Nao Alimentar Esperancas
Nada é por acaso e não é à toa que renascemos sem memórias do passado. O véu do esquecimento nos empurra sim,na busca aprimorada de conhecimentos maiores e no vislumbre do que é necessário para nosso progresso e enriquecimento espiritual.
Decreto
Há quanto tempo , meus cabelos não sentem o toque das suas mãos
Há quanto tempo meu rosto não sente suavidade dos seus lábios
Há quanto tempo , o meu corpo não reconhece mais o seu desejo .
Há que eras seus olhos não tiram mais as minhas roupas
Desde quando sou um tanto faz assim
Por quais motivos, o beijo os cuidados sumiram
Não há desculpas para tamanha crueldade
Não há perdão para tamanha covardia
Desde quando , fazer amor
Ficou tão improvável
A que ponto meus próprios carinhos
Vão me satisfazer .
Até que ponto eu cheguei amando por nós dois
Onde eu estava que não vi.
Envelheça e não deixe que ninguém ou nada te prejudique, às influências externas não podem ter poder sobre você. O ser humano é cercado de influências, que nada mais são do que apenas pensamentos direcionados a alguém, me pergunto o quão tolo sou por me deixar ser influenciado por tais pensamentos.
Tá preocupado porque não valorizou quando teve a oportunidade, com noção do que perdeu, agora fica escoltando a vida da mulher por saber que fez a maior besteira da sua vida, deixando o grande amor ter ido embora; por não ter sido homem suficiente para honrar e respeitar, quando deveria ter feito o simples e o fácil enquanto esteve ao seu lado.
Como demora de transcorrer o tempo, enquanto espero, com muita paciência, que não tenha mais nenhum entrave, contratempo, ao persistir, sem mais errar...
De mim pra mim
Talvez eu desconheça a imensidão do tempo
Talvez eu não reconheço o que vem depois
Sou amante da vida
No entanto desconheço meus sentimentos
Ele aflora em meio a imensidão dos dias
Sem propostas o tempo não diz sobre o milésimo de segundo que me espera
Está incógnita não está escrito
Nenhum a não ser o manuscrito da vida já editada tem a explicação
Não entendo e não compreendo
Mas só sei que já não me vejo
E não mais me enxergo como antes
Eu acreditava ser o construídor do meu destino
Mas o tempo me mostrou viva o agora o futuro não te pertence
Assim estou cá de novo reconhecendo que não temo tempo para tudo
O tempo tem prazo e não sei horas que chega.
Metáfora de mim agora esperando melhoras para continuar.
Reconto a minha história um dia não mais estarei aqui e os outros contará.
era só um jogo
não sei o porquê
de eu continuar tentando
construir essa torre estúpida
ela sempre cai
alguém derruba, eu tropeço
mas eu sempre recolho as cartas
e volto a montar minha casa
pois tenho um velho sonho
de ser uma princesa
e ter um príncipe para me salvar
mas nunca tive um castelo
e os príncipes só apareciam
para destruí-lo
ás vezes quando chove, peço para o vento
levaras cartas
para que eu não volte a montá-las
porque eu sei
que esse jogo de cartas
nunca acaba
Não é porque alguém canta o que eu não costumo ouvir, que eu vou sair por ai julgando como ruim ou de mau gosto.
Enquanto o mundo não usar da empatia, ao contrário de impor sua opinião, teremos uma humanidade sem sentido, mesmo sentindo muito.
Saber não saber é mais importante e pontual.
Saber não saber é mais importante que saber que não sabe.
Pois, saber que não sabe, na mente de todo intelectual cabe.
Mas, saber não saber é algo sem igual.
É sublime, é simplesmente celestial.
Deus mesmo sabendo até o que está por vir, não sabe.
Sim, não sabe. Não sabe de nada que o homem não conta em confissão
Deus sabe o que o Homem não sabe.
Deus sabe tudo, até o que, que na mente humana não cabe.
Deus sabe que o homem se acha sábio, e semelhante a Ele nesse requisito.
O homem não sabe que não sabe o que Deus sabe que ele não sabe.
Eu sei que não sei, sei também que nunca saberei tudo que devo,
Mas, sei que não devo saber apenas o que não sei, para quitar o saldo da minha existência.
a sabedoria não é o requisito zero para se ser vivo, eu sem saber, simplesmente escrevo.
A escrita é vida, e a vida e dadiva divina. Então escrever a minha história é tudo que relevo.
Não porque sei, ou porque devo, mas, por ser plenamente venturoso, assim me atrevo.
