alegre, me faz sentir ciúmes... E é por isso que mesmo, chorando, bravo e com muitoo ciúmes eu te amo muito... A única coisa que preciso é que você acredite muito nesse amor, minha anja ; é tudo q eu te peço.... Pois esse amor é tudo o que eu tenho na viida, é o que de mais valor existe em mim, e é nesse amor que eu encontro forças para continuar a viver, forças para sorrir e ser feliz! E não tem como descrever o quanto você é importante pra mim e nem o quanto eu preciso de você, a cada dia do meu lado!
Não é sem freqüência que, à tarde, chegando à janela, eu vejo um casalzinho de brotos que vem namorar sobre a pequenina ponte de balaustrada branca que há no parque. Ela é uma menina de uns 13 anos, o corpo elástico metido nuns blue jeans e num suéter folgadão, os cabelos puxados para trás num rabinho-de-cavalo que está sempre a balançar para todos os lados; ele, um garoto de, no máximo, 16, esguio, com pastas de cabelo a lhe tombar sobre a testa e um ar de quem descobriu a fórmula da vida. Uma coisa eu lhes asseguro: eles são lindos, e ficam montados, um em frente ao outro, no corrimão da colunata, os joelhos a se tocarem, os rostos a se buscarem a todo momento para pequenos segredos, pequenos carinhos, pequenos beijos. São, na sua extrema juventude, a coisa mais antiga que há no parque, incluindo velhas árvores que por ali espapaçam sua verde sombra; e as momices e brincadeiras que se fazem dariam para escrever todo um tratado sobre a arqueologia do amor, pois têm uma tal ancestralidade que nunca se há de saber a quantos milênios remontam.
Eu os observo por um minuto apenas para não perturbar-lhes os jogos de mão e misteriosos brinquedos mímicos com que se entretêm, pois suspeito de que sabem de tudo o que se passa à sua volta. Às vezes, para descansar da posição, encaixam-se os pescoços e repousam os rostos um sobre o ombro do outro, como dois cavalinhos carinhosos, e eu vejo então os olhos da menina percorrerem vagarosamente as coisas em torno, numa aceitação dos homens, das coisas e da natureza, enquanto os do rapaz mantêm-se fixos, como a perscrutar desígnios. Depois voltam à posição inicial e se olham nos olhos, e ela afasta com a mão os cabelos de sobre a fronte do namorado, para vê-lo melhor e sente-se que eles se amam e dão suspiros de cortar o coração. De repente o menino parte para uma brutalidade qualquer, torce-lhe o pulso até ela dizer-lhe o que ele quer ouvir, e ela agarra-o pelos cabelos, e termina tudo, quando não há passantes, num longo e meticuloso beijo.
Que será, pergunto-me eu em vão, dessas duas crianças que tão cedo começam a praticar os ritos do amor? Prosseguirão se amando, ou de súbito, na sua jovem incontinência, procurarão o contato de outras bocas, de outras mãos, de outros ombros? Quem sabe se amanhã quando eu chegar à janela, não verei um rapazinho moreno em lugar do louro ou uma menina com a cabeleira solta em lugar dessa com os cabelos presos?
E se prosseguirem se amando, pergunto-me novamente em vão, será que um dia se casarão e serão felizes? Quando, satisfeita a sua jovem sexualidade, se olharem nos olhos, será que correrão um para o outro e se darão um grande abraço de ternura? Ou será que se desviarão o olhar, para pensar cada um consigo mesmo que ele não era exatamente aquilo que ela pensava e ela era menos bonita ou inteligente do que ele a tinha imaginado?
É um tal milagre encontrar, nesse infinito labirinto de desenganos amorosos, o ser verdadeiramente amado... Esqueço o casalzinho no parque para perder-me por um momento na observação triste, mas fria, desse estranho baile de desencontros, em que freqüentemente aquela que devia ser daquele acaba por bailar com outro porque o esperado nunca chega; e este, no entanto, passou por ela sem que ela o soubesse, suas mãos sem querer se tocaram, eles olharam-se nos olhos por um instante e não se reconheceram.
E é então que esqueço de tudo e vou olhar nos olhos de minha bem-amada como se nunca a tivesse visto antes. É ela, Deus do céu, é ela! Como a encontrei, não sei. Como chegou até aqui, não vi. Mas é ela, eu sei que é ela porque há um rastro de luz quando ela passa; e quando ela me abre os braços eu me crucifico neles banhado em lágrimas de ternura; e sei que mataria friamente quem quer que lhe causasse dano; e gostaria que morrêssemos juntos e fôssemos enterrados de mãos dadas, e nossos olhos indecomponíveis ficassem para sempre abertos mirando muito além das estrelas.
A grandeza do seu belo amor,
Vejo nos seus atos pequenos...
Não lhe falta ternura, oh flor!
Quando lhe encontro, ao menos.
Calo-me diante da confusão
Desses sentimentos perversos
Não vejo nenhuma emoção
Neste coração desconexo
Não vejo problemas com os nãos.
Planejo, sonho, faço tudo o que posso
e o que não posso, às vezes... também
Se no fim é não e não sim,
deito e durmo. Acordo e digo amém.
Agora, os talvez me matam.
