Morre Lentamente Marta Medeiros
Pobre dos meus sentidos, se desfazem lentamente. O corpo a esta hora treme.
Ah! Até parece que não existo, se eu pudesse escrever sentimentos menina, juro! Suas mãos este papel lavaria.
Uma certeza? Tudo isso permanecerá dentro de mim. Não sei por que, nem preciso saber.
Há apenas um vazio causado pela falta do seu abraço.
a verdadeira amisade lentamente nasce e longamente florece entre desgraças cresce e em bons momentos emerge, a verdadeira amisade é cultivada ao logo de anos e se torna forte e inquebrável
“ A noite passa lentamente pra mim, não que as horas se tornam mais longas, mas por que meus pensamentos se perdem em um passado sem volta durante muito tempo, e o sono não vem me entorpecer...”
As lagrimas do amor doem lentamente como um tiro que corta a relva da mais plena madrugada, e uma lagrima submisa ao olhar, mas visivel ao coração... simplesmente, o mais magico dos sentimos brota de uma lagrima...
O sol se vai lentamente, mas eu quero estar com você um pouco mais para que eu possa intensificar a minha paz;
Os outros são apenas os outros, mas eu serei sempre seu para eternamente te fazer feliz infinitamente;
Procure observar sempre o lado bom que há em tudo.
O desânimo é uma praga que se expande lentamente e corroe nossos sonhos.
Livre-se dele pelo seu oposto, buscando a companhia de pessoas alegres e otimistas, leia a biografia de pessoas que tiveram sucesso em suas vidas. Há milhares de pessoas vencedoras, de ânimo firme e forte que poderão servir-nos de exemplo, em todas as épocas e em todos os povos.
E então, o que está esperando para ser uma delas?
A morte chega lentamente para quem não se arrisca. A vida passa acelerada enquanto o olhar do desejo pisca. O prazer está nas entrelinhas.
O silêncio aterroriza a alma.
O silêncio vazio é frio.
O silêncio é veneno
Que mata lentamente.
O silêncio é dor gritante.
O silêncio sussurra o que não se houve.
O silêncio é o suicídio do amor.
O silêncio não é a melhor resposta.
Não ele não é. Tenha certeza que não.
O silêncio é nada mais que o fim.
Amanheceu lentamente...
Uma garoa transparente
molhando o chão delicadamente
desde a madrugada se faz presente...
BOM DIA MINHA GENTE!!!
mel - ((*_*))
O sistema universal de poder, para as gerações modernas, caminha lentamente para uma forma de governo mais ostensiva e radical ao ponto de obrigar seus cidadãos a se submetê-lo.
Que o tempo passe bem lentamente para que eu possa sorrir todos os risos que eu puder.
Que o tempo não seja muito duro comigo , a ponto de eu querer passar por ele (o tempo) sem notar que ele também esta ali comigo ...
Que o tempo seja meu amigo , que me faça querer vive-lo intensamente e absorver cada segundo dele .
Enfim que o tempo traga para mim como bagagem somente vida e felicidade ...
Colhi uma rosa para ti, mas você partiu e lentamente a rosa também vai indo, e a cada pétala que cai, o meu amor como um câncer cresce.
Na estrada, parei as margens de um rio,
cansada de tentar,
As folhas se moviam lentamente com a brisa,
vi minha imagem refletida, e então...
O rio me disse,
imagine tudo que você pode imaginar, então siga em frente!!
Não pare, não desista!!
..
Eu sou um corpo sem alma
Neste mundo a vagar eternamente
Enquanto outros morrem lentamente
Eu estou morto a quase uma eternidade
Mais ninguém notou que o meu eu sumira
Então deixei que a magoa me consumisse e me tornei psicopata
Então, tudo começou a ficar escuro; lentamente, eu via imagens se destroçando na minha frente, coisas que estavam lá, e coisas que não estavam. Palavras soltas rodavam a minha volta, números e relógios me acertavam com pancadas fortes na cabeça. Eles se destroçavam enquanto faziam suas funções tortuosas. As pancadas dos relógios eram fortes, não era como sentir um relógio simplesmente batendo na sua cabeça, era bem mais profundo que isso, eles tentavam entrar em meus neurônios, roubar informações, com pancadas.
