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Moradores de Rua

Cerca de 3234 frases e pensamentos: Moradores de Rua

Em tempos de COVID-19, se for para rua descobrindo o isolamento, vai preso. Se for à praia, vai preso. Se abrir o comércio para trabalhar, vai preso, mas se for preso, a JUSTIÇA solta, vai entender!

Inserida por AlefValuarde

Brás

No centrão da terra da garoa
De janelas para a rua
Velhos na praça, atoa
Casarões no tempo tatua
Desta ou aquela pessoa
A história... e a vida continua
Os moleques descalço o pé
De juventude nua
O boteco de seu Josepe
De outrora, tão fugaz!
O ambulante vende leque
A italianada em cartaz
Nas cantinas, nos bares
Aqui é o Brás!
Terra de todos os lugares...

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
02/04/2020, 12’58” – Brás, São Paulo

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Tempo. Que saudades daquela rua curta, coberta de areia e grama.
Onde brincávamos a sorrir...... Que saudades do tempo que se foi, e que junto levou.... . avós, avôs, tios, tias, primos, amigos e amigas.....e meu querido pai ..(foto Marinho Dias). Que saudades de um par botas a brilhar.
E que sempre trazia nas mãos um invento - nossos brinquedos.
Que saudades da infância, que hoje sei que foi feliz.
Que saudades do tempo, onde tudo parecia tão pouco.
Mas foi o suficiente, foi o necessário Sim !!!!!!! Saudades ........... Saudades da infância.
Saudades da inocência que se foi. Saudades

Inserida por MaraDias2020

MINHA PESSOA INGRATA


Em rua deserta me encontro.
Solidão. Silêncio. Sofrimento.
Tudo em mim é tão muito!
Tudo em mim é intenso!

Nenhum som me ensurdece.
Nenhuma luz me encandeia.
Vazio. Ausência. Falta.
A cor de uma vida cheia,
Que outrora corria em minhas veias,
Agora se sente exausta.

Falta de ar me sufoca.
Peito em chamas me queima.
Passado já não tem mais volta.
Presente a mim trapaceia,
E a sina de quem já fui tantas
Agora é viver-me alheia!

Que fazer de mim, que não sei
Quem fui e quem já não serei?
Se tudo que me alegrava,
Já não faz sorrir quem amei:
Essa minha pessoa ingrata
Que fui e que não mais serei!


Nara Minervino

Inserida por NaraMinervino

A rua é minha mãe. O sol é meu pai. O que mais devo pedir da vida?

Inserida por pensador

⁠⁠⁠Sou o pássaro com uma das asas quebrada, no meio da rua, ao meio dia, tentando voar sozinho.
Você é o caminhão a 250km/h, carregado de pensamentos e pilotado de aparências, que corre rapidamente em minha direção.
Qual a probabilidade que o pássaro tem de conseguir mudar a velocidade do caminhão, para que o mesmo venha mais lento e o deixe passa?
Sofrendo apenas a consequência de ter passado pela rua quente, o pássaro, que por 2 meses conseguiu manter o caminhão distante, encontra-se decepcionado, do outro lado da rua.
Agora com a asa ainda mais quebrada que antes, me sinto cansado e decepcionado. O caminhão nem ao menos chegou a se aproximar do pequeno pássaro.Virou a esquina, desviando o caminho e as histórias.
Na sombra de algum lugar da rua, o pássaro, agora descansa de uma grande corrida. Que só lhe fez perder o tempo.
Descansa e recupera, para o grande recomeço.
Depois que recompor-te as assas voará o mundo livre e sujeito.
Pássaro que voa só é pássaro esquisito, pássaro que não se padroniza no senso comum de viver e procriar. Pássaro que só pensa em se conhecer e transformar o mundo. Começando por si mesmo.
Deus nos criou para recriarmos e continuarmos o que ele começou, se vivermos nossa totalidade como pessoa, utilizando as capacidades que por ele foi nos dada, conseguiremos mudar o mundo mudando nos mesmo.
Mesmo que sejamos apenas um pequeno pássaro!

