Nao Conto Detalhes e muito menos
Fica em silêncio…
Não diga nada agora.
Apenas ouça o compasso do meu coração —
ele bate por você,
ele chama por você,
ele vive porque você existe.
Todos os dias, sem falhar,
o desejo por você renasce em mim
como um sol que nunca se cansa de amanhecer.
E eu te contemplo em pensamento
como quem admira uma deusa,
a deusa do meu amor,
aquela que me guia, me toca e me transforma
com a simples presença.
Fico aqui, entregue,
permitindo que minha alma fale por mim:
tu és o meu encanto,
a minha força,
a minha devoção suave e ardente.
Se quiseres saber o que sinto,
não busque nas palavras —
encosta teu silêncio no meu peito
e deixa meu coração te confessar tudo.
Com amor que transborda,
teu eterno admirador.
Quando a justiça se corrompe, não é apenas a lei que se desfaz — é o próprio alicerce da sociedade que se rompe. O primeiro passo dos corruptos é sempre o mesmo: quebrar o espírito do povo. Transformar cidadãos em espectadores passivos, em vozes caladas, em corpos dobrados pelo medo.
Um povo frouxo, acovardado, é o terreno fértil para tiranos. É nesse silêncio que a injustiça floresce, é nessa apatia que os poderosos se tornam intocáveis.
Mas justiça não é apenas um tribunal, não é apenas um código escrito. Justiça é chama viva, é consciência coletiva, é coragem de dizer não quando todos querem que você se cale.
A corrupção da justiça é a tentativa de apagar essa chama. E quem se curva diante dela entrega não apenas seus direitos, mas sua dignidade.
Por isso, quando a justiça se corrompe, o povo não pode se acovardar. Deve erguer-se, deve resistir, deve lembrar que nenhum poder é maior do que a força de uma sociedade desperta.
Porque justiça só existe quando há coragem. E coragem só existe quando há povo disposto a lutar.
Não acredita na sorte.
Sorte é desculpa de quem não se prepara.
Quem constrói o próprio caminho não depende de acaso, depende de disciplina.
Nem dê espaço para a dúvida.
Dúvida é brecha, e brecha vira fraqueza.
Convicção é arma, clareza é escudo.
Quem hesita, perde. Quem decide, conquista.
Nem vá abrir a porta pro azar.
Azar não entra em quem fecha a mente para desculpas.
Azar não toca quem ergue muralhas de foco e determinação.
O destino não é sorte, é força.
E força não se pede.
O ser humano que não tem audácia para ser honesto já anuncia sua própria derrota.
Porque a honestidade exige coragem — coragem de assumir erros, de falar a verdade, de encarar a vida sem máscaras.
Quem não faz o bem não representa ninguém.
Não representa família, não representa valores, não representa nem a si mesmo.
É apenas um vazio ambulante, um corpo caminhando sem propósito, sem raízes, sem honra.
Afinal, caráter não se herda, não se compra, não se finge.
Caráter se prova.
E só quem tem coragem de ser íntegro, mesmo quando ninguém está olhando, é que pode dizer que realmente vale alguma coisa.
O resto… é só aparência tentando se passar por gente.
Guardem as palavras honestas, justas e verdadeiras — aquelas que não se dobram diante do tempo.
São elas que atravessam as muralhas da mentira e permanecem como farol na escuridão.
Quem as carrega no peito não se rende ao peso da mediocridade, nem se curva ao silêncio dos covardes.
Porque a palavra que nasce pura, firme e carregada de verdade é como fogo indomável: ilumina, queima e liberta.
Nenhum império ousa confrontá-la, pois diante da verdade não há coroa que resista, não há poder que perdure.
A palavra justa é espada e escudo, é raiz e horizonte.
E aqueles que a pronunciam tornam-se eternos, mesmo quando o mundo tenta calá-los.
O Criador não reside em templos erigidos por mãos humanas,
pois nenhuma obra de pedra ou madeira pode conter a infinitude de sua presença.