Chacoalhei minhas mãos em volta de minha cabeça, mas os relógios continuavam a me bater, os números continuavam a girar e as palavras continuavam a aparecer. Após essa tentativa em vão, tentei me levantar da cama, então o chão se desmontou na minha frente, os móveis do meu quarto começaram a andar pra traz na tentativa frustrada de fugir do desabamento, então resolvi tomar a mesma decisão.
Tentei me afastar do buraco que se abria, mas parecia que quanto mais eu andava pra traz, mais ele me seguia e se abria como um vulcão em erupção. O fundo do buraco não era preto, não era branco, ele não tinha uma cor definida, eram várias cores misturadas, jogadas aleatoriamente naquele buraco, elas formavam algo como uma sinfonia, as cores eram tão surreais que podiam se transformar em som, não um som desordenado, mas uma sinfonia, não uma sinfonia qualquer. O hino de Aletunia! O som se propagou pelo meu quarto em forma de cores e números, tentei escapar, mas eles tentavam me devorar, como se eu fosse uma presa de um caçador.
As cores foram se transformando em líquido, um líquido colorido e aleatório, que ia enchendo o meu quarto, com os relógios batendo em minha mente, tentei jogar o líquido pra fora de meu quarto, mas não era possível. Era como se o líquido não estivesse ali, mas ele estava me afogando, estava alcançando o meu joelho.
Era possível ver a parede descascando e se transformando no líquido que subia em meus joelhos, olhei a minha volta, aquilo não parecia meu quarto, não era mais meu quarto.
Eu estava em algum pedaço aleatório de uma galáxia distante, em alguma fenda de tempo desconexa à dimensão em que vivemos. As cores continuavam subindo, agora estavam em minha barriga, eu podia senti-las, sentir seu cheiro e até ouvi-las. Não ouvir elas em si, mas sim o hino de Aletunia.
Peguei as cores na mão, e elas foram seguindo pelo meu braço e tomando conta de mim, logo percebi que os relógios não me batiam mais, eles estavam se derretendo e entrando em minha pele, eu sentia ponteiro por ponteiro no meu braço. As palavras em latim agora estavam soltas no meio do líquido, dando mais cores a ele.
O líquido foi me afogando, lentamente.
Lentamente fui perdendo a respiração...
Lentamente perdi a consciência...
Lentamente me perdi...
Calcanhares
Lentamente os calcanhares tomavam o corpo de assalto, voltando os passos dados, como uma tentativa de retroceder no tempo. Em vão, assim como o olhar lançado ao espaço vazio, cortando os sentimentos confundidos, em alguns momentos parecia ser amor e em outros parecia apenas mais uma noite de solidão.
Não havia a possibilidade de um dialogo por menor que fosse a vontade, pois as palavras não faziam qualquer questão de confortar. Era apenas alguém, um objeto, como tantos outros, que ali se deitaram na esperança de esquentar um corpo, preencher um coração, fingir uma emoção.
Crônicas absurdas lidas ao avesso, mais parecidas com notas musicais tortas, para combinar com a imperfeição dos corpos e todos os defeitos que se tentavam esconder, mesmo com o apagar das luzes, o escuro consegue enganar os olhos, mas não consegue confundir a mente.
Não há roupa ou maquiagem suficiente, para tapar tantos prazeres que a carne, mesmo a boca dizendo não, insiste em se entregar. Pode ser um alguém, pode ter um nome ou ser dono de um sorriso, logo abandonado, logo esquecido e quando acaba a sede, por momentos se mostra triste.
Olha as paredes, observa o teto, faz criticas pela falta de organização, pela falta de bom gosto na decoração. Fala e revela para si mesmo que aquela é a única vez, a ultima tentativa de ser mais individuo vazio.
Pensa em alguma desculpa, sem a necessidade de ser convincente, apenas como rota de fuga ou ponto final. Imagina uma boa cerveja gelada esperando por você. Não se importa em saber que não haverá próxima vez.
Essa é a vida, são assim que as escolhas ditas banais são feitas, parecendo filmes com roteiros programados. Ouve um sussurro ao fundo, mesmo tentando ignorar, responde com a voz calma, para não entregar... Vai fechar a porta, não vai ligar e se o acaso ajudar, será apenas um pecado a mais para perdoar.
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