Mortais
parei de viver com mortais,
quando morte me deixou
por um amor que nunca existiu,
não me venha com desculpas...
entre todos momentos tentei chorar,
mais não tenho lagrimas...
neste mundo que nunca me pertenceu...
fiz muitas musicas e repeti versos
que nunca vão entender,
convidem a todos que deseje imortalidade
a morrer quando a paixão tocar teu coração.
...Entre os mortais buscamos o amor...
Espirito Santo entre eles,
Vivemos dias que amamos e morremos
Apenas por ele... todos buscam riquezas
E glorias que desmerece a vida...
O sol fugiu com a Lua. Foram viver seu amor!
E para nós mortais ficaram as Nuvens, véus que encobrem sua fuga e a chuva que são as lágrimas de felicidade dos amantes!
Nossa sorte que eles, como todos os casais modernos, tbm discutem, brigam e passam longos tempos separados, assim o sol volta com seu esplendor e a lua com sua luz encantadora.
Até o próximo reencontro apaixonado!
Eu te procuro no eterno - na linguagem indizível à realidade dos mortais - ao mesmo tempo em que te encontro no corpo sutil que a minha pele insisti em encobrir.
Alguns pobres mortais, em busca do vil metal, digladiam entre si os insondáveis mistérios de Deus...!
A imperfeição neste mundo atinge a todos nós mortais. Por isso é que se torna necessário morrer para nascer de novo, pois essa é a lei da perfeição espiritual, eterna e imutável, a qual todos nós estamos submetidos.
Aí o SENHOR Deus disse: – Não deixarei que os seres humanos vivam para sempre, pois são mortais. De agora em diante eles não viverão mais do que cento e vinte anos.
IMORTAIS
Amor! você desferiu um golpe amargo.
Você me faz atravessar as planícies mortais,
Entre cumes de montanhas que me rodeiam de sentimento desiguais
Desformes surgem as propensas nuvens que se condensam e caem
Banham me gotas pesadas de dores penetrantes que no paladar é mais salgada que lágrimas
Da incompreensão, que sou letra, sou palavra, sou o poema de lastros imortais que atravessam essas planícies de chuvas torrenciais que o poeta morre, mas a poesia jamais.
Morrendo eu neste solo deixarei um lago em que cada palavra minha era uma gota do amor que em mim brotava. Letras, palavras, gotas e agora restou somente a sede. Agora lhe restou a saudade, você quer beber e não tem mais. Pois cessou a fonte, dissiparam as nuvens. Sobraram somente vestígios de versos como poças aos pés dos montes. E as únicas palavras são lembranças que rolam das lagrimas de teus olhos sabendo que fonte era tua. Já neste lugar banha a lua das lembranças do poeta que inspirava palavras puras. Hoje ecoa nos beco e nas ruas do teu caminhar.
Os pobres mortais, soldados que aspiram serem Deus na terra, são os que sustentam o status da fama, do poder e da condição financeira dos intelectuais que arrastam as massas nas marchas das utopias, muitas vezes sob as dores que eles próprios não sentem e sob o fogo que não lhe arde na pele.
Ventos que discorrem
Nesta floresta homizia
Onde irruptem gotas
Frias, fugazes, mortais
Dilapidadas pela dor
Excruciadas pelo amor
Deste plissado coração
Pelas entranhas adentro
Onde reside o pensamento
No oblivio da razão
Desmembrada pelo passado
Assassinada por dentro
Na serendipidade da vida..
vivo entre mortais
sinto suas dores
mais nunca seria como eles
sou uma lagrima no intervalo
de tantos entre tantos...
os absurdos dos seres,
são almejantes de prazer...
um sino obscuro n minha alma...
nas chamas eternas
sou apenas um passageiro,
em busca de um calor no coração...
sendo vitima do meu amor.
O verdadeiro amor não pode ser comparado a vis sentimentos mortais, pois sua natureza é infinitamente maior do que imaginamos. É Divino!
Se tenho que viver eternamente,
sob o sangue dos mortais,
algo perturba minha alma,
sua presença no meu coração,
que sangra sem limites de parar de clamar seu nome,
como chuva de sangue que cai la fora,
se tremor do meu coração porque já morreu,
a muito tempo atrás desconheço sua face,
agora não tenho mais a lembra,
só as gotas da chuva,
da lagrimas que sangram sob meu coração.
sobre os olhares de almas perdidas,
caminho pelo inferno,
sem que tenha perdido o sentimento,
puro para mortais,
viver nas sombras da noite e sentir a sobras da vida que vai,
gota a gota,
Só pra sentir o gosto da sua boca deixaria minha vida mortal,
arrancaria mil corações puros,
na eternidade pelo momento transcenderia as eras em migalhas restantes remanescentes do inverno que se encontra minha alma longe dessa vida de humanos em um caminho um livre as bases da paixão que sinto por você.
por celso roberto nadilo
trevas da minha alma
vejo os poemas escritos
são poemas para os mortais
para imortais são sentimentos
colocados de uma forma perfeita
num sentido eterno para aqueles que realmente
vivem esse momentos espelhando numa folha de papel
grandezas da alma do coração são coisas meros...
aos mortais, não mesmo aos leigos...
com suas grandezas intelectuais...
com as sombras de tantos sentimentos
passos meros vasos de solidão.
O grito
E ouvi,Ética,desfigurada e amarga.
Perde-se à valores individuais dos reles mortais,
E a voz se cala quando a ignorância fala.
SÓ HÁ UM DEUS
Não adores nem idolatre os mortais.
Pois eles nada podem fazer por tua dor.
Imagem ou santo nada faz,
Há um só Deus, e um só mediador.
Não se chega a Deus senão pelo Filho,
Ele é a verdade, a vida e o caminho.
Só Ele pode atender ao teu pedido,
Entre Deus e os homens, Jesus Cristo.
Santos e imagens são apenas ilusões,
Eles não têm poder, são chinfrins.
Jesus já nos deu essas lições,
Não coloque outros deuses diante de ti.
Não faça pedido a imagens e santos,
Faça antes os pedidos a Deus Pai.
Só Ele tem poder entre tantos,
E não te abandona jamais.
Toda honra, glória e louvor,
Seja dado somente ao Senhor,
Pois Ele é o único digno merecedor.
Ele é Deus de vida e de amor...
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