Se o homem constrói, ali não está a verdadeira morada de Deus,
porque ele não se limita a paredes, altares ou ornamentos.
Deus habita o templo que a si mesmo edificou,
um santuário vivo, feito de espírito e consciência,
onde cada batida do coração é um cântico,
e cada respiração é uma oração silenciosa.
Sua morada eterna é o interior do ser,
na pureza da alma que o reconhece,
na mente que busca a verdade,
e nas mãos que praticam o amor.
Não é nas alturas das torres que o encontramos,
mas na profundidade da fé que nos sustenta.
Não é no ouro dos altares que ele se revela,
mas na simplicidade de um gesto de compaixão.
Não é preciso correr — pra quê tanta pressa?
Meu coração nunca foi ameaça, e sim abrigo.
Não é necessário fugir de mim, porque nunca te pedi o impossível,
nem te cobrei o que tua alma não podia entregar.
Eu te dei minha palavra — sincera, inteira,
a promessa de que não te feriria,
de que meu afeto seria leve como brisa
e firme como a verdade que carrego no peito.
A empreitada chegou ao fim,
não por falta de sentimento,
mas porque o destino às vezes nos move
por caminhos que não podemos deter.
Assim, com serenidade e sem mágoas,
deixo um pouco de mim onde você fica,
e levo um pouco de você para onde eu for.
Migro para outro lugar, sim,
mas não levo pressa, nem fuga, nem dor.
Levo apenas a gratidão por ter sentido você.
Que a vida te seja suave.
Que seu riso encontre novas manhãs.
E que, se o vento um dia sussurrar meu nome,
você apenas sorria — porque fomos verdade enquanto durou.
Com carinho e poesia,
Raimundo Santana
Por favor, mantenha a porta fechada.
Não temas — não há risco de invasão.
Eu já estou do lado de fora,
e não existe em mim sequer a sombra de voltar.
Quando a porta se fecha, não é apenas madeira e ferro.
É escolha. É sentença.
É o fim que não precisa de palavras,
apenas do silêncio que pesa e confirma.
Alguns caminhos não se desfazem em gritos,
nem em despedidas longas.
Eles se encerram assim:
com a firmeza de um gesto,
com a certeza de que não há retorno,
com a dignidade de quem sabe que partir também é necessário.
Você não é melhor que ninguém, hoje está aqui, amanhã talvez não, em um segundo tudo pode mudar, seus bens materiais, aqui, vai tudo ficar, até a sua mulher, com outro, também pode se casar, após a sua partida, apenas uma foto restará, aquela selfie legal, em cima da cômoda, na sala de estar...
Depois de algum tempo, nem isso deve continuar, pois a vida segue, e se você não foi assim tão legal, desculpe a sinceridade, mas muitos dirão: "este já foi tarde..."
A vida é um sopro, aproveite a oportunidade, faça o bem, não faça maldade,ame seu pai e sua mãe, oriente os jovens, cuide das pessoas que tem maior idade, pois é isto que Deus espera de nós, que sejamos o seguimento do amor, da caridade, pois somente assim, poderemos melhorar um pouco mais a humanidade!
Sou do tipo falastrão, pois não gosto de mentiras, falsidade ou de gente que se apega na ilusão...
Às vezes peco pela sinceridade, coleciono alguns inimigos, pessoas que não gostam da verdade, a maioria se apresenta como gente manipuladora, que não se aguenta em pé diante de um fato, de uma realidade...
Não me escondo, pois a minha vida é como um livro aberto, exposto, em cada página registrada...
Brinco, me divirto e dou inúmeras risadas, sou feliz e adoro mostrar a minha história, a minha jornada, enfatizando que sou fiel e que não tenho medo de nada...
A vida é feita com etapas, já tive momentos tristes, com choro e lamentos, com pedras que já me foram atiradas, mas em contrapartida, recebi muito mais flores perfumadas...
