Nao Conto Detalhes e muito menos

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⁠Não é o Senhor que se tem de converter aos caminhos do crente, ou mesmo do descrente. É o homem que se tem de converter aos caminhos de Deus. É o homem que tem que mudar de vida. É o homem que tem que se arrepender e de deixar o pecado. O homem tem que vir para Deus.

Deus não tolera o "Pecado". Deus exige sangue ou seja uma morte. Essa morre, foi a morte de seu Filho. Ou seja é a morte de todo o homem. O homem tem que, morrer para o " Pecado", pela fé em Jesus Cristo. Numa palavra, o homem morre no Calvário.

Por isso, não há evangelho nenhum de "Evangelho de prosperidade". A vida do cristão é uma morte contínua; é uma peregrinação contínua para a terra prometida, (para o céu). É uma vida de sofrimento, por amor de Jesus Cristo e sofrimento contra o "Pecado". Em Hebreus diz, "Ainda não combateste contra o "Pecado" até ao sangue." Se fôr preciso morrer no sentido literal, então que morramos, pois está escrito. "Quer que vivamos, quer que morramos, somos do Senhor". A vida do salvo, tem que ser uma ida ao Calvário, pela fé em Jesus Cristo.

Deus exigiu a morte de alguém (por causa da justiça de Deus), a morte de um substituto do homem. A morte de alguém sem pecado. Foi assim a morte de Jesus Cristo sem pecado, mas que foi feito pecado, por amor aos pecadores; em vez dos pecadores morreu Jesus Cristo. Se Jesus Cristo tivesse pecado, nunca nos poderia salvar, mas agora e sempre ele é sem pecado; não morreu pelos seus pecados, mas morreu em lugar dos homens Pecadores. Morreu para nos ressuscitar com ele. Ressuscitou para nossa justificação.

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Eterna
Incapacidade
Invencível de
Compreender
o Óbvio

Em tua invejável habilidade
De não saber,
Permanecia imbecilizado.
Estupidamente logado,
Desconectado da realidade.
A hipnose profunda
O conduzia
Para lugar nenhum.
Habitando a Terra Plana,
Nunca visitou a borda,
Semeando misérias toscas,
Sonâmbulo eterno que não acorda.
Viralizando fake news,
Analfabetismo político,
Salvador das tradições do paleolítico.
Prosseguia imbecilizando,
Em tua habilidade invejável
De falsificar, mentir, adulterar.
Tua corrida frenética
O conduzia,
Para nenhum lugar.

Inserida por michelfm

Às vezes precisamos partir, para realmente nos encontrar,

Mas e se eu não quiser te deixar?

É doloroso ver você dispiar,
Enquanto eu só queria ver você ficar,

Quando vou finalmente te reencontrar?
Devo te esperar...?

O orgulho fala mais alto que o peito,
mas o coração implora pra voltar.

Inserida por aincompreendida

⁠AMOR LÍQUIDO


Perdão, não sei te amar
Nem sei te odiar
Só sei sentir
Sem traduzir
A língua do coração
E cada vez que lembrar
De nós, espero que
A história que contar
Faça jus a tudo q vivemos

Por causa das minhas dúvidas e medos
Deixei escorregar por meus dedos
Esse amor líquido, e sem perceber
Perdi você, aos poucos
E minha doce ilusão estava acabada
Nossa música nunca mais foi tocada
E a promessa de sempre estar lá, quebrada
Não sou santo, eu sei
Coisas da vida, eu errei
Mas confesso que não sei
Se haverá outro capaz de te amar como amei

Pequei por excesso, fui o vilão
Mas e melhor pedir perdão
Do que esperar pela permissão
Te afastei, nos levei a ruína
Mas talvez não tenha sido tão errado assim
Tive que lidar com meu caos, minha sina
Para só depois pintar nosso quadro
Quase que por inspiração divina
Sei que, nossos fios de vida, o destino teceu
E não posso mudar o que aconteceu
Mas garanto que o que tivemos
Certamente ainda não morreu

Inserida por gabriel_nadaaver

⁠Que nossa busca não seja incansavelmente fazer parte dos 1%, mas que seja em ajudar os outros 99%, de modo que, no final das contas, as pessoas nem percebam que você se tornou parte dos 1%, porque a verdadeira grandeza está em fazer diferença na vida de quem mais precisa. Porque lembre-se: Deus contou em parábolas, e Ele aparece em nossas vidas por meio de situações diversas para nos conceder a oportunidade de ajudar e melhorar. No final das contas, restarão apenas nossas almas e ossos abaixo da terra... Pense nisso. O que você está fazendo agora para auxiliar os outros 99? A grandiosidade da vida está em fazer a diferença enquanto caminhamos nesta jornada terrena.

