Nao Controlamos o que Sentimos

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E estava....
Estar presente depende daquilo que sentimos.

"É quando a gente está junto com um monte de gente, que percebemos o quanto sentimos falta de alguém. E dói, porque você sabe que não vai ter quem substitua. E você sente falta. E a vontade de chorar vem. E você só pode respirar fundo e segurar as lágrimas, para não perceberem o quanto você é fraca."

Nem sempre é fácil dizer o que sentimos, principalmente, quando sentimos demais.

E de repente sentimos aquela dor chata, que vem sem pedir permissão e permanece no nosso coração. Até acostumarmos com a sua presença.

Quando estamos apaixonados,talvez perdemos a razão de nossa ética,e aquilo que provamos,que sentimos,que desejamos nada mais é que um pulsar gloriante de dois corpos que se ungi em suor e lagrima,gritos e gemidos,tapas e beijos,amor e flagelo.

Sentimos prazer na compreensão imediata da forma; todas as formas falam; nenhuma nos é indiferente, nenhuma nos é inútil. No entanto, até mesmo a vida mais intensa da realidade que é o sonho, nos deixa a impressão confusa de não ser mais do que uma aparência.

"A beleza pode estar no que vemos, lemos, ouvimos e sentimos. Cada um tem um jeito peculiar de apreciar o belo."

A cada dia que passa sentimos o tempo correr diretamente pelo ar!

Por vezes nos sentimos sozinhos, sem expectativas a vista no caminho, mas Deus conhece o profundo do nosso coração. Somente Ele cura as feridas da alma, restaura os sonhos perdidos e Traz alívio, quando as lutas se tornam insuportáveis diante da vida.

Quase sempre, quando estamos bloqueados em alguma área de nossa vida, é porque assim nos sentimos mais seguros. Talvez não sejamos felizes, mas ao menos sabemos o que somos – pessoas infelizes. Muito do medo de nossa criatividade tem a ver com o medo do desconhecido.

,"Só imortalizamos aquilo que enxergamos com a alma, que sentimos na pele, que amamos com o coração e que vivemos na consciência sagrada que habita em nós."

As vezes é dificel expressar com palavras o que sentimos, mais quando há magia entre duas almas conectadas basta um olhar apaixonado para decifrar o mais puro dos sentimentos.

Saudades?
A gente sente. Ah sim, sentimos.
Somos seres humanos.
Sentimentos.
O homem é um ser sensível.
Pode ter um "casco de tartaruga" cobrindo-o,
Mas ainda é frágil.

Estar só, é realmente muito
doloroso. Porém, por muitas
vezes, nos sentimos só, mesmo
estando ao lado de alguém!

"Como adultos, nós temos muitas inibições quanto a chorar. Nós sentimos que é uma expressão de fraqueza, ou feminilidade ou infantilidade. A pessoa que tem medo de chorar está com medo do prazer. Isto porque a pessoa que tem medo de chorar se mantém conjuntamente rígida para não chorar; ou seja, a pessoa rígida está tão com medo do prazer quanto está com medo de chorar. Em uma situação de prazer ela vai ficar ansiosa. (…) Sua ansiedade nada mais é do que o conflito entre seu desejo de se soltar e seu medo de se soltar. Este conflito surgirá sempre que o prazer é forte o suficiente para ameaçar a sua rigidez.
Desde que a rigidez se desenvolve como um meio para bloquear as sensações dolorosas, a liberação de rigidez ou a restauração da mobilidade natural do corpo vai trazer essas sensações dolorosas à tona. Em algum lugar em seu inconsciente o indivíduo neurótico está ciente de que o prazer pode evocar os fantasmas reprimidas do passado. Pode ser que tal situação seja responsável pelo ditado "Não há prazer sem dor."

- Alexander Lowen, A Voz do Corpo -

Sentimos saudades de momentos da vida e momentos de pessoas.

Carlos Drummond de Andrade
ANDRADE, C. D. O Avesso das Coisas: Aforismos. Rio de Janeiro: Editora Record, 1990.

Nessa vida somos capazes de amar apenas uma vez, tudo o que sentimos depois do primeiro amor, nada mais é de que uma leve brisa em meio a tempestade.

Sentimos a cada momento que nos falta algo.

Para onde vão nossos silêncios quando deixamos de dizer o que sentimos? Para onde vai a nossa dor quando tentamos ignorá-la? Para onde vão nossas tristezas quando escondemos até de nós mesmos?

Escrever é esquecer...
É transbordar,
transmitir o que sentimos
em páginas vazias...
Fazer daquilo que era vazio,
agora,
preenchido.