Música Antiga
A Fé, precede a razão!
A mística é mais antiga
que a Ciência.
O cientista, nasceu primeiro
que a Ciência.
_Então,tenha compromisso
com a mudança de consciência.
Sonhei que eu trabalhava em um escritório, como assistente, para uma antiga patroa do meu ex marido, havia algumas meninas trabalhando junto de mim e eu senti fome e resolvi sair pra comprar algum lanche, passei em dois lugares e não comprei por achar o valor muito alto, olhei em minha carteira e havia muito dinheiro, mas eu pensei em outras necessidades maiores e voltei para o trabalho sem comprar nada. Quando cheguei na minha mesa, alguém havia escrito em uma folha "saiu e não avisou" eu fiquei muito chateada, porque as letras estavam tomando todo o espaço de uma folha A4 e me senti muito triste, com alguém que tentava me prejudicar. Desconfiei de uma garota que trabalhava lá há muito tempo, olhei pra ela e ela me olhava também, ela estava meio gordinha e grávida.
Julho de 2023
Já vi tanta coisa antiga
Voltando à Modernidade
Mas tem umas que não voltam
E isto me dar saudade.
O que era bom que voltasse
E todo mundo usasse
Era Ética e Honestidade.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
21 outubro 2025
PALAVRA E SABER
Antes da palavra existe o saber, chama antiga e sagrada que ilumina o entendimento. As palavras não criam, apenas despertam o que já dorme em nós.
Te olhei e você nem me viu.
Fale o que há contigo amiga,
Nossa amizade é bem antiga.
Te encontrei, você nem sorriu.
Não fique assim com a cara feia,
É o seu sorriso que te aformoseia,
E faz você ser a mulher de nota mil.
Marte
Planeta que serviu para nomear o mês do ano, o mês de Março.
Na antiga Medicina Romana, acreditava-se que neste período do Ano, o sangue renovava-se pela força da energia solar neste planeta. Também uma crença antiga, que neste mês, a natureza explendia toda à sua energia! Renovavam-se nas plantas vida nova, as folhas recebiam luz do sol, e assim, mais verde e muitas cores nas flores do campo.
O Sal
Cloreto de sódio,
mineral indispensável à vida.
Na antiga tradição,
era costume de
aspergir e esfregar
o sal ,
nos recém -nascido
A lembrança mais antiga que eu tenho de mim mesma me faz entender que, durante toda a minha existência, eu já passei por muitos processos transformacionais. Olhando para trás, eu vejo que aprendi bem a mascarar a dor, a mascarar quem sou. Eu não sei se isso foi bom ou ruim. Enfim, olhando para a frente, estou aprendendo a ser quem sou, infinitamente, sempre querendo ser eu e mais ninguém.
Nildinha Freitas
Lembrei de ti
Lembrei de ti sem aviso,
como quem abre uma ferida antiga
e encontra nela ainda quente
o nome que nunca foi meu.
Te amei em silêncio, amor não devolvido,
fiz do olhar um abrigo e do sonho um lar.
Enquanto teu coração seguia outro rumo,
o meu ficava, esperando qualquer sinal.
Guardei teus gestos como quem guarda cartas
que nunca serão enviadas.
Sorri por fora, sangrei por dentro,
aprendi a te amar sem existir em ti.
Hoje lembro de ti sem pedir nada,
apenas com a saudade mansa de quem aceitou.
Amor não correspondido também é amor —
só dói mais, porque fica.
Guardo tua voz como trilha sonora antiga, dessas que ainda emocionam,
mas não combinam com o agora.
Não há raiva aqui, só um carinho maduro, que entende que ficar também pode ser ir embora.
Então este é o último episódio
de “nós”, sem promessas,
sem reprise, sem volta.
Aperto o stop com lágrimas
calmas e verdadeiras,
e sigo — levando amor,
mas escolhendo paz.
Quebra-cabeça raro
Meu coração é uma caixa antiga,
dessas cheias de segredos e fechaduras falsas.
Não se abre com força, nem com pressa,
exige paciência, silêncio e tentativa.
Cada erro ensina, cada pausa revela
que amar aqui é decifrar, não invadir.