Quando eles surgem, o coração bate apressado,
eu me esforço pra achar que já é um não,
tento fugir pra qualquer lado,
mas... está lá um talvez só me dizendo: você pode estar enganado.
E eles me perseguem, não me deixam em paz,
chegam e se instalam...andam comigo, lado a lado.
E quando eu paro... ficam parados.
Não é a fé que move montanhas,
há coisas que são talvez, talvez e talvez,
talvez não possam ser mudadas,
são como são... nem sim, nem não.
Senti sua Falta!
Hoje um dia tão frio, quase não vejo sol!
Senti sua falta, como senti a falta do sol.
O dia me pareceu longo e sombrio.
Por causa de sua ausência, não te vi.
Procurei sua presença no tempo e nada
me aquecia, e nem me acalentava!
Só encontro calor e alegria
quando te vejo direto do meu lado!
Por favor meu amor, não me deixe só!
Sinto tantas saudades, que estou sozinha!
Sua presença me faz feliz, você é minha magia!
Seu olhar e seu sorriso me contagia
você me transborda de alegria!
Meu querido e eterno amor!
Que dia solitário, e a noite vem logo,
sua ausência parece eterna, não vejo a
hora de te ver, quero está perto de você!
Que saudades! Que dia solitário!
Que dia demorado, que dia triste!
Volte meu amor ,de onde estiver!
Mais volte para mim!
Sabe que não aguento nem mais um minuto
longe do meu querido amor!
O que será que você está fazendo neste momento?
Será que pensas em mim?
Será que lembra de nos dois?
Eu queria está em seu pensamento!
Quero está em seu coração!
Quero está entre seus braços!
Não pare de me amar, porque
o amor que sentimos é verdadeiro
e eu quero senti-lo sem terminar!( Ada)
O Poeta é um fingidor!
( Explicação: Professora Patrícia )
(...) Com tanta gente no mundo... justo eu, não é justo. Não me vejo mais com você, mas te vejo em todo lugar. Não sei diferenciar quando é alucinação minha ou quando é você na esquina. (...)
Retornei a minha fortaleza
Na escuridão do meu quarto tem muita beleza
Não vejo nada, mas aqui tem tudo
Na escuridão eu desenho um novo mundo
Te vejo passar por mim e minha maior vontade é te puxar pra perto. Mas não olho. Nem você. Fingimos que não sabemos da existência um do outro. Porém, mesmo sem olhar, conto teus passos e quase posso sentir tua respiração. O silêncio entre a gente é gritante. Me pergunto o que houve de errado. Eu sei, eu sempre botei a culpa em você, mas nunca foi somente sua culpa. Eu errei demais também, e agora é tão tarde pra me desculpar. Mas, em que momento chegamos nisso? Digo, de você passar e eu nem sequer poder chamar por você e falar casualmente. Éramos tudo antigamente. Hoje não podemos mais olhar um para o outro. E eu sinto um aperto enorme no coração só de imaginar você seguindo em frente. Eu sei, eu sei, você já seguiu, e eu também, mas é duro imaginar. Minha vontade é de gritar “Sabe a blusa que ele ta usando? Ele usa o tempo todo porque uma vez eu a elogiei. Sabe o cabelo? Eu impliquei com o corte estranho que ele fazia até ele cortar assim. Sabe essa piada? Fui eu que contei. Eu era a primeira pessoa da lista de contato dele, e você não o conhece. Não como eu conheço. Não sabe as manias e não vai aprender a lidar com os defeitos dele como eu lidei.” Que raiva. Às vezes me dá uma vontade louca de te ligar e voltar no tempo só por alguns instantes. Só pra saber se você se cuida sem mim. Só pra você me contar do seu dia e eu brigar com você na parte que você fala de alguma garota loira e legal. Eu sinto falta de nós dois, só pra constar. Sinto falta do tempo que eu te ligava de madrugada pra chorar e fazer drama, e você sempre me fazia sorrir. E eu acho que nós poderíamos ter dado certo, se quiséssemos […] Deixo a máscara cair e me permito olhar pra você só um pouquinho. Você me olha também. E o nó na garganta só aumenta. Quase dois segundos depois, a gente se recompõe e volta a tentar ignorar a presença um do outro, descruzando o olhar. E eu, mentalmente, torcendo pra que um dia possa descruzar minha vida da sua também.
Quando te vejo penso que não poderia ser mais perfeito. Seu olhar, seu abraço, cada toque. Me faz sentir mais sua, me faz perceber que es parte de mim.
Hoje vejo lagrimas escorrendo em minha face.
Já não sei, se choro porque sou fraco, ou choro, porque cansei de ser forte.
''O tempo não tem sido meu amigo, ele suje toda manhã
e me atropela,
ai vejo que sou um segundo diante dele,
muito pouco para vida..
minhas dores são invisível diante dos olhos do mundo'',
A maior alegria não é quando tenho as palavras saindo de mim. E sim, quando as vejo absorvidas na vida de outras pessoas, passando a integrar a suas existências.
Onde,
estão seu olhos,
que eu não os vejo?
Onde estão também os meus?
Eles se perderam,
na escuridão de nós dois.
Máscaras caídas…
pintadas,
tristes e
desiludidas.
Sonhos desfeitos.
Carnaval,
uma esperança de alegria.
Espera e recomeço!
