Meu Eterno Amor minha Filha
Meu amor,
Estou lhe escrevendo para lhe falar o quanto eu preciso e necessito de ti. Apesar de saber que não poderemos estar próximos em todos os momentos, mesmo assim prometo habitar o coração daquele que me aceita com todas as minhas decisões, deveres e humildade. Apenas lembre-se que você sempre será a força que me sustenta e a luz que me guia ao caminho de cada coração. Mas ainda peço-te que se esforce e entre na vida e na morte das pessoas, e leve-me como uma promessa de que a solidariedade nunca morrerá.
Atenciosamente,
Caridade.
Não acorde meu amor, continue a adormecer
E quando acordar, lembre-se que te amei
Este tempo todo que adormecia
E ao acordar não estarei presente
Mas deixo meu coração na palma da sua mão
Só peço que cuide bem dele meu amor
Não o deixe escapar.
O QUE FICOU?
Perguntaram-me,
o que ficou do meu amor...
Ficou o gosto de flores
nas haste do meu jardim,
aroma de chuva molhada
na varanda do meu verão.
O arco-íres de cores...
Sob o céu da minha saudade
o riso da nossa alegria
no quarto da recordação.
Ficou, eu... E a solidão
e a tritura dos meus sentimentos
as recordações de uma paixão
em um mundo, triste e tenso.
Ficou as lagrimas da vida
molhando o ar meu amar
e, todas as musicas preferidas
que choro ao escutar.
Do nosso amor ficou você
imperatriz dos sonhos meus
e a tristeza desse querer
depois do seu triste adeus.
Antonio Montes
Ciúmes é desconfiança e insegurança, se eu tivesse algum motivo para sentir isso de um amor meu, certamente não seria um amor meu.
SEDE DE AMOR!
Oh distância cruel... meu espirito tem sede...
Sede, sedento de você... Sede de amor...
Sede de calor... Sede de seu valor... Sede do Perfume que isala, da sua alma que me cala...
Oh medo cruel de não te sentir mais...
Desta distância que me devora...
Desta sede que me leva a loucura...
Sentir o seu calor e o desejo...
Teremos direito ha ser feliz?
Sedenta de amor... sentir o seu calor...
A sede que não se acaba...
Sede que me devora a alma...
Mata-me esta sede, que me devora...
Sei que tu consegues ler e ver a minha alma...
Sede que vai e vem , com o despertar da paixão...
Sede de saudade, Sede de vontade...Ah mata-me essa minha sede...
Ah sede de amor...
Licia madeira
Meu amor,
jamais desejaria roubar-te os sonhos
Gostaria apenas que me deixasse pousar neles
Nos teus sonhos
Onde não poderás desviar de mim o olhar
nem o direito de te amar.
Como é rápida a felicidade meu amor...
No instante em que chegas, num simples alô,
enche meu mundo de flor,
meu sorriso de alegria
e a alma de harmonia.
E o meu coração vibra mais alto que o mundo
e mais profundo que você.
Tudo isso num segundo
...E a felicidade é tão fugaz, amor.
ah, meu bem
não brinca comigo...
Que amor que nada!
Isso que sinto já virou
a mais doce loucura,
desmedida e sem brandura
à muito tempo!
Amor?
É!
Mas o amor como só os loucos amam.
Amor varrido de razão,
consciência de inocência
ou pecado.
Então não brinca
Ama-me
Apenas
ama-me!
UM SÓ CORAÇÃO
A paixão nos deixou p’ra trás
Esquece o meu amor e vai
Que o destino me será melhor.
E quando estiver distante
No lembrar do meu amor
Um outro não será tão mais.
No desejo d’um só coração
Tudo se torna em vão
D’um só beijo nada faz querer.
No lembrar do que ficou
Na desventura do seu amor
Qual outro te fará viver?
A paixão nos deixou p’ra trás
Esquece o meu amor e vai
Que o destino me será melhor.
SONETO DUM AMOR IGNOTO
Obscuro este amor que me assume
E que delira no meu peito ativado
Me faz devanear, ser apaixonado
Do qual a razão não está incólume
Não o conheço, mas sinto, calado
Ruaceiro no juízo, em alto volume
Me extasiando com seu perfume
O coração totalmente encantado
Dele até me contamino com ciúme
Sem mesmo nunca o ter encontrado
E assim, no desejar, é só queixume
Este amor ignoto, e já tão amado
Neste oceano de vario cardume
O tal, reservado, virá a meu fado...
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
2017, junho
Cerrado goiano
Meu amor por você é como o sol algo que não podemos impedir. .. te amo....Seja feliz como eu sou sendo sua.