Inserida por LuisBatista

⁠Lua o lua brilha naquele rua escura
Onde esconde nosso medo e frustações
Onde brota todo mal o ar de ingenuidade
O pecado e estripação da alma

Inserida por gabriela_allves

⁠A rua é a casa de diversão das crianças.

Inserida por NinoCarneiro

⁠Caminhar até o portão, olhar o final da rua que vai se estreitando, finda no céu azul, com nuvens brancas espalhadas, a rua se perde, dando lugar aos pensamentos.

Inserida por LiduinadoNascimento

Jamais devemos deixar que certas causas externas, como problemas que são trazidos da rua, atrapalhem a vida familiar...
Ósculos e amplexos,
Marcial

AS TAIS CAUSAS EXTERNAS
Marcial Salaverry

Algo que chama a atenção, é o fato constatado de desentendimentos que ocorrem no âmbito familiar, porque os parceiros, ou um deles não consegue separar as coisas, e acaba descarregando dentro de casa as frustrações e aborrecimentos que traz da rua, esquecendo-se de que a família não tem nada a ver com o que lhe ocorreu lá fora. Mas acaba pagando o pato por causa desse fator externo...

Quantas vezes o marido chega em casa aborrecido com uma série de problemas vividos na rua, e já começa dizendo algo como: Não quero resposta, estou cansado, e não quero briga.. Pare de gastar telefone. Esta gastando muito...Estou cansado, tive muito trabalho..não diga nada..

Ora, fica muito difícil para qualquer esposa aguentar calada uma patada dessas. E já se inicia uma discussão, sem duvida alguma. Coisas assim complicam demais um relacionamento, atrapalhando inclusive a vida sexual do casal, pois sempre acabam provocando um esfriamento conjugal.

É fundamental usar-se muita ponderação em casos assim, é importante saber pesar bem as coisas e não tomar decisões no aceso de discussões, para evitar aborrecimentos maiores. É importante saber separar as coisas. Problemas externos, devem ser resolvidos lá fora, e se não o forem, não devem ser descarregados sobre os familiares. Uma coisa é, em caso de aborrecimentos externos, conversar sobre eles. Talvez até se encontre alguma luz. Muitas vezes uma troca de idéias traz alguma solução, e problemas podem ser evitados...

Nunca devemos nos esquecer de que dialogar é muito melhor do que discutir. Mas dialogar, claro quando as coisas estão em paz. Mostrar para ele que deve deixar os aborrecimentos com as coisas externas, no lado de fora. Uma atitude dessas, é típica de quem teve problemas na rua, e os trouxe para dentro. E isso deve ser evitado. Mas isso pode ser abordado não na hora da briga, mas depois, quando tudo estiver calmo, poderá ser a hora do diálogo, que deverá ser feito com isenção de animo...
É algo para ser experimentado em casos análogos, ficando claro que sempre devemos tentar conversar, e para iniciar, pode-se dizer que quer trocar idéias sobre sua vida... Mas isso deve ser feito num sábado a tarde, num domingo, quando ambos estiverem de cuca fresca.

É importante saber mostrar que os problemas podem e devem ser divididos. Se o marido tem problemas fora de casa, a esposa os tem dentro de casa, com filhos, com empregada, com fornecedores, com vizinhos. Enfim, ambos tem problemas, e numa troca de idéias, ao invés de brigas e acusações, podem ser encontradas soluções. Ou não. Mas mesmo assim, houve o desabafo mútuo. E num desabafo amigável, aliviam-se as tensões sem brigas nem discussões.

Tal situação, sempre acarreta problemas na vida sexual. E isso também deve ser conversado sem acusações, sem culpas. Para haver acerto, não adianta buscar quem é culpado, quem começou o que. Basta que cada qual exponha ponderadamente seu ponto de vista, e as coisas podem se resolver, tomando um rumo favorável. Salvo se não houver mais entendimento possível. Nesse caso, a solução pode ser outra...

