Nao Conto Detalhes e muito menos

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Não pense que sou apenas um nome,
ou um detalhe despercebido que você não viu.
Sou o que você aprendeu, pôs em prática
e logo esqueceu.


Sou a discórdia que te empurra
para enxergar a verdade
quando te faltam forças.


Sou a luz na estrada deserta,
a sombra no dia de sol,
a água que refresca no calor.


Sou a fé que não cobra devoção,
sou o amor presente,
que não reclama por estar distante.


Sou a vida que te oferece alegria,
emoção, felicidade e paz —
tudo aquilo que um dia você desprezou.


Sou tudo que não exige nada.

Não pense que sou apenas um nome,
ou um detalhe despercebido que você não viu.
Sou o que você aprendeu, pôs em prática
e logo esqueceu.
Sou a discórdia que te empurra
para enxergar a verdade
quando te faltam forças.
Sou a luz na estrada deserta,
a sombra no dia de sol,
a água que refresca no calor.
Sou a fé que não cobra devoção,
sou o amor presente,
que não reclama por estar distante.
Sou a vida que te oferece alegria,
emoção, felicidade e paz —
tudo aquilo que um dia você desprezou.
Sou tudo que não exige nada.

Já parou para pensar
que o ser humano não tem livre-arbítrio?
Que não tem escolha, nem opinião própria,
nem desejos que realmente lhe pertençam?


Até a opinião não vale a própria opinião.
O que o ser humano é,
é um acaso sem entender a própria reação.


Se o homem realmente tivesse escolha,
por que não tem a liberdade
de viver o que deseja.

Quem aprendeu a enganar e tirar vantagem de tudo não é sábio, nem inteligente.
É apenas mais um tolo perdido na multidão — sem rumo, sem equilíbrio, sem caráter.
Quando o avarento ilude o inocente, o universo assiste às loucuras de quem perdeu a razão.
Ele alimenta a própria vergonha: um psicopata covarde, incapaz de encarar no espelho os reflexos de sua própria desonra,
temendo reconhecer que seu fim jamais será glorioso.

Por favor, tempo,
não mudes —
nem queiras conhecer meus pecados vergonhosos.
Até os anos escaparam da minha estrada,
desviando da arrogância
que assombrou minha juventude.


Por misericórdia, compaixão ou piedade,
as dores vividas corroem meus dias,
em um caos amaldiçoado.
Cada instante é tortura sem fim,
sem limites,
no corpo insano,
esquecido pelo tempo
que não esperou por mim.

A vida não oferece paz, amor, felicidade, alegria ou emoção.
A vida não é fé, nem misericórdia, compaixão ou gratidão.
A vida não é a força que avança, nem a dominação que determina.
A vida não é justa, nem é a justiça que condena.A vida é o princípio de tudo —
avança mesmo quando tudo parece parado.
A vida é Deus, e nada existe sem ela.
A vida é o maior presente
quando se compreende a engrenagem do viver.

A vida não traz paz, amor, felicidade, alegria ou emoção.
Não é fé, nem misericórdia, compaixão ou gratidão.
Não é a força que avança, nem o poder que manda.
Não é justa, tampouco a justiça que condena. A vida é o princípio de tudo
sigue em movimento, mesmo quando tudo parece estagnar.A vida é Deus, e sem ela nada existe.
É o maior presente,
quando se entende a engrenagem do viver.

O tempo não para na estação para embarque ou desembarque.
Segue em movimento contínuo
para que ninguém perceba que tudo na vida é repetitivo.Poucos notam —
o tempo continua disfarçando as repetições,
acertando os ponteiros para camuflar o óbvio.Tudo está visível nas memórias vividas,
e poucos discordam de que somos manipulados:
na saúde, no trabalho, na família —
a vida inteira gira na mesma rotação.Até a fé, o círculo religioso,
segue um cronograma repetitivo,
dia após dia.Resumindo: não sabemos de nada.
Na volta, o tempo não para são muitas perguntas sem respostas,
para que jamais possamos conhecer, de verdade,
a vida que vivemos.

O Verdadeiro Milagre


Não conheço nenhum relato pessoal de alguém que tenha alcançado um milagre apenas por meio da reza.
A prece, a oração, a fé — todas elas fortalecem o espírito, mantêm a mente firme e confiante nos céus.
No entanto, há um ponto essencial que muitos deixam passar despercebido:
sabemos que há um único Criador que rege tudo, e foi Ele quem disse que o ser humano é o templo da adoração, o verdadeiro templo de Deus.
Portanto, você é o milagre de Deus — uma centelha divina ligada diretamente ao Criador do universo.

Comentam que a saudade não tem idade —
mas, afinal, de qual idade falam?
Da infância que ficou perdida no ontem-menino,
ou do hoje, que se esconde em silencioso desapego
no velho sonhador?


Dizem ainda que recordar é viver...
Mas viver o quê,
se as memórias do passado já não exalam
a alegria que um dia tiveram,
e o presente apenas as contempla em silêncio —
sem resposta de felicidade,
que nasceu e morreu noutra época.

