Nao Controlamos o que Sentimos
Vivemos numa época em que fazemos tudo de maneira mecânica. Talvez, por isso mesmo, sentimos necessidade de frequentes manutenções.
Temos uma única vida, preciosa. Devemos nos ocupar com ela, zelar por ela. Quando sentimos a necessidade de cuidar de outras vidas, Deus nos dá filhos.
Nem sempre estamos bem, as vezes estamos tão triste, que sentimos ate vontade de chorar.
Nem sempre somos bons, as vezes somos tão maus, que quando mergulhando em nós mesmo, sentimos vontade de vomitar.
Nem sempre somos nós mesmo, as vezes usamos mascara, para nossas imperfeições camuflar.
E todos somos assim, ate mesmo sem motivos para assim ficar.
Temos a tentação para perder tempo com pormenores para explicar o amor que sentimos. Para que perder tempo? Não há nada que possa medir o amor que sentimos. Eu digo amo-te e pronto, é o máximo, não é fácil? A maneira de medir o amor que sentimos é na confiança que fazemos um no outro, ora, se eu digo amo-te é o máximo... certo?
Ódio, deboche e palavrinhas ofensivas só sentimos ou proferimos por (e para)quem está acima de nós, quando somos o peixe pequeno esperando a conclusão da história do outro. História que se findará ou não de qualquer forma, independente das mutilações alheias.
A vida tem significados maiores quando somos úteis e nos sentimos mais ativos socialmente. Por isso nos tornamos pessoas melhores.
Na autoacusação há uma espécie de volúpia. Acusando-nos, sentimos que ninguém mais tem o direito de nos censurar. É a confissão que nos absolve, não o sacerdote.
(O retrato de Dorian Gray)
Cuando nos sentimos amados por lo que somos, y no por lo que tenemos, no existe alegría más grande. Este contentamiento hace bien a nuestra autoestima: sentirnos querido y deseado por la simple persona que Dios nos hizo. Contando con reciprocidad, este es un grande paso para una unión placentera, colmado de deleite, entendimiento, atención, y la certeza de complicidad rumbo a la felicidad. Elias Torres
O que é verdade?
O que é mentira?
Só sei o que é REALIDADE!!!!
Quando nos sentimos sozinhos precisando um ombro amigo, encontramos nada no meio de tanta confusão, sentimentos e desejos se misturam ao um não sei que?????
Um dia começa quando olhamos para nós mesmo e sentimos que Deus nos deu aquele dia para vivermos, muitas pessoas vivem a vida inteira sem ter vivido nenhum dia.
Hoje, comecei a entender o que o amor deve ser, se ele existir. Quando nos separamos, sentimos que falta uma metade de nós mesmos. Estamos incompletos, como um livro em dois volumes do qual se perdeu o primeiro. Isso é o que imagino que seja o amor.. estar incompleto na ausência do outro.
Quando sentimos que a mão da morte nos pousa no ombro, a vida ilumina-se de outra maneira e descobrimos em nós mesmos coisas maravilhosas de que nem sequer suspeitávamos.
Aprendi que devemos dizer toda a verdade. Tudo que sentimos. O que aconteceu e porque aconteceu. Dessa forma não haverá mal entendido e nem brecha para o outro pensar coisas que nunca existiram.