Hey, não busque fazer parte dos 1%, busque ajudar os outros 99% que você e eu ainda fazemos parte!

Inserida por geovanavilela

⁠Cada um de nós tem
uma missão. Eu não sou
contra a missão de ninguém.
Missões: -Criticar as pessoas.
-Odiar as pessoas.
-Reclamar.
-Trair.
-Rebaixar as pessoas.
-Servir as pessoas.
Minha missão não é rebaixar as pessoas. Minha missão é servir as pessoas.

Inserida por Joel2000

⁠Não por um ponto final no que passou é sem dúvidas um dos maiores desafios, é um luto diário, onde as lembranças boas acabam se tornando o maior inimigo e as lembranças ruins o maior incentivo.
Somos sabotados facilmente por esse sentimento, pois esquecemos que as coisas mudam a cada segundo, minuto, horas, dias, meses, anos... O sabote é ficar preso ao passado e esquecer que o que era bom um dia acabou ficando ruim, pois se permanecesse bom, seria presente e não passado. Ciclos se encerram!

Inserida por LAISNUNESLIMA

⁠Não procuro perfeição pois não passa de utopia;
Procuro compreensão apesar das divergências;
Não gosto das inconstâncias pois aprecio a palavra;
Não me permito pecar num erro torpe e sempre que posso, aproveito as oportunidades para me desvencilhar do óbvio.
O mais interessante nisso é minha capacidade de ler as palavras nas entrelinhas e reconhecer um rosto embaixo da máscara.
Se a intenção é maldade em algum momento um pequeno deslize me dá indícios e te digo, está lido o bilhete!

Inserida por Elaine1973

⁠Bom dia!

Esteja no mundo, mas não pertença a ele.

Descubra a verdade que está em sua alma para cumprir sua missão terrena.

"Meu reino não é deste mundo".

Entender essa lição nos permite curar o olho cego para enxergar além do físico e amar verdadeiramente o próximo.

A visão espiritual traz paz e compreensão, permitindo-nos viver sem preconceitos ou medos, buscando a verdade interior e a liberdade.

Que seu dia seja iluminado pela busca do autoconhecimento e pela beleza além do visível.

Inserida por MDP007

⁠O MORTO HABITUADO

Não são leves os laços
do absurdo exercício:
o homem lado a lado
com seu laçado ritmo.

muito menos cumprido
do que dependurado,
plataforma do umbigo
ao pescoço do hábito.

Mas ao engravatado
qual o conforto vindo
provar que o inimigo
não inventou o laço?

Por outro lado, fausto
do que secreto visgo
se o absurdo do ato
costuma ser tranquilo?

Discreto e convencido,
como não dar o laço,
rebento do risível
com o bem comportado?

Conhecer o ridículo
quando se chama exato,
isento de impossível
e impossibilitado?

Demasiado antigo,
já não é bem um trato:
vertical compromisso,
enforca-se o enforcado.

Inserida por paulo_valentim

⁠NOTURNO

Não sou o que te quer. Sou o que desce
a ti, veia por veia, e se derrama
à cata de si mesmo e do que é chama
e em cinza se reúne e se arrefece.

Anoitece contigo. E me anoitece
o lume do que é findo e me reclama.
Abro as mãos no obscuro, toco a trama
que lacuna a lacuna amor se tece.

Repousa em ti o espanto que em mim dói,
noturno. E te revolvo. E estás pousada,
pomba de pura sombra que me rói.

E mordo o teu silêncio corrosivo,
chupo o que flui, amor, sei que estou vivo
e sou teu salto em mim suspenso em nada.