Há códigos escondidos nos meus gestos,
pistas espalhadas no jeito que eu fico,
nas palavras que digo pela metade.
Quem me ama precisa montar peça por peça,
aceitar que nem todo encaixe é imediato
e que algumas respostas só surgem
depois de muito sentir.
E quando alguém, enfim, entende o enigma,
não encontra facilidade —
encontra verdade.
Porque meu amor não é simples,
é um quebra-cabeça raro:
cansa, desafia, confunde…
mas quando se completa,
faz todo o esforço valer a pena.
Afirmar que a autoridade das Escrituras depende da igreja, por ela ser mais antiga que as Escrituras é uma falsidade, um discurso tolo, uma indicação de múltiplas contradições e uma blasfêmia.
Obras de Armínio , Vol. 2, Pag. 23. CPAD
É Deus pagando o recibo
assinando das tuas oração antiga.
Quando a voz humana cala,
o céu fala mais alto.
Tô aqui do seu lado no silêncio.
Luz acesa, coração aberto.
Pra te abraçar quando a tua voz
estiver no modo off-line.
Van Escher
Se o seu objetivo é viver algo novo, vai precisar sustentar escolhas que a sua versão antiga não sustentaria.
Mantenha o foco.
O poder de Deus
A Lei ou Torah (Pentateuco), salmos, provérbios e restantes livros da antiga Aliança, incluindo os profetas, são a verdade de Deus! Numa primeira revelação de Deus aos homens. Mas esta primeira revelação não estava completa. Tinha sentido e verdade na medida em apontava para Jesus Cristo. Assim temos na Lei, a simbologia de tudo o que diz respeito a Jesus Cristo. E ainda a simbologia de tudo o que está nos céus. Cada objecto da tenda da congregação, do Tabernáculo, apontava para algo de Jesus Cristo. Desde tudo o que estava no lugar Santo ao Santo dos santos, como os "pães da Preposição" ou a arca da Aliança, com o que estava na Arca, simbolizavam algo de Jesus Cristo!
Os judeus que tanto se gloriam na Lei, devem saber que a "Lei" que foi dada pelos anjos por meio de um mediador, não faria sentido, sem Jesus Cristo. Ela era como que uma profecia, da "Verdade eterna", que havia de vir ainda! Aliás de Genesis a Malaquias, o assunto principal é a vinda do "Filho do homem, que é ao mesmo tempo, o Pai da eternidade, o filho de Deus. O Fim da Lei é Jesus Cristo.
Desde a vida de José no Egito, aos profetas, tudo era Jesus Cristo. O evangelho é que valoriza a Torah. Uma religião que depois os Judeus inventaram sem a Lei ( o judaísmo), não era nada. Como não é nada o evangelho ( poder de Deus ), quando é apenas algo humano. O evangelho ou poder de Deus, só tem valor, sem a religião humana. Judaísmo ou cristianismo sem Jesus Cristo, nada é. A verdade é o Verbo Divino que é a Torah também. Evangelho falso é o evangelho sem Jesus Cristo. Os judeus devem se converter a Jesus Cristo, largando o judaísmo. Os gentios devem se converter a Jesus Cristo, sem uma religião humana. Somente "o poder de Deus" salva o homem!
Dizem por aí que tenho uma alma antiga
Que bebe vinho
Dança bolero
Acha graça na vida
Dizem por aí
Que esse meu inesperado com a poesia
Nasce de uma confusão de afetos
Que como as estrelas se chocam e se estabilizam
Ela se virou
e o olhar, bordado de poesia antiga,
tocou as teias do passado
com a delicadeza de quem ainda sente.
Pelas narinas da saudade
respirou a poeira e as teias de aranha
dos dias longínquos
e cada partícula era um verso
à espera de nome e escrita.
O tempo, esse artesão invisível,
pousou-lhe as mãos no peito
e ali, entre cicatriz e luz,
a dor aprendeu a florir em palavra.
✍©️@MiriamDaCosta
O mundo carece da fluência do silêncio,
essa língua antiga que não grita,
mas ensina.
Falta-lhe a pausa da fala
onde o sentido aprende a existir.
