Nao Entendemos nada mas Continuamos Insistindo
Eu sou nada.
O que há com você? ... Nada
Nada está perdido.
Nada me impedirá.
Quem sou eu?
Um simples adjetivo que complementa minhas frases?
Não... eu sempre estou com você.
Eu estou perdido.
Eu irei impedi-lo.
Eu sou um herói
Que irei salva-lo de mim e de si mesmo.
Eu sou Nada, uma simples vaga parte de sua vida.
Que nunca é reconhecida.
Apenas como um "nada", pois é quem eu sou, Nada.
É este nada que sou que permite a você transitar, continuamente e sem obstáculos, no infinito do meu vazio.
Todos meus ensinamentos,eu aprendi com alguém ,que me ensinou.
Resolvi aprender e pra isso dei atenção .
Eu não tinha razão, antes de aprender, agora eu tenho razão, em querer que saiba como aprendi!
Devolva AMOR, mesmo que te enviem ódio !!! Estou praticando diariamente, até um dia que nada mais me afetará, além do meu próprio amor... Márcia Raphael
“Muitos falam que e Impossível chegar ao Infinito,
Eu digo que vou e volto dele toda hora, todo segundo,
Basta um requisito...
Sua presença do meu lado, nesse mundo,
Agora acho Impossível sair desse infinito,
No qual você me leva com seu sorriso tão bonito.”
você foi minha calma, minha música e minha inspiração
canção da minha vida, criando todas as ocasiões em alguns minutos de olhares trocados, cada vez que as lembranças ressurgem é como sequestrar minha mente para o abismo do nada que valeu por um tempo mas valeu como tudo.
Simplesmente sinto que as ideias dilaceram minha súbita noia, como se as letras formassem minha sentença. Penso e apenas penso. Sou mais do que isso. Sou a cômica agonia que dilata e dilata. O mundo não é o bastante para mim. Tudo é apenas pouco ou nada. Fico apenas em silêncio dizendo com ele tudo e com as palavras nada.
Nada à fazer.
Em silêncio como um grito à um surdo,
Recebestes as palavras guardadas,
E como um estado vegetal e mudo,
Chorastes e sofreste por sua amada.
Pra viver, preciso de quase nada...
Nesta espinhosa e feliz jornada; preciso de quase nada.
Levantar cedo, se preciso, porém, evito as madrugadas.
Creio que, neste sentido se aplica a desejada felicidade.
Simples assim, ser feliz foi única boa escolha que eu fiz,
Vou mais longe; pra um velhote o qual dispensa idade.
Adotei logo a simplicidade da velha sensatez, eis o xis
Da antiga questão, comerei feliz no simples prato raso
Carne de pato, ou saboroso arroz e feijão, e que arraso
Se lá tiver vinho, moqueca de camarão... E por que não
Meu bom vizinho, não pense que vivo a comer sozinho,
Não, a ninguém espezinho tendo esta mortal condição.
Quando não, meus netos, filhos, irmãos, até sobrinhos.
Na realidade tenho a liberdade quando estou sozinho.
Bem, meu irmão, tenho por fiel companheira a Solidão
A dona do meu encanecido coração! As minhas vestes:
Que tolice, há muito já lhe disse: uso uma peça por vez,
No meu carro, apenas um assento, e no meu pé direito,
Eis mesmo sapato outra vez. Eis o belo teste de lucidez
Da pureza singela à vida vívido-vivida em rosa-amarelo.
Ah... Aqui se encerra toda a sábia filosofia, na geografia
Desta bela existência na qual vivemos sem transparência
Da simplicidade da divina sabedoria, sendo que a veraz
Felicidade se encontra no coração de qualquer idade az,
Ei-la: Grande sabedoria que os sábios jamais saboreiam,
Vivem alheios em seus devaneios, em busca das glórias
Que se acabam aqui, sapiências quais ficam pra história
Já há muito conhecida, porém, por poucos apreendida.
Seja rico, seja pobre, seja humano, seja tudo, seja nada,
Quando for quase tudo isso, ao menos terá vivido a vida.
Terá aprendido a antiga maneira-fabulosa de bem-viver.
Comece agora, sendo humilde pra estas práticas exercer.
O seu erro pode estar ao se comparar com seu vizinho,
Pois, ainda não aprendeu a viver sozinho nesta clara
Solidão, cuja negritude está na cabeça pobre e podre
Do racista qual não se põe na lista de pobre-nobres
Mortais a fazer distinção de cores de seu espectro
De solidão insólita...
Sucesso nesse mais alto empreendimento de sua vida!
Seja feliz!
jbcampos
Nada esperar
Nada exigir
Nada querer
Nada ambicionar
Nada projetar
Nada nada nada
Depois disso:
Tudo.
Nada.
Entre o vazio do nada
e quem está cheio de tudo,
encontra-se uma ambiguidade.
Em um nada de nada, tem algo,
em um cheio de tudo, há também o nada.
E se o nada anula o tudo, o cheio de tudo é farsa.
Quando algo está no nada, não há o nada.
E quem é o nada que nada fala?
Quem nada fala, não é esperto.
E quem tudo fala, fala nada.
Ao falar tudo, encontra-se o nada,
e basta apenas um sinal negativo para criar a força contrária.
E com nada, faz-se uma bagunça.
O que prova que precisamos, somente,
de nada. E quem somos nós?
Nada.
Monotonia
Vês o céu de raios ofuscantes e primor Luzido?
Vês o sol entre teus olhos convertido?
És vaidade na vida, onde já se foi presumido.
Tua glória empavesada e assumida,
Fará tornar-se até a airosa manhã oprimida.
Sol e Lua se encontraram com alento e sem pudor.
E um dia mostrar-te-ei o quão sublime é o meu amor.
Sinto-me hoje desvanecida.
Em tuas faces, considero-me equivocada.
Ostentas meu coração inflamando as mais sublimes faces ao considerável nada.
Não mais me considerarei humana,
Minha mente quase profana necessita de alento.
Meu amor por ti peleja,
Ao mesmo ponto onde fraqueja presumindo o desastre iminente.
Comparo-te ao aljôfar mais precioso.
Sendo assim, sigo minha busca somente a te encontrar.
Pois nem isso me seria tudo,
Já que tudo para mim é nada.
Me cubro de espasmos,
A vista de teu rosto, meu amado!