Este é o desabafo de um menino que cresceu na estrada, que já brigou com o mundo, mas que nunca perdeu o rumo da jornada, pois Deus sempre esteve com ele, e estará por toda caminhada, pois a vida não termina, ela apenas segue para uma nova etapa...
O covid nos tira tudo, se não bastasse apenas a saúde, também o direito de ficar neste mundo...
Nos tira a dignidade da última despedida, do carinho e dos aplausos, da reunião de todos que se conheceram em vida...
O Covid nos tira tudo, desde a convivência até a beleza de se ver um sorriso, pois ele dentro de uma máscara, permanece escondido...
É de fato um dos piores momentos que estamos vivendo, dia após dia, algo que afronta a nossa liberdade e também a nossa alegria...
O Covid nos tira tudo, o aperto de mão e o carinhoso abraço de urso, mas não podemos permitir que ele nos tire a importância de nossa presença neste mundo.
'ELA'
A conheci. Foi assim que aconteceu.
Não tínhamos a chama que abrasa.
Tampouco a sensação que estarrece.
Olhares que não se atraem.
Invólucro que aquece.
A incidência diria que ela não iria fazer parte.
Destino insignificante e controverso.
Escória dos que esperam.
Foi assim que ela se apresentara.
Não perguntou se eu desejara ou se tinha remorsos.
Ficamos amigos. Não tinha outra saída a não ser
fingir-lhes amigos de sangue.
Nesses entraves, pouco lembro-me dela.
Gostaria de lembrar mais vezes, tê-la em meus
pensamentos com afinco, ultrapassar a mera visão
de mortal que és. Tê-la sôfrega aos desejos que aspiro.
Resultado do inesperado, ela representa pouco.
O pouco que imortaliza. Temos um pedaço em comum
que mais atraí que repulsa.
É isso que faz a heterogeneidade da vida.
A vida que não pedi, mas que agradeço.
'MISTURA INVULGAR...'
Não traço acepções olhando para o horizonte,o infinito apaga o sentido, e não se edifico.Delineei quimeras com estrelas e luas pálidas,eis o que me resta: um vulto, uma silhueta oblíqua.Contorço-me em viagens por veredas nunca feitos,rumo ao desconhecido, desfazendo em meu peito sinônimos, anônimo, sem nome, mas, minha trilha prossegue...
A pele é feita de sombras de espectadores,minha voz, o sussurro de antigos labores.Ninguém vê a fractura, o paradoxo visceral, opalco é minha cela, a plateia meu juiz,sou a cortina de amalgama, o gesto teatral.Invulgar como um cometa que caiu e não se extinguiu. Na terra fria e negra, um novo sol fabriquei.Sou mistura de abismo e de voo rasante...
O palco é minha cela, a plateia meu juiz,apresento o sorriso que nunca foi feliz.Cada ato é um naufrágio coreografado com arte,cada aplauso, um epitáfio que me rasga em parte.Sou o contorcionista da própria alma esfacelada,a procura de um centro na rotação desvairada.O desconhecido é meu único lar conhecido...
Anônimo na multitude, um rosto sem moldura,carrego o peso leve de uma existência à toa.Por trás da maquiagem, há um menino assustado,por trás do espetáculo, um silêncio sagrado.E o show precisa seguir, é imperativo e urgente,ainda que o actor principal esteja ausente.
Sempre em cartaz, a peça que não tem roteiro...
Nome raro, flor de estufa, rara írisnavegando em alto mar.Desenhei aspirações com fios de alquitarras,
e delas fiz névoa, labirinto, obelisco.Não sou o que percebem, sou o que não dizem,o vazio que habita no coração da risada. Aprópria procura que se nega na busca...
E assim se desdobra minha existência, entrelaçada,uma moeda de duas faces sempre jogada ao mar.O anônimo esplêndido, a mistura invulgar,a dança solitária que ninguém pode parar.O espetáculo que está sempre, sempre em cartaz,mesmo quando o teatro arde em chamas de paz.E no silêncio final, ecoa o verso: 'mistura invulgar'...
