Mulher e Arte

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Acredito na arte e no seu invariável poder de transformação. Não existem limites para a arte quando bem instruída na técnica pois o principio próprio da criatividade é a liberdade. A arte pode ser expressiva, inclusão, perdão e entendimento do que nos movimenta em profundidade e verdade a alma, o espirito e o pensamento. Ela é a linguagem mais prospera universal de sentimento de como gostaríamos de mudar a tosca realidade para um mundo mais leve, sem pertencimentos infantis, a vida a ser vivida, sem grandes objetivos, um lugar comum só mais artístico e colorido.

Juan Miró e Paul Klee são as mais fortes referencias da arte moderna brasileira. Muitos dos grandes artistas modernistas se inspiraram em uma obra isolada destes grandes mestres e por identificação as tornaram tema de grande parte de sua obra, copiando, recriando, repaginando, colorindo, transformando e explorando a seu modo peculiar por infinitas vezes. Mas mesmo assim, por vaidade não revelam a ninguém sua fonte inspiradora sempre muito mais fácil dizer que chegou por sonho.

A arte em todas suas múltiplas plataformas de expressão na sociedade contemporaneidade nacional é o ultimo panteão da sociedade livre que não se corrompeu pelos interesses camuflados dos grupos financeiros poderosos. A arte em si é livre por conceito mas isto não acontece com certos falsos artistas, que se corromperam de forma fácil, a muito tempo, em uma troca tosca de benefícios venais e privilégios sobre as leis de incentivo cultural que deveria ser pra todos. Estes falsos artistas hoje são aliados políticos de um sistema espúrio, injusto e temporário indo imoralmente contra toda o espirito de liberdade criativa que não abandona toda a classe artística brasileira por igual.

A arte nasce de uma necessidade intrínseca de ver a realidade.

Perguntaram-me o que é arte. Ouviu-se de mim silêncio; não um, mas o silêncio, do tipo que tanto tememos, mas que, por vezes, é a única resposta que temos.

O mesmo silêncio que preenche o universo em que vivemos, que se esconde nas palavras que não dissemos, que, como um véu, cobre a pureza das estrelas. Sim, foi este o meu silêncio.

O mesmo silêncio de uma árvore que tomba no deserto, sem ninguém para escutá-la; o silêncio que faz da arte, arte para nossas almas.

A arte não pode ser definida, deve-se ser contemplada. Por isso, ouviu-se de mim o silêncio, pois...

Como hei de explicar a arte?

A arte e a música brasileira produzidas a partir da década de 1980, especialmente o rock e o metal, carregavam consigo marcas profundas da resistência e da indignação contra os anos de repressão impostos pela ditadura. A fúria presente nas letras, nos instrumentos e nas atitudes não era apenas estética: representava a necessidade de uma geração de recuperar a liberdade de expressão e confrontar uma sociedade que havia sido silenciada.
O rock e o metal tornaram-se, portanto, manifestações de inconformismo social e político. Eram vozes que transformavam revolta em arte, questionando autoridades, costumes e estruturas sociais. Mais do que simples entretenimento, aquela produção artística refletia o desejo coletivo de romper com o medo e recuperar o direito de pensar, criticar e existir livremente.


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O mercado de arte e antiguidades costumam oferecer obras e bens que necessitam de consertos e restauros, a valores bem convidativos. No entanto, todo processo de restauração com um bom profissional não é barato, em muitas vezes podem custar mais que duas vezes o valor da compra de ocasião. Isto fazendo com um restaurador profissional qualificado, gabaritado e competente, que costumam serem poucos mediante o bem a ser restaurado. No entanto, existem um grande numero de aventureiros das aparências, com valores módicos e sem responsabilidade alguma perante ao bem a ser maquiado. O pior que geralmente acontece, é que o trabalho que ficou bonito aparentemente, nunca mais pode ser restaurado. Perdendo em si, todo seu valor.