Inserida por paulo_valentim

⁠O ANJO ANUNCIADOR

— Ouve, Maria, a nossa
(não, não te assustes!) é uma luminosa
tarefa: retecer
o pequeno clarão que abandonaram,
o lume que anda oculto pela treva!
Porque irás conceber!
Porque a mão, desejosa
e tosca, que O tentara
reter, ainda que leve,
desfez-se ao toque, assim como uma vez
tocado o sopro se desfaz a avara,
a dura contração do peito ansiado…
Mas a haste, o jasmim despetalado,
é tudo o que ainda resta
dos canteiros do céu aqui na terra,
que um seco vento cresta
e uma longa agonia dilacera.
No entanto a morte há de morrer se tu quiseres,
ó gota concebida
bendita entre as mulheres
para que houvesse vida
outra vez, e nascesse desse fundo
obscuro do mundo,
o ninho incompreensível do teu ventre.

Não, não toques ainda
nem a fímbria do manto nem o centro
do mistério que anima a tua túnica:
aguarda, ó muito séria, a ave mansa
e recebe em teu corpo de criança
a Verônica única,
a enxurrada de pétalas te abrindo.

Em tumulto reunidas,
as cores da perdida Primavera
vão retornar, virão
numa enchente de asas, aluvião,
púrpura, sempre-viva, nascitura
estranheza do amor da criatura,
constelação descendo ao rosto teu:
é Ele, é O que reúne o coração
e o grande anel da esfera,
o fogo, a língua ardendo, o incêndio vivo,
a coluna de luz, o capitel que se perdeu…
Que eu

venho anunciar apenas a um esquivo,
humílimo veludo, a frágil chama
que há de crescer em ti, que hás de ser cama
ao parto do Perfeito, e hás de ser cântaro
e fonte e ânfora e água,
hás de ser lago
em que as sombras se afogam, que naufragam
no imenso, ó jovem branca como um lenço;
hás de conter a lágrima
do Infinito, o Seu vulto
e os tumultos da luz na travessia
entre a dádiva, a perda e a renúncia:
quando de um certo dia
cheio de luz amarga

em que serás enfim a sombra esguia
que O deu à luz e que O assistiu morrer…
Atravessa, ó Maria,
os abismos do ser,
ouve este estranho anúncio
e deixa-te invadir para colher,
mais fundo que a razão
e o corpo, o sopro cálido, o prenúncio
da mais viva alegria:
entreabre-te ao clarão
da visita suave,
mas terrível, terrível, deixa a ave
do imenso sacrifício te ofender.

Ó pétala intocada,
hás de sofrer
intensa madrugada
e num lago de luz como afogada
hás de durar suspensa
entre a graça imortal e a dor imensa.

Mas canta, canta agora
como a fonte borbulha, como a agulha
atravessa o bordado,
canta como essa luz pousa ao teu lado
e te penetra e tece a nova aurora,
a nova Primavera e a tessitura
do ramo que obedece e se oferece
para o mistério e pela criatura.

Canta a alucinação,
o toque enfim possível dessa mão
que há de colher para perder e ter
o infinito que nasce do deserto
e a semente que morre se socorre
tudo o que no estertor tentava ser.

Canta a canção do lírio e do alecrim,
essa canção que és e que na treva,
na escuridão da carne, andava perto
da imensidade que te invade. E assim
como o imenso te ampara,
ó voz tão clara
que consolas e elevas,
vem, desperta,
matriz da eternidade e d’O sem-fim,
ó mãe de Deus, canta e roga por mim.

Inserida por paulo_valentim

⁠O GAVIÃO

Pousava aqui como quem chega
pesaroso de alguma lousa,
de uma tumba qualquer; já não pousa
como certa mulher, a cega

que mendigava por aqui
quando eu era ainda noviça;
as primeiras vezes que o vi
lembrei-me dela e da carniça

que lhe davam, suas unhas duras
e sujas agarrando aquilo!
Onde andarás? Se nas alturas,
terá modificado o estilo

e provavelmente a ração;
senão… O gavião é o mesmo,
disso estou certa! Mas desde então
cresceu muito, já não voa a esmo

por aí, hoje arrebata a caça,
e quando mata chega de outro jeito,
com outro ar: pousa satisfeito,
é todo a máscara, a couraça

da arrogância! Dá-me raiva vê-lo,
prefiro o modelo anterior…
Como uma escultura de gelo,
esse de agora é ameaçador,

frio, irreal, o senhor das caçadas
traz o nada no bico e no porte:
não vem dos mortos, vem da morte!
Tinha antes só duas pegadas,

era solene como um cemitério;
hoje ele mesmo faz-se um e é oNão
que chega aqui com um ar estéril
e pousa desprezando o chão.

