Morre Lentamente Marta Medeiros
*quando ficaste braba comigo fico com um gosto amargo na boca meu coraçao bate bem lentamente parece ate q vou morrer mas se nao esta braba comigo fico feliz como ninguem nuca foi por q o q sinto por vc é mais do que amor
*te amo
Taniza vc é tudo
O dia escurece lentamente, a noite vem chegando.
E com ela minha alma esfria por falta do teu calor.
A VIDA agora parece passar lentamente, como quem diz:...Ou!.... ACORDA!...ESTOU AQUI!....ME DÁ APENAS UM SINAL de que VOCÊ ainda se importa COMIGO!
Preciso escrever toda informação que absorvo. Quando não escrevo, lentamente vou esquecendo do que sei. Na verdade, eu penso que esqueço, mas ta tudo aqui, quieto, esperando a hora de ser exprimido.
O futuro se aproxima sempre na mesma velocidade. As memórias do passado é que, lentamente, se apagam, fazendo com que o presente pareça sempre passar mais rápido.
O Egoísmo mata lentamente aquele que o cultiva e faz sofrer aquele que necessita dos mais simples e humildes sentimentos.
MAR DE EMOÇÕES – O medo
Tire as sandálias dos pés, ponha-os na areia e caminhe lentamente em direção as águas, atentando ao leve vento que toca tua pele e acaricia teus cabelos.
Respire o cheio do mar... o mar!
Sabe, o mar nunca vem só, ele é um conjunto de coisas!
O mar é a única coisa no mundo que reflete com exatidão o sorriso do céu e colhe com amplitude as lágrimas das nuvens.
O mar é o espelho de Deus! Mar é poesia!
... não te atenhas, segue andando...
Logo estarás à beira da praia e as ondas saudar-te-ão.
Então molharás teus pés... e o frescor da água do mar já não te será estranho.
... enfim...
Logo estarás nele envolvida, mergulhando, abraçando-o incansavelmente ... sereis um só!
Porque o mar é um conjunto de coisas...
E ele jamais será mar, se uma dessas coisas, não for VOCÊ!
FOI-SE
Era tarde de verão em que o sol
Lentamente, se escondia no horizonte.
Quando voltava de uma jornada de trabalho
Bem cansado, sonolento e sem muita disposição.
Ao cruzar o portão de entrada
Deparei com caixas embaladas
Do começo da mudança.
Na casa, um sonho que se findou.
Debruçado o nosso retrato, pra não lembrar
E aquilo que parecia insolúvel
Acabava de quebrar
Pobre dos meus sentidos, se desfazem lentamente. O corpo a esta hora treme.
Ah! Até parece que não existo, se eu pudesse escrever sentimentos menina, juro! Suas mãos este papel lavaria.
Uma certeza? Tudo isso permanecerá dentro de mim. Não sei por que, nem preciso saber.
Há apenas um vazio causado pela falta do seu abraço.
O tempo passa tão rápido...
É como o tempo de vida da flor... Nasce tímida, floresce lentamente, exala perfume e beleza com tanta exuberância e aos poucos se prostra, se rende ao Deus criador. Existem fases bem definidas em nossas vidas... Tempo para tudo, mas ele, o tempo, sempre corre para frente. Não pára, não olha atrás, não descansa... Precisamos de sabedoria para viver esse tempo - Aproveitando as oportunidades, cumprimentando a vida com gratidão, abraçando o importante, relevando as decepções, carregando dentro de si o amor indispensável, pois quando o perfume se for, a textura da flor mudará, pétala a pétala cairá...
Eu vi os dias passarem lentamente e meus pensamentos ficarem confusos, eu fiquei por um momento sem entender que amar nem sempre é bom, eu vi tudo ir embora como um punhado de areia nas mãos, doeu mas sarou, estou a um passo de cicatrizar prestes a recomeçar e tentar a felicidade.
Morrendo lentamente
com uma bala na minha
mente, entupido de entorpecentes
o sangue pingando lentamente
BORBOLETA (soneto)
À flor de lobeira do cerrado, azulada
Voa a borboleta erradia lentamente
De asas tal multicor do sol poente
Num dueto de um balé na estrada
É tão imponente e é tão refulgente
No horizonte rubro, em uma toada
Que hipnotiza o ver e mais nada
Doidejando o encanto da gente
Só a flor, o que importa, a ela atada
Somente! E ao seu redor indiferente
Onde ali, a vida se faz multiplicada
Neste valsar vaporoso e inocente
Do diverso do cerrado camarada
Borboleta em voo, é o belo ingente!
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
2017, junho
Cerrado goiano
'Ler Poemas,
É como saborear lentamente uma comida maravilhosa...
E escrever Poemas,
É como devorar diversas comidas num banquete
Com uma fome incessante'
O anjo o observava em silêncio. Aproximou-se lentamente e o envolveu num abraço fraterno, sussurrando em seu ouvido:
– “Quem sou eu?”, tu perguntas, meu irmão! Sou o Arcanjo Gabriel,enviado do Reino Celestial para resgatar-te desta prisão terrena e libertar-te desta carcaça humana,
(Extraído do livro “O Anjo poeta.”)
