Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Viver. Teria algum manual escondido nos confins da terra?
Como viver? Dá para ser feliz numa jornada onde cada dia pode surgir algo novo, nos machucar, nos alegrar.
Como viver numa vida tão incerta, onde forças maiores interferem em nossas vidas? Como caminhar numa estrada onde não sabemos onde termina?
Creio que isso é a prova mais concreta de que não só o mundo, mas toda a vida é movida por perguntas, algumas desconfiamos que não estamos prontos para saber a reposta e outras que quem sabe nunca saberemos a resposta.
Depois de já ter ouvido muitas respostas, certas e incertas, acredito que deve haver um equilíbrio entre o viver espontaneamente e o viver planejadamente. Pense bem, que graça teria a vida se fosse totalmente planejada? Ou que tristeza seria se fosse totalmente espontânea?
A vida já é pré-espontânea e pré-planejada. Nós nascemos e morremos, isso é um plano. Porém, coisas dentro do viver são altamente espontâneas, não há planos para nascer, nem para morrer.
A chuva caiu, molhou a terra tão sedenta, trouxe o verde novamente ao sertão, alegrou a vida do retirante, renovou esperanças até no amor, revestiu nossa alma do mais puro frescor. Sinônimo bençãos hoje em dia e também antigamente, fez a relva em brota nova renascer. Bela chuva, doce chuva, traga-nos mais sonhos, novos e antigos, renove nossa esperança, devolva-nos a doce lembrança. Ah chuva, doce chuva, vem... Nos queira bem em qualquer instante, lave nossa alma da secura de amor,refrigere o calor nos pesadelos sem paixão... Devolva-nos todos os sonhos que já vivemos, leva-nos no seu canto, na sua melodia, que um dia, o amor totalmente embalou. Traga-nos o abraço acalorado da paixão ao nosso sonho, que hoje em dia tanto insiste em não mais voltar... Ah chuva! Doce chuva, onde você foi? Ah sonho, belo sonho! Quando vai voltar? Enquanto apenas em lágrimas brotar, na terra, tenaz secura ainda haverá. Cada dia sem amor, no silêncio da madrugada, sempre alguém irá chorar...
Sou apenas uma terra seca e sem flores, esperando que tu derrames sobre mim as gotas reflorestadoras de teu amor.
Busquei além do horizonte o amor e a paz, sei que eles existem em outra terra, mesmo assim a tristeza e a felicidade aqui estão ao meu lado. Porém, depois de muitas batalhas e dores, chegará o dia em que meus olhos irão encontrar e contemplar o caminho que me levará de encontro aos meus sonhos.
Meu silêncio te condenará o resto da sua passagem pela terra. Que sabe te acompanhará durante o teu sofrer pelo inferno.
a terra é estéril,
a arca vazia,
o gado minga e se fina!
António, é preciso partir!
A enxada sem uso,
o arado enferruja,
o menino quere o pão; a tua casa é fria!
É preciso emigrar!
O vento anda como doido – levará o azeite;
a chuva desaba noite e dia – inundará tudo;
e o lar vazio,
o gado definhando sem pasto,
a morte e o frio por todo o lado,
só a morte, a fome e o frio por todo o lado, António!
É preciso embarcar!
Badalão! Badalão! – o sino
já entoa a despedida.
Os juros crescem;
o dinheiro e o rico não têm coração.
E as décimas, António?
Ninguém perdoa – que mais para vender?
Foi-se o cordão,
foram-se os brincos,
foi-se tudo!
A fome espia o teu lar.
Para quê lutar com a secura da terra,
com a indiferença do céu,
com tudo, com a morte, com a fome, coma a terra,
com tudo!
Árida, árida a vida!
António, é preciso partir!
António partiu.
E em casa, ficou tudo medonho, desamparado, vazio.
Tá difícil né parceiro? Mas lembre-se que os maiores Guerreiros da terra enfrentaram as piores batalhas e venceram uma à uma.