--- Risomar Sírley da Silva ---
Um dia morri antes de morrer.
Não foi no corpo, foi no silêncio que me engoliu, foi quando o mundo pesou demais e eu deixei de caber dentro de mim.
Morri quando calaram minha voz, quando a vida me pediu mais força do que eu tinha, e eu me vi pequena, espremida entre o que senti e o que ninguém quis enxergar.
Morri quando esperaram que eu sorrisse enquanto meu peito gritava, quando o cansaço virou casa, e a espera virou esquina onde meus sonhos sentavam para descansar.
Um dia morri antes de morrer, e ninguém percebeu.
Porque a morte mais cruel é aquela que acontece em silêncio, por dentro, bem antes de qualquer adeus.
Mas também renasci. No instante em que recolhi meus pedaços, no momento em que decidi me mover mesmo ferida, mesmo frágil, mesmo sem aplausos.
Renasci quando entendi que sobreviver já é coragem, que respirar depois de uma dor profunda é milagre diário, e que viver, às vezes, é voltar do fundo trazendo luz.
Um dia morri antes de morrer, e foi justamente ali que descobri quem eu era: não a queda,mas a força que me levantou.
Hoje, ao cuidar do jardim
Eu pensei assim:
de que me vale cuidar da flor
se não tenho um amor
pra quem eu a possa ofertar?
E logo em seguida
surgiu-me mais uma pergunta
De que me valeria amar alguém
Se não a tivesse junto a mim
E se junto a mim, o amor acabasse
Pode ser que o amor durasse
E o desenlasse não fosse feliz
De que me valeria fazer tanta coisa
Se o mais importante eu não fiz
E de que me valeria fazer o mais importante
Se de instante em instante
A vida passa
E se a vida não passasse
Qual seria a graça
De ficar pra sempre nessa dor
E qual é o motivo da pressa
Em morrer sem viver
Sem flor a chorar por mim?
E então, nessa hora eu pensei assim:
Acho melhor eu cuidar desse jardim
Edson Ricardo Paiva
Eu queria saber
Por que é que eu insisto em me perguntar
Sobre coisas que não tem resposta
É como morrer mil vezes
Enquanto se vive uma vida
Que nem chega a ser assim ...
Tão longa
O mundo esconde o valor das coisas
Enquanto a vida vai vendendo
O que não vale quase nada
Até que um dia
Vem o tempo e nos desvenda
A esses e a tantos segredos
Carregados de mais perguntas
Somos cegos
Seguindo os caminhos traçados
Guiados pelas vozes de lobos vorazes
Que a bem da verdade sempre foram
Muito mais cegos do que nós
Não percebem, não sabem
Que aquilo a que se busca
Não se pode alcançar
É como um raio de luz colorido
Caindo do Sol pela manhã
E o azul do Céu, que desaparece
No momento em que a gente o toca
Felicidade, uma ilusão
O brilho da Estrela deixou de estar lá
E a vida não é como se pensa
Durante a guerra sempre os rios congelam
E os seus invernos são mais frios
Parece que foi sempre assim
A vida nos nega um sorriso
Justamente nos momentos
Em que tudo que mais se precisava
Era de um sorriso, simplesmente
Eu queria ter palavras
Pra explicar que não tenho respostas
Tem dias que o que mais desejo
É saber a verdade das verdades
Mas a única palavra que me vem
Me causa o querer e a vontade
de não querer saber mais nada.
Edson Ricardo Paiva.
Viver é amar
Mas amar a quê?