Depois de tudo que te disse, depois de abrir meu coração,
você chegou fria — pediu que eu não te amasse.
E nessa recusa silenciosa, meu mundo inteiro desabou,
meus sonhos se dissolveram no vazio.
Mas meu amor, mesmo ferido, não se rende:
ele transcende barreiras e vai até você —
mesmo diante do seu olhar que diz, não.

Vem me fazer feliz do teu jeito.
Eu não vou questionar o tempo que vivemos em fraternidade,
construindo, tijolo por tijolo, o nosso amor.
Eu sei... você mudou. Está diferente.
Mas será que o nosso tempo de amar chegou ao fim
sem sequer me avisar?
Não me deu a chance de buscar refúgio.
A insônia atormenta minha solidão —
e a culpa é sua, por não me preparar
para essa mudança repentina.
Você não veio me fazer feliz,
nem me ensinou a suportar a dor da distância.
Ficou tudo aqui, em mim — sem você.

Não posso dizer o que queres ouvir.
Seria eu então um covarde, um homem sem razão, sem caráter, sem moral?
Não posso aliviar tua dor nem nutrir teus sentimentos com falsas esperanças.
Tua vida é teu porto seguro — um templo de paz, amor e felicidade.
Sei que não é fácil vencer o tempo.
Mas acredite: é possível melhorar, um pouco a cada dia..

Faz-me um favor, por gentileza:
não chame de amor o que nunca foi,
nem de paixão essa dúvida disfarçada
nesse dilema antigo.
O drama que encenamos foi mera ficção turbulenta,
um feitiço que jamais surtiu efeito.
No teatro da vida, não há redenção
quando a plateia não se comove com o personagem.
O que houve já se foi —
envolto nas sombras do passado,
rindo de nós,
como quem já conhece o fim da história.

Viemos ao mundo para suportar seu fardo,
enfrentando os desafios que o dia a dia traz.
Quem não se adapta, insiste em murmurar,
até decorar um repertório de lamentos.
Ombros firmes mesmo cansados e marcados
seguem firmes na jornada.
As pernas sustentam o corpo,
a alma brinda companhia,
e o espírito — esse, sim permanece livre..

Te levo comigo, outra vez, no amor — num abraço, num grito de felicidade selvagem.
A idade não espera a loucura que componho, e declamo teu nome como quem invoca um feitiço.
Me entrego a caminhos tortuosos, relevantes, pecaminosos, em busca dos teus pecados vergonhosos.
Mulher ordinária, devolve-me a vida que roubaste, sugando-a em tua cama como uma vampira escandalosa.
Meus pecados não diferem dos teus — somos cúmplices no amor, amarrados um ao outro,
vivendo dias intensos de felicidade e condenação...

A beleza e o tempo caminham lado a lado, transformando-se a cada volta do relógio. O tempo não tem pressa, mas também não espera por quem ficou para trás. A beleza, encantadora e perfeita, é a pintura dos olhos e o desejo de todos. Ela busca se renovar a cada novo dia, correndo contra um tempo que não para.


A cada amanhecer, a beleza começa a murchar lentamente. Mesmo quando a vaidade se enfraquece, ela resiste e não recua. Porém, enquanto o tempo avança em passos silenciosos, a beleza não acompanha sua evolução — e testemunha sua própria decadência.


Tudo passa. A cada ciclo, os dias se encurtam, e a beleza, enfim, conhece o fim de seu reinado.

Será que preciso dizer “te amo” para você compreender a profundidade do que sinto por você?
Não se esconda atrás da inocência, tampouco se faça vítima dos próprios sentimentos ou da culpa.
Às vezes, o vento muda de direção — e, nesse instante, você pode ficar desprotegido.
Fique atenta o clima muda a cada amanhecer.

A alma segue sem corpo, distante do espírito,
para que a morte não alcance o corpo cansado,
em lenta decomposição.Um corpo sem vida perambula
nas fronteiras do vazio,
ouvindo apenas a voz muda do silêncio.Por misericórdia — ou compaixão —
a alma abraça o corpo inerte,
fugindo dos olhos da morte.O espírito observa, impassível,
a luta da alma pelo corpo sem vida.No fim, a alma não deseja a morte do corpo,
pois compreende:
sem a alma, o corpo não morre —
apenas permanece esquecido,
à margem da eternidade...

Desculpa por te ligar,
eu não aguentava mais.
Precisava ouvir tua voz —
um simples “olá” já bastaria.
Se ele estiver aí do teu lado,
inventa qualquer desculpa,
mas fala comigo do teu jeito,
que eu vou entender.
Tua voz acalma minha angústia,
dissolve minha solidão.
Você desmontou meu mundo,
que antes parecia tão forte.
Agora estou em tuas mãos,
jóia rara da minha vida.
Por tantas vezes clamei teu nome:
minha senhora, meu tormento.
Fala comigo
briga, xinga,
faz qualquer coisa
só não me deixa te implorar em agonia.
Somos culpados,
ontem foi tão bom.
Eu não consigo esquecer aquele momento.
Você fez amor como Afrodite,
e até agora parece que revivo
aquele ato de amor proibido.
Diz pra mim, vai marcar outro encontro,
Quero viver tudo de novo,
esse amor extraordinário contigo, senhora amor de mim..