Assim sendo, ponderadamente, espero que todos possamos fazer de cada dia de nossa vida, sempre UM LINDO DIA.

Inserida por Marcial1Salaverry

Não gaste a tua mente pensado em apanhar dinheiro na rua. Rentabilize o esforço da mente com o trabalho das tuas mãos.

Inserida por AngeloBanze

⁠Morar em condição de rua não

Morar em condição de rua não!
Isso é desumano para um humano,
mesmo que não tenhas condição!

É preciso fazer algo, urgentemente...
gente não pode ser tratado mal,
até...pior do que um animal!

Há que ter um jeito,
fico martelando no meu peito
em cada pulsar do meu coração...

Piedade, doação...
onde se guarda o dinheiro
do imposto da Nação?

Deus ilumina o coração dos homens,
que comanda este país,
pois não podemos aceitar...
pessoas ao relento, sob o vento,
o frio, a tempestade e o trovão
quase à riscar o chão ...com o nariz!

Maria Lu T. S. Nishimura

Inserida por marialu_t_snishimura

⁠“Quando mais velho
menos sonhos
na rua das digitações.”

Inserida por priscila_blume

⁠Então me diga alguma coisa que me faça
Atravessar a rua ou talvez
Rasgar toda a paulista com os meus dentes
Então me diga alguma coisa relevante
Alguma coisa que talvez não caiba
Em toda essa conversa por dizer
Adeus, amor

Inserida por pensador

⁠Se da vida
Levarei cicatrizes
Que seja das vezes
Que eu andava de bicicleta
Na rua aonde cresci
Com os amigos
Que eu disse que levaria
Para vida toda
No meu coração


- Saudades

Inserida por LauryLorena

⁠Ando na rua e não tenho direção
Porque só sei viver no mundo da minha imaginação

Inserida por SilmaraSantos

⁠Eu sou o sol, ela lua
Eu sou o vinho, ela uva
Ela é calçada, eu a rua
Eu sou dela, ela é sua.

Inserida por LibrianoPoetico

⁠Numa manhã de segunda-feira, Nasrudin chegou na cidade pela rua do mercado central montado em um burro, o qual ele teve dificuldades de encontrar local para amarar, pois, as duas margens da rua estavam cheias de animais deixados pelos comerciantes locais.
Nasrudin, entra num dos mercados e chega ao comerciante rico e diz: eu não consigo entender como vocês querem que chegue a freguesia, se vocês deixam as ruas sem quase espaço para nós fregueses deixarmos nossos animais, também?
O comerciante rico diz: essa é a nossa estratégia para que a freguesia compita entre si pelos lugares ainda vagos, para que façam as compras rapidamente, pois, a maioria das pessoas dão mais valor naquilo em que mais esforço necessitam colocar.
Na terça-feira bem de manhã, Nasrudin chegou com uma tropa de burros, ocupando as vagas dos comerciantes locais. ( Arcélio Alberto Preissler )

Inserida por ArcelioPreissler

Doce loucura
Dramas e travessuras
Kamasutra na rua


O meu Amor vem da rua
Vem das aventuras
De uma menina cheia de frescuras


O meu Amor vem da rua
Vem dessa droga que me vicia


Vem da maldade que alimenta o meu ser
Vem das feridas que causei a um alguém


Doce loucura
Do qual o Amor não é a cura
A dor dura
Pois a um impulso feito de armadura


A minha pele costura
O estômago embrulha
Das coisas que fiz as escuras


Mensagens aos ouvidos do mundo
Ao meu um ser surdo
Cala-se pra sempre a voz de um miúdo
Do qual foi pintado se monstro


Ah não pintou-se de monstro
Que viviam seus tormentos
Pelo sangue derramado
De suas vítimas lamentando

Inserida por lazarosabino193

⁠Uma invasão na reflexão de um silêncio, imagine com os olhos fechados, aquela rua que tanto gostava, as árvores balançando, as formigas trabalhando e aquela saudade que nos preenche tirando o vazio de dentro para um pensamento de lembranças boas. O tempo passa…

Inserida por StudiodoDi