Em uma pequena vila, entre o céu, a terra e um riacho, morava um jardineiro que plantava árvores. Árvores que davam frutas, árvores que davam sombras, árvores que davam madeiras e até uma ou outra que não davam nada, mas eram lindas árvores. Regavas e podava seus galhos para que crescessem forte, e dessem belas frutas e sombra às margens do riacho. Centenas de passarinhos passavam por ali, deliciando-se a sombras das árvores, construindo ninhos e comendo as frutinhas, e com certeiros rasantes, bebiam a água fresquinha que corria pelo riacho. E assim o jardineiro deixou passar dezenas de primaveras, outonos, invernos e verões, sempre cuidando de suas árvores do mesmo jeito. Um dia então, ouviu uma voz diferente, um canto diferente, olhou e era um passarinho, era igual a todos, mas parecia diferente, olhava o jardineiro nos olhos. O jardineiro achou estranho, mas voltou ao trabalho. Mas disfarçadamente observava o passarinho todo dia, no mesmo lugar. Um dia o jardineiro se aproximou, e ela não voou. Então ele notou que a pequena ave, que olhava nos olhos, trazia em seu bico um raminho de algum tipo de planta. Ele pegou, e plantou. A Plantinha cresceu rápido, pois era bem cuidada pelo jardineiro, e constantemente vigiada pelo passarinho, que vinha todo dia. E o jardineiro esperava ele chegar, para começar a cuidar da plantinha. O canto do passarinho era maravilhoso, uma voz suave, e um olhar tão doce quanto as pitangas do pomar. Então um dia aconteceu: a plantinha, já era um arbusto e estava carregada de flores, só então o jardineiro, que não era especialista em arbustos viu...era um bouganville, com flores violetas, era lindo, e no galho mais alto estava a passarinha. Mas estava diferente, mal cantava, já não olhava nos olhos...o jardineiro percebeu, a missão estava completa. Agora em meio a tantas árvores, tinham flores, lindas flores. O jardineiro sentiu que ela iria partir. E ela, apesar de não estar em uma gaiola, também gostava de estar ali pertinho do jardineiro, mas ela era um passarinho, tinha de voar e espalhar as flores pelos lugares que não tinham... Então ela olhou o jardineiro nos olhos pela última vez despedindo-se sorriu, e ela voou...
e ele pensou no coração: Seja feliz minha adorada amiga...
Uma vez volhei para o ceu e vi uma bela estrela mas olhei para a terra e percebi uma mais bela ainda: VC
E eu queria ter asas...
Queria poder voar...
Voar pra uma terra longinqua....
Longe do egoísmo, ódio, rancor, impiedade, intolerância,desafeto e desamor.
Anjo da Terra que tão bem me faz
Olhar e sorriso que trazem a paz
Por que a distância te afasta de mim?
Faria o possível para não ser assim.
Anjo da Terra que me cativou
com doce ternura você me ensinou
que a vida é mais simples do que parece
Te faria feliz se uma chance me desse
Anjo da Terra como é bom te amar
Eu sei que estou certo por te esperar
Pois sei que seremos bem mais no amor
Deixando de lado aquele temor
que tanto um dia já demos valor
Anjo da Terra,abra seu coração
Se deixe levar pela doce emoção
de viver uma vida tranqüila e alegre
Me dê sua mão para que eu te leve
Deus me mandou pra viver só nessa Terra, sem irmãos pra dividir o peso, sem primos pra crescer junto, por que eu deveria esperar mais da vida?
Esperar não ser só?
Que bobagem.
Só perdi tempo com isso.
Podiámos amar tudo aquilo que existe sobre a face da terra. Mas o amor que nos completam, pode ser traçoero.Quando tudo parece perfeito a estrutura caí.
Tudo o que somos é poeira no vento.
Agora, não espere,
Nada dura para sempre
Mas a terra eo céu.
Elas escorregam
E todo o seu dinheiro
Não vai comprar outro minuto.
" Há uma possibilidade de se viver o céu aqui na terra, basta que o Reino de Deus esteja dentro de você"
"No natal, eu mal consigo segurar o sorriso, rio de tudo, com tudo e com todos, a terra emana uma essência que da até pra sentir o cheiro, o bem e o mal hoje fizeram uma trégua, a atmosfera mudou, hoje é o dia em que um homem nasceu, o homem que dividiu a historia da humanidade em duas, antes e depois dele, e ele ordenou a todos para amarmos os outros assim como nos amamos, precisamos nos amar, precisamos amar os outros, precisamos do amor, um dia vou criar uma lei, onde todos nesse dia tenham o direito de ser abraçado, e o dever de abraçar, não esses abraços de tapinha nas costas que as pessoas dão por ai, mas um daqueles que tira o fôlego e chega até a estalar os ossos, que diz em silêncio "como é bom estar com você" abraço de verdade, com amor, que lança fora todo o medo, o medo de parecer falso, o que é de verdade nunca será falso, somos da mesma raça, somos irmãos, a sombra das nossas mãos unidas, o sangue que corre nas nossas veias são da mesma cor, todos somos um, um com Deus, e a ordem hoje é amar, porque Deus é Amor. Feliz Natal."
