Nao Amplie a Voz dos Imbecis
E ele me beija de novo, e isso é tudo o que importa. Agora. Mas uma voz dentro de mim sabe que pela manhã o sol vai aparecer. O amanhã virá de uma forma ou de outra.
Quero estar no silêncio de um sorriso seu.
quero ser o abraço que te conforta.
quero ser a voz que você houve quando está triste.
quero estar com você em todos os momentos.
sabe porque?
Por que você é muito importante para mim!
As nossas lembranças.
Valem mais que todas as histórias que eu já vivi.
Nem um tempo será o suficiente .
Para apagar o que eu vivi com você.
Assumo meus defeitos.
Tenho vícios que jamais deixarei.
E um deles é Você.
Você é tudo o que eu sempre quis.
Sentirei falta da sua voz e do seu carinho
Sentirei falta do nosso para sempre, a doce ilusão que tínhamos
Sentirei falta das promessas, os castelos de areia que a praia levou..
Sentirei a dor do seu amor
Talvez eu tente novamente
Talvez eu consiga entender
Talvez essa tristeza se torne flores
Para me ajudar a encontrar um novo amor.
A maciez de sua voz
desliza como cetim
no meu sentido aguçado
e se esconde disfarçada
nas entranhas das rosas
que embelezam o jardim
de meus sentimentos...
mel - ((*_*))
FLORES ROUCAS
Uma voz rouca que mortifica-se
Uma alma que pesa de um silêncio que grita.
Nas intrigas dos nossos pensamentos.
Silêncio onde guarda-nos o fardo da vida.
Rosa branca que murchou com o calor do sol
Só restam agora os espinhos de dor.
Ventos frios das luzes do palco que iluminam
Sobrevive quem tem a sorte de uma vida esmigalhada.
Canto triste de um lamento
voz rouca que pesa no silêncio.
Essência de uma alma das minhas belas camélias floridas.
Onde está a fragrância da flor, dos nossos anos perdidos.
O silêncio da nossa agonia ou talvez da nossa velhice.
A felicidade das nossas lembranças, das nossas memórias
São aquelas que não vivemos nem sentimos.!
Que meu cheiro invada teus olhos, que meu beijo adentre a tua boca, que minha voz converse com o teu corpo e que minha saudade te confidencie meus segredos.
Visualizo rosas quando vejo brilho nos olhos teus , encontro pássaros quando ouço tua voz...sou menina, quando sinto um beijo.
Ela era uma sapa simpática com uma voz rouca maravilhosa, destas de sapa mesmo. Cantava na beira das poças d'Água de chuvas fazendo com que dezenas de príncipes quisessem virar sapo só para coaxar com ela. Era gordinha, fofinha e com cada ruguinha mais linda que a outra. Ela coaxava assim Croack, croack e croak. Para alguns parecia que os ouvidos iriam estourar, mas para outros era música para se apaixonar. Nunca soube o nome dela, chamava só de Sapa, com “s maiúsculo” porque não era uma sapa qualquer que ficava por aí comendo insetos e vendo o tempo passar. Era única, porque a gente amava, ouvia e cantava com ela croack, croack e croack.
Hoje acordei com a sensação de ter ouvido sua voz bem baixinha, completamente com sussurros e chamando pelo meu nome. (VOCÊ) disse (Oi amore-mio, Bom dia... Eu voltei) Foi lindo, foi surreal.
E ao se levantar, com meus pensamentos direcionados há te, (EU) sonolenta disse, (Oi meu AMOR, bom dia. Agora abraça-me)
como é, do que sinto falta? nem me lembro, deve ser da a voz,o jeito,a olhadinha meiga e tímida,a risadinha sem graça,do cabelo tapando o olho esquerdo,apele branca...resumindo não faço idéia.
O vento passou a pouco perto de mim e trouxe teu cheiro, tua voz...arrepios percorreram meu corpo, viajaram pelos meus poros e invadiram meus sentidos.
Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão.
Você ouve minha voz, você ouve aquele barulho
Como um raio, vou fazer o seu chão tremer
Você me derrubou, mas me levantei
Prepare-se, porque já cansei
Artaud
Da manifestação da insanidade
Uma articulação orgânica e estupenda da voz
Dentro do espaço da vocalidade
Alavanca o personagem marginal.
Da consciência da corporeidade
O abuso da verdade interdita feroz
Nas cadências melódicas da ritualidade
Subjaz a sociedade fatal.
Numa loucura da racionalidade
A reconstrução da palavra atroz
Na experiência-limite e literária da fecalidade
A sublime linguagem subversiva retal.
Cada tempo tem sua hora, a fonte seca, o dia vai, o emprego some, o dinheiro acaba, a voz some, o interesse parte, a fome dissipa, o desejo finda, a flor murcha, a água evapora, o coração para, a dor cessa, o corpo tomba... E na maioria das vezes não depende da vontade da gente mas do tempo, e não é um prognostico e sim, a existência em ação para que tenhamos que mudar de rumo pois, é com os novos tempos que caminham as novas possibilidades para que tudo retome só que noutro lugar.
Fez-me esconderijo de tuas palavras....
Sessou a minha voz em pleno cantar..
E na multidão de aplausos continuo...
Meu peito estava a balbuciar...
O brilho em teu olhos,me trouxe lembranças..
Mas não me alegrou pois eu sei que tu tem..
Um jeito menina de em minha alma tocar..
Enquanto o amargo das lágrimas esconde tão bem...
E ao olhar em teu olhos pude voltar no tempo
Por um instante senti meu sorriso pulsar..
Mas nos rascunhos jogados e frases esquecidas...
Uma lágrima doce que me fez lembrar..
Nossa história está rabiscada em silêncios gritantes..
Que escrevem por si só, no rosto atras da dor..
Mas também podemos ver o que ficará sobreposto..
Eternamente em nossas almas o sabor distorcido daquele amor.
