Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia

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A terra chora lágrimas de sangue...
A terra sangrar é suas vísceras estão exposta..
O homem aquece o mundo grita...
Suas lágrimas inundam o mundo...
O homem tira todos recursos naturais depedra cada cantinho da terra...
Sera terra prometida seria o deserto de nossas almas...
A frieza cortamos a floresta envenenado as águas destruindo as nascentes...
A terra pega fogo pois a desculpa o mato está seco pega fogo....
Espécies são extintas pela ganância e suas experiências de transformação...
A terra sonha em um dia ser adorada pois é único instante que a dor tolerável.

Somos as entranhas da terra os ventos do apogeu...
No apocalíptico o caminho é caótico do pó para o pó...
Nossas consciências estrangeira o que falamos nos dias de hoje é o globalização e polarização de um sistema orgânico e digital...
Nas diretrizes da alma somos fruto do desconhecido...
Para o mundo somos alienígenas.

​O Último Leilão do Verde
​O ar pesado, difícil respirar.
As águas poluídas, a terra seca, árida.
Num Brasil outrora de verde,
A última árvore gigante é leiloada...
A terra já não tem mais ouro.
​Nas edificações: ruínas,
Ou aglomerados de ricos e poderosos apenas.
Ar condicionado e água pura reaproveitada.
Mau cheiro... e ratos poucos,
Pois a própria poluição matou quase a todos.
​A radiação solar se torna mais forte,
As cidades, vazias.
Novas expedições ao espaço demarcam
Que o refúgio frio e sem vida está nas estrelas.
Enquanto isso, os últimos seres animados — ditos humanos —
Se retorcem em seus próprios corpos,
Sem forças, apenas pele e ossos.
​O pensamento da existência contemporânea
É agora um passado distante.
​A Era dos Sintéticos
​Entre as naves temporais e as naves de transdobra,
Movem-se seres sintéticos e híbridos,
Alguns robôs, entre eles androides.
A humanidade está depositada em depósitos de embriões,
Onde máquinas replicam o ventre da mãe.
Outros humanos seguem congelados na criogenia.
​Novas raças são encontradas pelo universo:
Simbiose de alienígenas e seres humanos,
Os transdimensionais.
​E mesmo tendo a humanidade viajado por eras,
Ainda debate velhos conceitos...
E velhos preconceitos.

Diário de Bordo: O Retorno dos Gafanhotos à Velha Terra
​O que parecia um mito nos becos escuros das favelas espaciais agora estava em nossas mãos: a chave temporal. Ligada aos cristais de tempo que contrabandeamos e alimentada pelos novos motores tridimensionais, a nossa lata velha deixou de apenas flutuar no espaço; agora, ela rasga o próprio tecido do ontem e do amanhã.
​Ao ver os indicadores do painel brilharem com a energia cronológica, os olhos do capitão faiscaram de pura malícia. Ele tragou o resto do cigarro, olhou para a tripulação de loucos e deu a ordem que mudaria o rumo da galáxia:
— Vamos voltar para a Velha Terra.
​O plano não era um retorno pacífico ou um resgate nostálgico. Nós tínhamos novas perguntas que só o passado poderia responder, mas, acima de tudo, precisávamos de novas cargas. O estoque de cachaça de metanol estava no fim, os embriões precisavam de reforço e o universo ainda tinha muitos postos de combustível para explodirmos. A Terra — com toda a sua história de guerras, recursos e a nossa própria linhagem de malandros — era o mercado atacadista perfeito para a nossa predação.
​Os motores tridimensionais roncaram, os cristais de tempo canalizaram a energia quântica e a nave inteira tremeu, saltando através das eras.
​A humanidade já era o terror do espaço profundo. Agora, com o controle do tempo, nem o passado da Terra está a salvo de nós. Segura o cinto, porque os gafanhotos estão voltando para casa.
​— Por Celso Roberto Nadilo

O mundo não gira ele capota em suas metáforas ate um terra plana acreditam!
Imagina as estrelas serem luzes de abajur de Deus.

