Nao Existe o Belo e o Feio
Tanto amor que existe
Não caberia em um poema
Talvez seja por isso
Que o poeta tema
Escrever aquilo que não diria
O que faria
E quantas vidas daria
Por aquela menina
Que o poeta trouxe ao Mundo
E amparou desde o primeiro dia
Não há poema que diga
Da saudade e da alegria
De brincar de formiguinha
na barriga
Fazer dormir
E olhar enquanto dormia
Sentindo desespero
Por não poder espantar
O pesadelo
Ensinar as primeiras letrinhas
E ver desabrochando
aquela flor
Aquela doce mulherzinha
Desespero e pesadelo
Em saber
Que um dia há de partir
Carregando a bagagem
Que eu próprio lhe dei
E levando
As lições que eu ensinei
Meu amor
Por que cresceste tão depressa?
E hoje já que quase
Nem mais precisa de mim
Mas vou te amar pra sempre
Mesmo assim
Pois aqui no coração
Ainda és todo dia
Aquela pequena menina
A minha doce Marina.
Não existe amor
Mas existem outras formas
de aliviar os dissabores
Não existe sinceridade
Mas existem mil maneiras
de a gente tentar, então, crêr
de que realmente existem verdades
Não existem verdades
Mas existem muitas maneiras
de manterem-te por perto
para quando houver
necessidades verdadeiras
Não existe nada
além de interesses
Mas você não pode passar
a vida inteira
pensando nisso
O Mundo te decepciona
E então não haveria
Como viver num lugar desses
Existe sim a esperança
de que todas estas coisas
Um dia venham
A existir realmente
Nos corações e nas Mentes
Enquanto isso
Deus está lá em cima
Ouvindo orações mentirosas
De tanta gente
Que mente sinceramente
Não posso responder
Se existe felicidade
Não sei ao certo distinguir
As coisas ilusórias
Das mais profundas verdades
Assim como você não saberá
E também não te cabe
Nem nunca caberá
Julgar aquilo que se pode definir
Como Glória
Daquilo
Que deve permanecer
Sob os tapetes da sua sala
Não sei responder se existem Glórias
Não sei definir se existe amor
Lealdade, sabor ou saudade
Mas sei te responder
Que existe em mim a vontade
De ver existirem
Todas essas coisas
As quais ninguém vê
E sei também definir
Que é preciso apenas desejar
Para que elas possam
Existir
Em sua realidade
Alegre seu coração esqueça os motivos que te deixaram triste faz de conta que eles não existem as estrelas brilham em noite escuras encontrem sua felicidade sem fazer loucuras.
" O que você era antes de ser?
-Nada.
Nada não existe.
O que existe é o TUDO.
Hoje apenas somos humanos...
E a sensação de incompletude."
Existe coisas na vida que não vale apena arriscar.
Porque se der errado, não conseguimos
Contornarmos os destroços.
Cada novo dia é um recomeço efêmero para quem ama.
Porque no amor não existe exatas...
Somente indefinidos
_____Leonice Santos
Não existe 'desesperança', proponho que sempre somos esperançosos. O que ocorre é: A) uma diminuição da esperança, de que realizará temas bons, B) na depressão grave imaginar que morrerá e deixará de sofrer, C) numa depressão se cuida indo no médico e psicólogo. Em todas elas terá o sentido de ganho, ou seja, há esperança.
Qual o Melhor Psicólogo? como saber identificar?
Isso não existe! É desejável que o psicoterapeuta tenha dedicação a você, empatia, afinidades, bom humor, boa troca, interpretações que façam sentido e reconheça o que você tem de bom. Boa sorte na sua procura.
... E quando encontramos o amor, não existe nada que te faça mais feliz do que viver momentos inesquecíveis com quem sempre estará ao seu lado para lembrá-los.
É possível encontrar em alguém os desvirtuados hábitos baseados em um sentimento que não existe, denominado ‘hipocrisia’. Vários são os sentimentos desvirtuados e preconceituosos mascarados pela compaixão em relação àquele que não pratica religião. O prejulgar é um ato repentino presente em cada um, uma amostra do ridículo difundido e cultivado desde os ancestrais para dar contrários àqueles que não são crentes pelo sistema religioso. Aqueles que não praticam religião prejulgam menos do que aqueles que os praticam. Assim como cristo que não existe para alguns sistemas, acontece o mesmo com o Buda que por fim não existe para outros sistemas. Deus parece não ter fundado nenhuma religião, nem santificado nenhum homem para dar tanto testemunho em favor da hipocrisia e da compaixão mascarada. (A. Valim)
Ângela, você não existe e ponto final.
Perfeito! Quando nada parecer muito certo ou até que alguém proponha mudança.
A chuva estava fina, findando, não parecia incomodar muito quando ela apenas protegia seu cabelo enquanto caminhava por uma estrada, desobrigada, descomprometida. Tudo podia, mas era além de uma transgressão, imoralidade ou do êxtase. Não havia ridículo na hora marcada para o café da manha, nem a alma sabia daquilo que cara a cara a cabeça pudesse disparar. Jeito de sonho que não passasse de ilusão momentânea. Vive tentando encontrar a felicidade sem ver o preço das coisas noutro alguém, Ângela não dizer o que é amor.
A vida de Ângela não parece ser tão doce apenas porque tem meiguice e um estado leve na balança. Não havia um jeito para compreender a realidade sem ignorar a existência de uma obsessão descontrolada em achar que está no lugar errado às vezes. Se pudesse usaria um método científico para explicar com o coração e não brincaria com os sentimentos dela mesma. Seria Deus o criador de Ângela? Parecia tão desprotegida, de carne mortal que logo já era como um cigarro de palha. Já não é mais inverno e ela nem começou aquilo que poderia dar certo, pressentia um ser alienado pelas coisas do cotidiano com um coração na mão torcia para que acontecesse um novo dia, e, acordar com a frieza do relógio as sete. Segue guardando um pedacinho de si, aspirando à perfeição num dia de outono entre tantos devaneios e promessas de dias melhores. Às vezes encontra-se num pedacinho de poesia um coração noturno que lhe possa proporcionar um novo dia de sol. Difícil transgredir a fortaleza dos seus sonhos pelas condições herdadas e não se enganar.
Ângela poderia ter inocência enquanto preparava a escada para subir ao céu e criar coisas para apreciar o clarão da lua, imaginar um santo pisando em seu altar. Tão generosa comporta-se sem mediocridade e não corrompe as formas regradas quando brinca de rir como criança. Genial como criança, na sua altivez se arruma e defende sua gloria dizendo verdades despidas de moralidade. Mulher que se fez, escolhe seus sapatos e anda como gosta, já descobriu até a depressão e o desprezo, mas encontrou roupas que pudesse enaltecer-se e corromper os valores da justiça. Se ela tivesse contrato iria perceber a diferença entre liberdade e compromisso. Entre moral e transgressão. “Ângela você não existe e ponto final”.
Ela queria um príncipe, perfeito, mas perfeito não existe!
Daí... Postou uma caveirinha com as mãos no queixo, desolada.
Cristo é uma promessa irrealizável, a mentira humana, o plano do homem em um deus que não existe. Para tanto as milhares de tragédias justificadas por um milagre qualquer. Religião a maior corrupção humana sobre o humano.