Inserida por paulo_valentim

⁠Eu te amo

Amo de uma forma louca e profunda, te amo ao ponto de não desistir, te amo sabendo que vc não pode ser meu, te amo demais, de um jeito puro, preocupado e cheio de zelo, te amo de forma tão natural que te deixo ir se vc quiser partir, te amo a ponto de me perder, te amo com ódio de te amar, porque vc tem tudo que eu odeio, te amo ...
Mas se te amar é te perder prefiro não amar vc ...

Inserida por AnayaG


"A sinergia natural entre as gerações e a tecnologia não apenas fortalece os laços intergeracionais, mas também capacita os mais jovens a prosperar, transformando seus conhecimentos intuitivos em eficiência notável em face de celulares, computadores e inovações tecnológicas emergentes."

Inserida por JorgeSipriano

⁠Seja feliz, sorria sempre... Quem te quer mal odeia te ver bem...
Não dê munição pra invejosos, não dê motivos para que comemorem tua fraqueza... Viva em off, siga firme e forte e esbanjando alegria.... Não dê o gostinho aos teus inimigos de te ver derrotado, pisado, no chão ou no fundo do poço ...
Ninguém precisa saber o que se passa dentro da tua casa...vença tudo de joelho no chão e em segredo...

Inserida por bebelia2000

⁠Na dança efêmera da vida a findar,
Cada alma encontra seu término a vibrar.
Não são os anos que moldam a jornada,
Mas sim o viver, na estrada iluminada.

Em cada passo, um conto a tecer,
O tempo, efêmero, a desaparecer.
Importa mais a essência, a intensidade,
Do que a contagem fria da saudade.

A vida é um poema breve a declamar,
Cada instante, uma chance de amar.
Na fugacidade, a lição se revela,
O valor da existência, joia singela.

Assim, em despedidas que ecoam,
Encontramos sentido no que ficou.
Pois no palco efêmero da mortalidade,
A arte é viver com autenticidade.

Inserida por italo0140

⁠" Não menospreze, o que desconheces pois, sua ignorância vai lembrá-lo que disseres serão rasas, é tudo o disseres serão reflexões de quem eres verdadeiramente em tua existência.
O pior destes ignorantes -----
são aqueles que agem pelo que acreditam, sem estabelecer dois pontos em intersecções do alinhamento do desconhecido. "

Inserida por Knodes

⁠A vida é sofrida, mas não vou chorar?
Sempre fiz de tudo pra tentar melhorar?
A cada batida do coração, incendeia...
Como crianças e castelos de areia.
Infância Feliz ou triste? Esquecida...
Só quem já passou sabe a dor da despedida.
Brinquedos, flores, amores e medos...
Agora não posso guardar meus segredos.
Despedida? Infância? Qual o enredo?
Talvez o julgamento de quem aponta o dedo...
Quem sabe quando vai acabar?
Relaxa, não precisa. Já sei em quem vou me espelhar.

Inserida por FlavioGabryel

⁠A sacralidade nas refeições.

Há certa equidade no rito das refeições. Sob a toalha, já não se vê quem é maior. A mesa esconde nossas deficiências.

Sentados, a única urgência é pela comunhão, que é repartida juntamente com o pão e a manteiga. O sagrado tem sabor de café.

Quando nestes encontros falamos, rimos e recordamos, as horas voam diante da saudade acumulada, e notamos que, pelo menos por alguns instantes, conseguimos arranhar a eternidade.

Algum aparelho sempre toca e, espantados com o horário, sabemos que é o momento de partir.

Na porta, ao nos despedirmos, alguém intencionalmente sacode a toalha do café, assim as aves também poderão se alimentar com as migalhas dos nossos momentos.

Inserida por Epifaniasurbanas