A viajem a lua muda algo na sua existência?
A Terra sendo redonda muda algo?
A vida de um ser alheio a sua vida vai mudar algo...?
Enquanto trabalhamos pegamos ônibus, dirigindo para trabalho ou vamos estudar, so que seremos nada mais do que parte do coletivo... sombras um caminho sem rumo...
Mais quando somos parte da história pagamos o preço mais somos descrito da página descrita na história.

*A venda do Brasil*
Força dos governadores de direita vendem a terra para exploração e também seja um território estrangeiro.
Alienação política gera riqueza e trás respostas ao Paradoxo do rico e pobre.
Interferência estrangeira nos países são claras expostas para sermos escravos da nações invasores.
Sera obstáculo da alienação povo título o gado.

O domingo é simplicidade o cheiro da terra,
Cheiro da chuva trás doces lembranças,
O canto tímido do pássaros enaltece nossas vidas...
O vento frio diz inverno chega em mais uma frente fria.
A nostalgia é simplicidade num fogão de lenha...
O barulho dos carros passando tem o sussurros dos sentimentos rústicos no espírito mais um final de semana.
Na há pipas no céus mais doçura do gavião voando no céus.
Na imensidão voz que devora alma e espírito no passar do tempo.
O almoço está quase pronto, mas, o sono é gostoso e o pássaros gritam esta frio a água ferve os borbulhas trazem a tona cheiro da lenha queimando. O feijão está ainda duro,
Mais carne chama os vizinhos. Canto junto com pássaros enquanto o gato mia com fome.

​O Despertar da Matriz Cósmica
​A Terra não era apenas um lar para a humanidade; era uma incubadora.
​Enquanto os homens se digladiavam em Mercúrio por causa da gripe de silício, a atmosfera terrestre mudava drasticamente. A poluição industrial, as armas de plasma e a queima de recursos alteraram o campo eletromagnético do planeta. O céu se transformou em uma máquina de tempestades perpétuas. Os relâmpagos, que antes eram fenômenos climáticos comuns, tornaram-se descargas colossais de energia estática — o gatilho perfeito, esperado há milênios.
​Esses relâmpagos agiam como um cordão umbilical elétrico conectado diretamente à Lua. O satélite da Terra, na verdade, era oco: um gigantesco ninho adormecido de dinossauros de energia. Os filhotes dessas criaturas titânicas, que dormiam no núcleo lunar profundo desde a aurora dos tempos, começaram a se agitar, absorvendo os pulsos elétricos enviados pelas tempestades da Terra.
​Mas o verdadeiro estopim para a expansão desse bio-universo estava escondido sob a areia do nosso próprio planeta.
​Dentro das antigas pirâmides do Egito e das Américas, nanopartículas ancestrais e adormecidas foram expostas à nova atmosfera alterada pelo homem. Como engrenagens de uma tecnologia biológica esquecida, essas nanopartículas despertaram, emitindo uma frequência que rasgou o tecido da realidade subatômica. Elas abriram os portões para o nível mais profundo do ecossistema cósmico: o reino da matéria escura.
​Das fendas geradas pelas pirâmides, surgiram os Besouros-Peixes, criaturas híbridas e biomecânicas que nadavam pelo espaço como se o vácuo fosse um oceano denso. Eles não precisavam de sol, plasma ou radiação. Eles se alimentavam exclusivamente de matéria escura, devorando a massa invisível que mantém as galáxias unidas.
​A cadeia alimentar do universo havia chegado ao seu ápice assustador:
​Na Terra, as pirâmides liberavam as nanopartículas e os Besouros-Peixes limpavam a matéria escura.
​A atmosfera terrestre carregada disparava relâmpagos para chocar os Dinossauros de Energia dentro da Lua.
​No espaço profundo, os Navegantes dos Ventos Solares faziam seu balé radioativo, servindo de banquete para as Baleias Planetárias.
​E na estática invisível de tudo isso, as Gaivotas Transdimensionais observavam.
​A humanidade achava que estava mudando o clima do planeta por acidente. Na verdade, eles estavam apenas girando a chave para o despertar do verdadeiro bio-universo. Os deuses de energia e os titãs de matéria escura estavam famintos, e a Lua estava prestes a quebrar como uma casca de ovo.