Saber calar o que o coração grita é a arte de transformar tempestades internas em brisa leve para o mundo.
_Enzo Ruchell_

Existem diferenças estruturais entre jóias contemporâneas e arte jóia assinadas dentro da moderna historia da joalheria. As jóias contemporâneas são criações realizadas ou desenhadas por designer utilizando pedras preciosas e metais nobres, usualmente em ouro. Já as arte jóias assinadas são criações autorais produzidas por artistas plásticos joalheiros utilizando gemas brutas, materiais orgânicos ou naturais raros que podem ser produzidas em metais preciosos ou comuns que mesclem assim como o ouro, a prata, o cobre, o aço cirúrgico e outros não tão nobres. Estas obras devem analisadas pelo seu aspecto criativo e não pelo valor do material utilizado na criação e confecção.

sorrir é arte dos fortes
sorrir é arma dos combatentes da vida
sorrir é a cura da decepçao
sorrir é viver, viver e viver

Mentir é a arte de fingir a verdade com intenções malignas, usando a máscara da hipocrisia.

É bom apreciar as belezas naturais, porque reconhecemos o quanto Deus aprecia a própria arte.

⁠Muitos fazem incríveis montagens com papelão; mas, se fizessem o papel de pai seria uma arte contínua da educação, montada com amor, sucesso e segurança para o resto da vida em família.

⁠"Companheirismo é a arte de navegar juntos pelos mares da vida.
É escolher ancorar no porto seguro do outro, sempre que as ondas ameaçarem."

Roberto Ikeda

Em um mundo de tetos de vidro e mãos cheias de pedras, ser autêntica é uma arte.


Nem todo mundo vai compreender sua essência, suas escolhas ou a forma como você enxerga a vida. Algumas pessoas se incomodam quando você não se curva, quando não aceita menos do que merece e, principalmente, quando continua sendo você mesma apesar das tentativas de te colocar em uma caixa.


Os tetos de vidro existem para fazer você acreditar que não pode ir além. As pedras aparecem quando você decide provar que pode.


Mas eu aprendi que não preciso quebrar ninguém para crescer, nem diminuir minha luz para que os outros se sintam confortáveis. Carrego meus princípios, meus valores e a consciência tranquila de quem sabe quais são suas intenções.


Ser autêntica não significa ser perfeita. Significa não abandonar quem você é para ser aceita.


E talvez essa seja uma das maiores formas de liberdade: caminhar em paz, mesmo quando existem olhos julgando, mãos apontando e pedras pelo caminho.


Porque quem conhece o próprio coração não precisa viver tentando convencer o mundo sobre quem é.

Não somos apenas pessoas que escrevem. Somos pessoas que cultivam a arte, o pensamento e umas às outras.

Perdoar é uma arte:
Uma vez que feita, permanece.
Cada vez que lembrada, a dor fica dentro dela.

Conviver é uma arte! Exige resiliência, dedicação e sabedoria!

A arte é como o fogo dos ancestrais

A Arte da Necrofagia


O homem já não caça.


Habita corredores de luz artificial,
onde cadáveres repousam
sob o brilho estéril das vitrines.


Não há grito.
Não há perseguição.
Não há olhos fitando olhos
antes do fim.


A morte lhe chega limpa.


Lavada em conservantes,
selada a vácuo,
temperada com ervas
para que a consciência
não reconheça o odor da ruína.


E então mastiga.


Mastiga distraído,
enquanto conversa sobre o tempo,
sobre dinheiro,
sobre a próxima manhã.


Como se não houvesse um corpo
silenciosamente desfeito
entre seus dentes.


Há um necrófago refinado
sentado à mesa da civilização.


Usa perfume,
traja linho,
ergue taças em celebração
sobre túmulos invisíveis.


Especializou-se na arte
de consumir a morte
sem precisar contemplá-la.


Porque o homem moderno
não suporta o peso daquilo que devora.


Por isso cobre o cadáver com molhos,
renomeia músculos como iguarias,
transforma vísceras em tradição
e sangue em mercado.


O abutre, ao menos,
desce faminto sobre a carne exposta
e não profana a verdade do apodrecimento.


Mas o homem…
o homem embalsama a própria cegueira
e, com requinte, a serve quente no jantar.