Amar a verdade
Não somente
O conhecimento da verdade
Amar a verdade sobre você
E ter a consciência leve
Compreenda que nem tudo é permitido
A maior verdade da vida
É que a vida é muito breve
Amar ao silêncio
Ouvir a voz do vento entre as folhas
O suave movimento
da aranha que tece a teia
Amar ao emaranhado
da história da sua vida
Enquanto vai sendo tecida
Amar a solidão
Que te faz amar a cada companhia
Amar a luz e a escuridão
Pois cada coisa tem tempo e lugar
Amar ao amor de Deus
Pois só assim se pode ouvir a Deus
Na luz
Na solidão
Na teia que foi tecida
Amar ao tempo que passou
E aprender a não mais lamentar-se
Amar a paz
Aguardar com serenidade
A surpresa que haverá
Ela vem na certeza que há
de um dia, um desenlace
Feliz ou não
Eis aqui toda a importância
de saber amar
A essa vida que não nos pertence
E que há de se apagar como uma vela
Pois um dia
Todo mundo vai ter que prestar as contas
Sobre ela.
Edson Ricardo Paiva.
O lugar onde se quer chegar
Chega a ser exemplar
O simples mirar de olhos
Não te leva lá
O lugar onde não se quer
Visto de longe, chega a parecer melhor
A estrada é mais bem calçada
E quase não existe obstáculos
O mirar remoto
Traz à vista vultos indefinidos
Que lhe aguçam a curiosidade
E a cobiça, sobre a qual você se cala
O lugar onde se quer chegar
É ímpar e singular
O lugar onde não se quer
Parece sempre ser o melhor
Tendo inclusive o acesso facilitado
E a fachada florida, a partir da entrada
O lugar onde se quer chegar
Possui caminho escuro
É andar à bera do abismo
Durante uma tempestade
Observando, aqui de longe
De onde a vista abrange a quase tudo
E posso ouvir com clareza
Aos pensamentos de um mudo
Sei que tua vontade
Te mostra o lugar difícil
Mas teus passos, decisões e desacertos
Te convencem que há um certo alento
Em quase tudo nesta vida
Nesse espaço de vida, onde caminhaste
Ganhaste mágoas no peito e nos olhos
Conservaste a alma dorida
E teus passos pelo mundo
Por vontade decidida
As indecisões da vida fazem ter no final
Decisão sem par ou igual
E te levam fatalmente
Para o segundo lugar.
Edson Ricardo Paiva.
Pode ser
Que o tempo endureça tanto
Os corações
Tão sofridos da gente
Que quando a gente não vê
Chega uma hora
Que ninguém mais chora por nada
Pode ser
Que a gente chore escondido
E até brigue com o vento
Sempre que lembrar
Que ele levou pra sempre embora
Um simples balão colorido
Mas que tanto a gente o queria
Pode ser
Que essas coisas já estivessem escritas
E sejamos nós somente
Pessoas imaginárias
Personagens de um livro bobo qualquer
Cuja capa não chega nem a ser bonita
E tudo se repete, quando alguém o quer lêr
E estejamos passando pela etapa triste
Coisas que acontecem, quando um coração acredita
Pode ser tanta coisa
Pode ser ... não sejamos nada
Ninguém sabe o que se passa
Dentro de cada coração
Atrás de cada porta, após fechada
Acho que nem mesmo nós sabemos
Assim, o balão se foi
A capa do livro desbota
Se o coração dói ou não dói
Ninguém viu e nem se importa
Assim como o vento leva
Um dia o vento traz de volta
Pode ser
Que o tempo endureça tanto esse coração
Que quando o balão voltar ...tanto faz
Poder ser
Que a gente não queira mais.
Edson Ricardo Paiva.
Ainda não inventaram um jeito certo
de sorrir nos momentos de tristeza
Também não é fácil espantar a vontade
de estar perto, quando a gente gosta
Mas que a vida as insiste em pôr distante
Um dia a gente entende que o melhor
É tentar e tentar e tentar ...
tentar até aprender ...a deixar ir
Pois aquele que quiser permanecer
Ainda que distante , tem saudade no peito
E dá um jeito de mandar aviso
a pedir pra não ser esquecida
Pois não existe um jeito
de viver a vida sem sorrir tristeza
Mas viver de tristeza é arremedo de vida
Pois felicidade é coisa sempre dividida
Ser triste em segredo a gente não precisa
Apenas viver é preciso.
Edson Ricardo Paiva.
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