O Processo Seletivo do Progresso
​No desfrute da árvore, sua sombra reluzindo sobre a terra emana vida — e isso é bom.
No calor sufocante, a água congelada dos Alpes da montanha refresca o corpo.
Os peixes nadam, parecendo flutuar nos céus; isso é maravilhoso.
​As frutas da árvore caem, mostrando que a gravidade está longe da nossa compreensão. Como as folhas secas, o fruto se decompõe ou gera outra árvore; e isso foi bom de se ver.
​O vento surge juntamente com as nuvens carregadas de chuva. Mas o calor escaldante afasta as águas... Vejo o sopro levar as nuvens para as camadas superiores. É lindo ver a natureza. Os pássaros dançam nos céus, desenhando um novo início.
​O calor aperta. Um sorvete é bom, delicioso, mas o vento frio denuncia o que vem adiante.
Nas fronteiras dos sonhos, reside a devastação humana e o descaso com o lixo. O desrespeito à vida.
Os desejos de futuro tornam-se profundos demais enquanto os animais somem e os pássaros abandonam os céus.
​O denso ar poluído ganha contorno: carros barulhentos, pessoas sem noção... Música alta que se autointitula arte. Até os ratos correm por onde antes voavam pássaros. Agora, voam apenas moscas e baratas.
​Nesse caos ambiental, bolsões de vida resistem, mas cobra-se entrada — pois tornaram-se parques do Estado, reservas nacionais, praças e corredores controlados. As árvores carregam poeira nas folhas; os pássaros estão restritos a um meio ambiente sitiado. Onde antes caminhávamos sobre águas límpidas e reluzentes, agora impera o mau cheiro.
​Modinhas são desenvolvidas e resumidas nos likes do algoritmo: alienação intelectual pura.
Dizem que a vida tem urgência, mas tudo passa rápido demais. A alienação faz todos engolirem o processo seletivo do progresso, enquanto as infames manobras políticas revelam-se máquinas de enriquecimento ilícito.
​A legalidade tornou-se peça de museu, como bichos empalhados. É pão e circo que o povo quer? Pois que venham com a palhaçada. Enquanto isso, animais marcham pelas estradas vazias, pedindo carona.
​As aves observam o horizonte sob luzes de um céu anômalo, enquanto a maré vermelha bate à porta. Os reservatórios pluviais secam; suas nascentes foram destruídas pela indústria que busca espaço onde outrora era mata.
​As folhas secas dão origem ao deserto árido. O sopro do vento leva embalagens plásticas de refrigerante, como em um velho oeste americano feito de lixo. A água que caía dos céus, limpa e cristalina, agora cai ácida, negra de fuligem.
​Inundações e secas extremas ditam o novo cenário ambiental. O fogo que sai da terra demonstra que o mundo, finalmente, acompanha a natureza autodestrutiva do ser humano.

Sobre a Arte do Povo Brasileiro






O Brasileiro é o único Povo da face da Terra, que consegue usar o pouco de inteligência do cérebro que lhe resta, e emprega todo o esforço em seu uso, para continuar burro. Em outras palavras: é o único Povo que consegue usar a engenharia da Inteligência, para continuar sendo IMBECIL!


Às 06:52 in 18.07.2026

O diabo sabe que do Brasil se levanta um dos clamores mais intensos da Terra. Por isso, ele não ataca apenas de frente; prefere se infiltrar silenciosamente.


Levanta falsos mestres, promove a imoralidade, a perversão e a vaidade. Seu objetivo é abrir brechas na Igreja, esfriar o amor pela verdade e neutralizar a força do povo de Deus.

