Mortais
É que existe uma imensidão, um enorme vazio no coração de todos os mortais. E, este vazio, é do tamanho de Cristo. A quem tente preenchê-lo com orgias, bebidas, drogas, com os muitos relacionamentos amorosos, tudo em vão. O prazer, sem a fidelidade da aliança, escoa por este vazio, passa direto. Até satisfaz o momento, mas não cura. Sem a graça de Deus, um abismo chama outro e o caminho bom para a carne, leva a morte. Mas, quando nos entregamos a Cristo, quando nos rendemos a Ele e o recebemos, a paz se estabelece, a procura termina e a completude se faz. Quem encontra Cristo, encontra tudo. O coração fica guardado, nada mais é como antes e descobre-se o segredo de ser feliz.
Somos meros mortais e viver é uma luta, uma queda de braço da gente com a gente. Nem sempre seremos capazes de entender, de fazer a leitura certa de tudo o que nos rodeia e julgar não nos cabe.
Sentir, amar e sentir mil vezes mais, faz parte do processo para que a gente aprenda que nem tudo está sob nosso controle.
Sem medo amo.
Sem medo sinto, e sinto muito.
"Mas é que lá em cima
Lá na beira da piscina
Olhando os simples mortais
Das alturas fazem escrituras
E não perguntam se é pouco ou demais."
Bastou o menor e mais informe elemento da natureza, um vírus, para nos recordar que somos mortais, que o poderio militar e a tecnologia não bastam para nos salvar.
É a mesma raça desde a sua civilização...
Odiosos; como são simples, comuns demais!
Mortais mortos; mentes mentidas, omitidas, desmedidas...
Olhem ao seu redor e busquem existir ou passem apenas a ser mais um grão de areia frente ao oceano.
Subestimam os fracos, não entendem os loucos, não buscam a força, nem compreendem as coisas visíveis.
Esqueceram a lógica, são tão frustrados que preferem viver em seu mundo. Sair da caverna é doloroso demais, incomodo demais, sofrido demais.
Vivem felizes assim sem buscar a verdade Ou buscam a verdade no sentido oposto?
Ocupam o posto dos cães que vivem para agradar os donos por um pedaço de carne!
Nunca descobriram a verdade, nunca, não assim!
Será que entenderão este apelo ou precisarão de mais palavras?
Ergam-se tolos, levantem-se e dêem as costas para as sombras na parede, olhem para a sua frente há uma porta aberta e sigam seus corpos até a luz, saiam da caverna e nunca mais voltem, porque os que ainda estiverem lá não te aceitarão de volta!
Eu lamento tanto por eles...
Bom seria se as pessoas amassem ao próximo como a si mesmo,mas infelizmente somos predadores mortais da própria raça.
A devida vénia ao tempo seja dada, pois, jamais olhaste para os teus meros mortais com desdém, pelo contrário, sempre trataste-os com verdadeira igualdade e as decisões, imparcialidade.
Se até Jesus chorou (João 11:35), quem somos nós, meros mortais, para não chorar. Então, se tiverem tristes, chorem, pois é pior guardar do que soltar.
Nós os mortais, temos muitas fraquezas.
Sentimos demasiado, sofremos demasiado....
E morremos demasiado cedo.
Mas temos a possibilidade de amar.
Sejais vós quem fordes, ou o que fizerdes, eu sei quem eu sou. Terra. Vida Ressurreição. Uma verdadeira aventura.
Sair da vastidão do desconhecido, da imensidão e entrar numa nova vida apaixonante e aventureira. Isto, é o novo mundo poeticamente apaixonante. Gosto das vossas imensidoes.
O vosso oceano é uma imagem de eternidade, creio.
Esses grandes espaços sublinham a nossa pequenez.
Descobrimos o novo mundo poeticamente apaixonante.
Ou é ele que nos descobre a nós?
Falais como um verdadeiro poeta romântico e explorador do novo mundo.
Diz que não chora.
Foge, vai embora.
Dispensa o romântico.
Assume o mais vil sentimento dos mortais.
Pueril.
Nunca se fere,
Mas vivi em febre,
A beira do precipício bem tido por ditos iguais.
Na cólera
Desova
Toda certeza
De um mundo tenaz.
Aposta no passado
Sem permitir aflorar
Em si
O cuidar-se.
Maltrata,
Arrasa,
E destrata aquém
A partir do que convém.
Cria,
Recria,
Receita
E azuleja suas pelejas
Em troca da paz interior que a todo custo rejeita.
O amor destrói tudo o que é maldoso.
Por Deus ter concedido a nós; simples mortais para compartilharmos uns com os outros...
Há uma ferrenha batalha travada no âmago de todos os mortais: Carne X espírito. Quem vence? Quem for mais alimentado. Atender a carne conduz, invariavelmente, a “morte”; dar lugar ao espírito gera vida. Não existe meio termo: Quem domina o desejo vive, quem por ele é dominado, “morre”. A fidelidade não é uma característica do humano e, sim, do sentimento. Sem o domínio do Espírito somos presa fácil para as paixões. E a paixão é cega, mas o amor revela. É a aliança que nos faz fiéis a Deus, ao cônjuge, aos amigos, a uma causa. É preciso andar em espírito e manter a comunhão com o Céu. Eis o segredo.
É muita retelecência assudirática que a encotenação dos simples mortais não adjacuta da inerente retórica vulaceana!🧐😂🤣🤣🤣
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