Monstro
Se todos trabalhamos juntos contra a crise da percepção, venceremos então o monstro da ignorância através da Arte e Cultura...
Venha, junte-se a nós... Somos o movimento de afluição dos sentidos. Somos parte da corrente transformadora que perturba os velhos moldes do fazer! E para você que ainda não acredita... Somos apenas vontade, desejo e poesia...
Não domine minha confusão, pois isso não é amor e nem nunca será paixão que se perde entre monstro;
Esse seu ego me machuca e me cura com as premisías de um amanhã singelo e belo;
Deixa tudo o que não se pode levar, pois os dias são iguais;
Seja como é que nunca ficará tão belo e tão agradável sem você;
Por que não se explica para o coração o por que insandecidamente nos perdemos e nos entregamos à felicidade;
O MONSTRO
Sei do que se passa,
Não sei como mas sei...
E morro de saudade
Nem sei de que
E é por isso que às vezes escrevo
E nem descrevo
Porque nem sei o que é isso
Ás vezes um monstro emerge do lago
E eu tenho medo
Mas me fascina e eu escrevo...
não sabes o que é o mundo
onde termina o horizonte começa a ansiedade
e a cidade é um monstro consumindo tua presença
não sei o que quero , mas tua ausência só me diz:
não sabes o que é o mundo...
e eu sei, pelo menos até saber-te perto
então transito, assim como se fosse tudo tão bonito
mas a brisa só deixa teu perfume a me dizer
não sabes o que é o mundo...
eu não sei
Meu verdadeiro eu: um monstro
Desistiu... desistiu de mim.
Seus olhos negros como a noite transmitem um desespero sem fim.
Não consegue ver nem um pingo de bondade.
Não há lealdade.
Sou um fracassado.
Um caminhar malogrado.
Creio que ele se sente logrado...
Esperava mais de mim.
Não me queria assombrando seus pensamentos.
É... mas ele tirou dos olhos a venda.
E hoje o que vê é uma tremenda fenda...
uma frincha... uma abertura... uma fresta bem escura.
Uma tragédia. Ele não esperava por isso... nem eu.
Mas foi o que aconteceu: tirou a venda dos olhos e viu meu verdadeiro eu.
Há uma razão nessa escuridão.
Há uma razão... e isso entristece demais os corações... o dele e o meu.
O homem é a extinção da vida, o homem é o monstro debaixo da cama, o homem transforma o homem no próprio homem.
O passado do homem se torna um monstro quando ele perde o controle da mente no presente, planejando construir o seu futuro.
Não transforme o seu problema em um monstro, senão ele acaba com a sua vida, fazendo sombra para a sua alma.
Vivendo nesta Era
de um monstro
invisível e mortal,
Por ambição
tenho me feito
voz universal,
Mansa paragem
ensinando as vias
para a liberdade
mesmo longe
da tempestade.
Os flocos de gelo
próprios do tempo
nesta bela noite
nos cobrem como
se fossem uma
chuva de arroz
ao menos em sonho:
Para não deixar
o descaso roubar
a essência
e o quê me leva
a não desistir
rumo à felicidade.
Da felicidade que
eu hei de ter
em sua companhia
no deserto de sal
e que virá em breve
na próxima
Superlua de Neve;
Nós dois com direito
à paz sideral
e tudo aquilo
que a paixão atreve
e dois adultos
que se merecem.