O mundo é deficiente da fluência do silêncio
porque fala demais para sentir.
Grita certezas ocas, tropeça em ruídos,
e esquece que é no silêncio
que a verdade afia as cordas vocais
e harmoniza os fonemas.
O mundo é carente da fluência do silêncio,
esse oásis onde as palavras descansam
e a alma, enfim, consegue se ouvir.
Dizer:
“Falta-lhe a fluência do silêncio.”
é uma excelente alternativa,
educada e sutil,
para o brutal:
“Cale a boca!”
✍©️@MiriamDaCosta
Há dias em que algo dentro da gente desperta como quem encosta a mão numa ferida antiga e, pela primeira vez, não recua. Vem uma lucidez quieta, dessas que não fazem barulho, mas deslocam tudo por dentro. Uma compreensão branda de que a vida é feita de tentativas — algumas inteiras, outras tortas — e que não há vergonha alguma nesse descompasso.
Fiquei pensando no quanto a gente insiste em sustentar a pose de quem acerta sempre, quando, na verdade, o amor se constrói é na hesitação. No passo em falso. No gesto que sai pela metade, mas ainda assim diz tudo. Amar é caminhar sabendo que o chão cede, que o corpo treme, que o coração desobedece. E, mesmo assim, continuar.
Há algo de profundamente humano em admitir que não damos conta de tudo. Que tropeçamos nos próprios medos, que às vezes derrubamos o que queríamos proteger. Essa honestidade silenciosa — a de reconhecer nossas bordas — abre um espaço onde o outro pode respirar sem performance, sem armadura, sem exigência de perfeição.
No fundo, acho que a beleza está nesse acordo invisível entre dois inacabados: a permissão de ser falho sem ser abandonado. A coragem de mostrar a rachadura e confiar que ela não será usada como arma. O abrigo construído não pelo acerto, mas pela delicadeza de tentar de novo — e de novo — mesmo sabendo que não existe garantia alguma.
E talvez seja isso que mais me atravessa: a percepção de que falhar não nos faz menores. Às vezes, é justamente o que nos torna verdadeiros. Porque só quem aceita o próprio desalinho consegue amar com profundidade — e permanecer, apesar das quedas, com uma força que não se aprende, apenas se vive.
TRISTEZA.
Há uma tristeza antiga, obscura e fria,
que desce sobre a tarde, lentamente,
como um sino perdido, cuja agonia
se dissolve no espaço inutilmente.
Não sei de onde ela vem, talvez do chão
onde repousam mortos esquecidos,
ou desse imenso e fúnebre sertão
que guarda os sonhos todos sepultados.
A noite cresce. O céu, desabitado,
derrama sobre a terra um véu profundo;
e o vento, entre os ciprestes fatigados,
parece prantear o fim do mundo.
Há vozes que não chegam aos meus ouvidos,
mas vivem na penumbra da memória;
são nomes, rostos, amores já perdidos,
cinzas errantes de uma antiga história.
E a lua, espectral, sobre o ermo,
contempla a solidão dos caminhos;
seu clarão parece um olhar enfermo
vagando entre sepulcros e espinhos.
Oh, morte! Tu, silenciosa soberana,
que igualas rei, mendigo, sábio e incréu,
quando recolhes a matéria humana,
que abismo abres entre a Terra e o céu?
Talvez sejamos apenas poeira
levada pelo vento dos destinos;
talvez a alma, eterna forasteira,
atravesse outros mundos e caminhos.
Mas hoje, não. Hoje somente a dor
me fala ao coração com voz soturna;
e até o próprio silêncio, ao meu redor,
parece ter saudade da vida diurna.
Se há depois da morte alguma aurora,
se existe além do túmulo outra estrada,
que a alma encontre aquilo que implora
quando a existência termina desolada.
Enquanto isso, permaneço junto ao nada,
ouvindo a noite em sua imensidão;
e, sobre a terra fria e abandonada,
deposito uma lágrima, e uma oração.
Porque a tristeza, quando é verdadeira,
não grita, não suplica, não reclama:
é como uma árvore derradeira
que morre lentamente dentro da alma.