Terra fora de órbita: armamentistas contra o país se armar nuclearmente, e desarmamentistas querendo um país nuclearmente armado.

⁠⁠A terra fica profundamente entristecida com a sua partida, mas com a esperança de vê-la laureada no céu!
Vá em paz!

Vivo, enquanto vivo
Sem vinho e nem uva
Nem terra e nem chuva
Rio, enquanto houver riso
Vivo porque preciso
Erro por não saber
Errar é a única ciência
Que tenho certeza que tenho
Mas não existe certeza de nada
Pode ser que eu esteja errado

Edson Ricardo Paiva

"Sou irmão da terra...das águas...das estrelas...sou filho do universo...senhor do tempo...do espaço...do infinito...do eterno amor."✨✨❤️💫✨✨✨✨

⁠Não é a Beleza,Inteligência,Dons e Talentos Que Leva a Pessoa à Terra Prometida.É Deus Através do Deserto.

⁠Não é Preciso Competir Para Chegar na Terra Prometida.

A salvação de uma alma é mais preciosa que tudo que existe nesta terra. Eds
Eis me aqui Deus

​O Grito da Terra: Manifesto Contra a Cegueira Humana
​Nos confins do gelo extremo e nas profundezas abissais do oceano, a vida prospera em formas raras e magníficas. Dos ursos polares, pinguins, morsas e focas à misteriosa lula gigante, o planeta abriga uma biodiversidade complexa demais para ser ignorada. No entanto, a ganância e a futilidade parecem ter afastado a humanidade da verdadeira razão. Deixamos de dar valor ao que temos, trocando a lógica da sobrevivência e do equilíbrio por um vazio existencial.
​A Era Industrial e a Deformação do Clima
​Consolidados em uma era industrial, deformamos a atmosfera e intensificamos o efeito estufa, alterando a dinâmica de fenômenos climáticos como o El Niño e a La Niña. A poluição que emana das fábricas e dos automóveis exige uma tomada urgente de consciência. O lixo é uma responsabilidade individual que ignoramos: cada ação humana gera colisões ambientais catastróficas. Rios que outrora eram limpos e cheios de vida, hoje foram degradados a ponto de abrigarem apenas bactérias.
​No passado profundo, os dinossauros testemunharam uma dinâmica planetária violenta, moldada por vulcões que despejavam gases, lava e poeira na atmosfera. Hoje, o perigo é outro: o negacionismo político e o extremismo ideológico agem como fantasmas de uma era de escuridão medieval, queimando o futuro em nome do presente.
​A Teia Partida e a Ilusão do Progresso
​Somos apenas poeira atômica diante da imensidão do universo. Habitamos um ambiente adverso e incrivelmente raro, mas não nos damos conta dessa singularidade. A prova disso está na forma como destruímos o micro para expandir o urbano.
​Quando um anel viário é construído sem o devido cuidado, a erradicação de um besouro que só existia naquele ecossistema quebra uma teia invisível. Aquele inseto era o sustento de macacos-prego, jacarés-de-papo-amarelo e lêmures. Sem ele, a engrenagem falha. Uma simples estrada fragmenta a vida.
​Onde Está a Nossa Decência?
​O reflexo dessa destruição bate à nossa porta. Sem florestas contínuas e sem presas, as onças são forçadas a circular pelas cidades em busca de alimento e refúgio. Nas rodovias, animais morrem atropelados sob a indiferença de uma sociedade que não compreende a gravidade do problema. Confinamos a natureza a parques minúsculos — pequenas ilhas verdes sufocadas pelo cimento.
​Onde está o nosso senso de decência, de caráter moral e de responsabilidade ambiental? A vida na Terra grita por socorro. O homem sonhou em ser grande, mas perdeu-se no próprio egoísmo, esquecendo-se de que, ao silenciar a natureza, decreta o fim de si mesmo.
Por Celso Roberto Nadilo