Minha Terra tem Palmeiras onde Canta o Sabia
Há um lugar
Carrego uma terra inteira dentro do peito, não feita de mapas,
mas de lembranças que
insistem em voltar.
Há um lugar onde tudo soa mais vivo, onde o vento sabe meu nome
e o silêncio não pesa.
Aqui, as coisas existem,
mas não me reconhecem.
O céu é o mesmo, dizem,
mas não brilha igual ao
que mora em mim.
Sinto falta até do que nunca toquei,
porque a ausência também aprende a criar raízes.
Que eu não me perca antes de voltar,
nem desaprenda o caminho daquilo que me forma.
Que eu ainda veja,
nem que seja por dentro,
o lugar onde meu coração repousa.
Porque há saudades que não pedem distância —
pedem reencontro.
O Nome
Teu nome chegou devagar no meu peito,
como chuva fina molhando a terra seca,
e desde aquele instante estranho e bonito,
nenhuma outra palavra teve o mesmo peso.
Te chamar virou minha forma favorita de sorrir.
Há nomes que o vento leva embora,
mas o teu ficou gravado em mim,
como canção antiga que nunca envelhece,
como perfume preso numa roupa esquecida,
como promessa feita baixinho ao coração.
Quando a saudade aparece nas madrugadas,
eu repito teu nome em silêncio,
e ele acalma minhas guerras por dentro,
como se tua presença atravessasse a distância
só para segurar minha mão mais uma vez.
Teu nome combina com meus sonhos,
com cartas nunca enviadas,
com poesias que escrevo sem perceber,
porque até meus versos aprenderam
a procurar você em cada linha.
E se um dia perguntarem o motivo
desse amor tão calmo e tão infinito,
talvez eu não saiba explicar direito…
mas basta ouvirem teu nome saindo da minha boca,
para entenderem tudo que sinto.
Título: Armagedom
1
Os céus se rasgam em silêncio,
A terra treme sem avisar.
O tempo grita seu último verso,
E ninguém consegue escapar.
2
Taças derramadas sobre as nações,
O orgulho cai diante do Rei.
Toda mentira perde a voz,
Só a verdade permanece de pé.
3
Armagedom se aproxima na fumaça,
Reinos se levantam para lutar.
Mas quem governa sobre a história
Nunca deixou de reinar.
4
Quando o trovão rompe a madrugada,
Todo joelho há de se dobrar.
No fim da guerra nasce a esperança:
O Cordeiro veio para reinar.
5 — Rap
Olha o relógio, o tempo zerou,
Quem riu da verdade agora se calou.
Não é ficção, nem filme de ação,
É o Rei voltando com justiça na mão.
Impérios caem, coroas no chão,
Dinheiro nenhum compra salvação.
Eu escolho a luz, não a escuridão,
Cristo é o caminho, a ressurreição.
No Armagedom não vence o mais forte,
Vence quem viveu pela fé até a morte.
O céu anuncia o eterno começo,
A glória de Deus é o meu endereço.
Raiz que não se arranca
A terra não é chão:
é corpo antigo,
é pele marcada pelo sol e pela memória.
Cada passo indígena é um traço no mapa do tempo,
onde a raiz aprende a resistir
mesmo quando tentam
chamá-la de invasão.
A luta não grita
— permanece.
É flecha feita de direito,
é canto que demarca o invisível,
é sobrevivência plantada no hoje
para que o amanhã não seja um deserto sem nome, sem povo, sem origem.
Sete de fevereiro
Não é data: é vigília.
É a história de pé, sem pedir licença,
defendendo o que sempre foi seu.
Enquanto houver terra respirando,
haverá luta
—e ela nunca esteve sozinha.
Aqui o Brasil não é mapa —
é corpo em brasa.
A pele da terra rasga em fogo,
e a fumaça sobe como um grito antigo
que ninguém quis ouvir.
No peito, a bandeira ainda pulsa,
cercada por cinzas e promessas queimadas.
O verde virou carvão,
o azul resiste como céu ferido,
o amarelo tenta lembrar que já foi sol.
Cada labareda é uma história interrompida,
um rio que pede socorro,
uma floresta que reza sem língua.
O país arde, não por acaso,
mas por descuido,
ganância e silêncio.
Mesmo em chamas, há algo que não morre: a esperança teimosa que brota na rachadura.
Do fogo pode nascer semente —
se o povo acordar,
e decidir ser chuva.
"Quando duas almas se dão as mãos no céu,
não há nada na terra que as separe!"
Haredita Angel
27.10.13
Nada mais na Terra será igual!
Tudo o que conhecemos mudará!
A política, a religião, o controle social deixará de nos separar. A verdade nos libertará! Precisamos nos conectar conosco, com o nosso amor próprio para sermos capazes de dar e receber amor fraterno.Voltaremos a conviver como uma grande comunidade, da qual nunca deveríamos ter deixado nos perder.
O futuro é Ancestral! ❤️
Tive esse Insight há 11 dias 🙌
Hoje é dia 14/07/26
Jane Fernanda Nogueira ✨🌀
Instagram @Feh.Jane 🦋
... o cenário
de terra arrasada que
tomou conta do poder no Brasil,
nos remete à frase do saudoso jornalista
Paulo Francis: "Godzilla sempre morre
no fim, mas causa um estrago
dos diabos"!
... não aportamos
nesta terra para servirmos como
passivos porta-vozes de seus maus-tratos
e incompatibilidades com o real
sentido de viver, mas para
transformá-la!
Paramos de olhar para o céu porque nos acostumamos demais com a terra. Nossa mente, nossos sonhos, nossos vínculos e nossas conquistas estão presos a esta vida passageira. Porém, Paulo nos lembra que "as aflições do tempo presente não se comparam com a glória eterna que será revelada em nós."
— Romanos 8.18.
A maior bênção do Evangelho não é prosperar na terra.
É morar no Céu.
Quem entendeu isso não negocia a verdade.
Não transforma púlpito em vitrine.
Não troca eternidade por conforto temporário.
miriamleal
A única conquista que atravessa a morte é a salvação.
A única coisa que levamos desta terra é a nossa alma.
miriamleal
A semente só gera fruto quando aceita cair na terra e morrer. Assim também é conosco: existem hábitos, medos, feridas e versões de nós mesmos que precisam ser deixados aos pés de Cristo para que a vontade de Deus floresça em nós. miriamleal
