Nao Existe o Belo e o Feio
"Claro que tenho memória,só não sou mais prisioneiro de um passado que não existe mais,afinal depois de experiências vividas ouso a me permitir fazer laços e desfaze-los,sem medo de ser apontado como traidor de minha própria estória,ao topar viver sabia que tinha que enfrentar caminhos de desconfiança e passar por corredores da descrença,que o caminho teria que ser construído degrau por degrau....mas nada pra mim veio fácil,tái o motivo de viver em um bom combate!"
Não existe Problema sem Solução e vice-versa. Ao criar um Problema, esteja atento para você próprio solucioná-lo, sem delegá-lo a ninguém.
Quem prova que alguém provou o que deveria provar?
Ninguém prova, porque não existe prova pra provar.
Se todo o céu caísse de uma vez, talvez o homem ficasse mais feliz com suas teorias. Não existe razão para acreditarmos, depois de conhecermos a arte dos políticos brasileiros em demônios piores.
Sábio Passarinho
Um lindo Passarinho,
Um dia me contou,
Que não existe preço para o poeta
Escrever todos os sonhos que sonhou.
Este mesmo Passarinho,
Tomava os sons e os transformava.
Meditativo e fluido em seu ninho
Com ritmo os versos, declamava.
Dizia que a estrutura matemática
Na musica ou na rima,
Tem a mesma temática,
- Estão no DNA! (Ele afirmava!)
A pauta musical,
Passarinho dispensava.
O compasso e a métrica
Nem mesmo comparava
Valorizava sim, a cadencia.
E Passarinho, explicava:
- Declaro ser ciência!
Sábio Passarinho...
Não existe uma definição perfeita de mim mesma.
Sou como as estações do ano, mudo de tempos em tempos.
Algumas vezes eu sou verão: sou calor, luz, dia longo. Tenho necessidade de espaço, de ir para rua, estar com os amigos, sorrir, brincar; andar à vontade; viver a alegria, andar descalça na areia; quero a brisa em meu rosto, quero sol me queimando, quero o meu coração ardendo. Quando sou verão, quero sorrir...
Outras vezes eu sou inverno: Sou aconchego de um dia breve.Quero o meu cantinho, quero ficar sozinha com os meus pensamentos, quero fechar os olhos, pensar nas coisas que me aquecem o corpo e o coração; quero o calor de um cobertor quentinho, quero um beijo que me tire o fôlego, quero mãos acariciando minha pele. Quando sou inverno, quero sonhar...
Outras vezes eu sou outono: sou época de renovação. De parar pra pensar, de deixar as folhas caírem, de me despedir daquilo que não me é mais necessário, de me preparar pra renascer. Quero vento, quero chuva, quero cuidar do que ainda vai florescer; quero a certeza de que tudo vai mudar. Quando sou outono, quero pensar...
Mas, na maior parte do tempo, eu sou primevera: ah! sou sonho, sou suspiro, sou desejo; sou a vida que floresce na beleza, no perfume. Sou um jardim enfeitado com as mais belas cores, sou borboleta voando, passarinho cantando, sou criança correndo. Sou tempo de colheita, de olhar a vida e dizer como ela é bela, de saber que passei por todas as outras estações só pra chegar ao momento perfeito: o momento de renascer, de olhar para mim e dizer: Linda criatura, Obra-Prima do PAI!!
Quando sou primavera, quero amar...
Querer não seria exatamente o poder. Entre os dois existe uma grande diferença, uma barreira, uma distância, uma briga ou sei lá que está no meio de cada um. Eu queria me apaixonar e sentir como uma típica menina nada mais do que isso. Tudo bem, vou lá procurar o amor.
Passei a ver o que existe de melhor em mim e nas
pessoas que me rodeiam e reflexão agora não é mais
caretice, mas sim uma oportunidade de ser mais feliz!
Contraceno entre a vida e a morte, uma vida que não é minha, uma morte que não existe nem mata os seus atores!
