Mesmo Distante Sempre Estarei te Olhando
Quero esquecer esses números do tempo
Horas e horas olhando teus olhos
Tocar bocas
Ouvir você de você
Azul bonito
Descobrir você, debaixo das cobertas rindo
Um monte de coisa que imagino
E um monte de um gostar sem por quê
DUAS COLHERES DE FERMENTO
olhando de perto esse amor novo
com cheiro de brisa fresca
com seus laços tão bem dados
tão leve… tão gostoso…
tenho medo que tudo desande
e estrague toda a massa
(é por isso que estou aprimorando a receita)
http://julianaescreve.wordpress.com
Olhando pela janela do céu tudo parece tão claro,é claro,o fim se aproxima dia após dia, passo a passo como em um corredor da morte,então elevo meus pensamentos até você tentando entender o por que destas lágrimas e o por que desta dor que cria em mim rancor.Buscando uma maneira a todo custo,pensando saber demais,pensando ter as respostas,e sem perceber isso me levou pra longe de Ti para uma terra longínqua,me fazendo desperdiçar os tesouros que colocaste em minha alma e em meu coração.E agora que tudo acabou,me sinto sozinho,em uma prisão sem muros,perdido e por dentro a uma vazio e uma fome com a qual não consigo conviver e nem preencher com as bolotas que os porcos comem.O chão já não parece tão desconfortável,e o frio aquece bem mais que o calor,tudo se tornou tão natural pois já se foram tantos dias sorrindo para disfarçar a dor que já nem consigo discernir entre dia e noite.Olhando ao meu redor e vendo meu mundo desabar,me fez entender o quanto sou frágil sem você,e mesmo caindo em mim e tendo consciência de que tenho que voltar pra casa,não tenho forças.A minha esperança está nas verdades de tuas palavras,pois mesmo morrendo sei que viverei,por isso peço oh Pai querido liberte-me,me leve as campinas verdejantes a um lugar de descanso,onde podemos sentar e conversar,sinto muito sua falta e já não sei o que fazer para voltar.Preciso que me mostre o caminho,por que meus olhos estão cansados de olhar para o horizonte sem nada conseguir enxergar,talvez deva deixar a revolta pra lá e parar de contigo lutar,para que sua mão possa até mim chegar.Será mais um dia ou uma noite?Não sei ainda...por que essa dor não se finda,essa dor não se finda...
Olhando aquela estrela
Lembrei do meu grande amor
Saudade dos tempos perdidos
De tudo que o tempo levou
Olhando aquela estrela
Senti algo dentro de mim
Uma voz que aos sussurros dizia
Que tudo terá o seu fim
Olhando aquela estrela
Eu compreendi seu olhar
Sorri com o mistério da noite
Ganhei a alegria de amar
Olhando aquela estrela
Eu pude entender o que é sonhar
Quem faz planos para toda vida
Um dia, uma estrela será
Olhando aquela estrela
Eu soube saber quem eu sou
Apenas mais um entre muitos
Que brilham e superam uma dor
Olhando aquela estrela
Não foi tão difícil pensar
Naquilo que todos falavam
"Se eu quero, também vou brilhar"
Olhando aquela estrela
Pulei de um arranha-céu
Voei como um passarinho
Beijei os seus lábios de mel
Olhando aquela estrela
Fiquei frente a você
Saí do meu coma profundo
Você me ensinou a viver
Olhando aquela estrela
cadente, temi o pior
Mas tudo ficou bem mais simples
Meu mundo mudou para melhor
Olhando aquela estrela
E as outras também ao redor
Me fez refletir que na vida
Jamais ficaremos tão sós
Olhando aquela estrela
Clareando a escuridão
Queria mostrá-la aos meus filhos
E aos outros que ainda virão
Olhando aquela estrela
Sepultei a minha solidão
Julguei inocente o destino
Te entreguei o meu coração.
Hoje, olhando para traz,
descobri que a dor passa,
que o sorriso se acaba,
que a felicidade é passageira,
que os problemas tem fim,
descobri que o ciúme era sinal de amor,
mas que a confiança era a chave dos relacionamentos e das amizades.
Hoje eu vi que a discussão entre beleza x conteúdo não tem lógica.
Mas e o amanhã, que fazer com ele?
Afinal, ainda me resta aprender a esquecer um amor,
dizer eu te amo outra vez,
e te ensinar tudo isso!
Abro as janelas e voou atrás dos meus sonhos posso morrer mais não ficarei a vida inteira olhando a paisagem.
Já estou imaginando quando voce chegar, vou ficar só te olhando sem poder te tocar.
Quando te falei que eu poderia te explicar o que sinto, eu menti, porque o meu amor ele foge de todas as explicações.
Olhando pela janela, vejo o sol incidindo
Derrama luz na estante, no relógio, na maçaneta
Na ampla sala vazia de cor
A mesa está posta
Toalha branca, límpida, ingênua
Pratos limpos, panos largos, pães, leite
Não há ninguém à mesa
Há o silêncio, o abandono, o não ser
Rastros invisíveis, sombras do vácuo
Tudo passa despercebido e nada é nunca lembrado
É a transmutação do tempo
A natureza sendo absorvida
para que minha sala nunca envelheça
Para que seja embriagada
no meu próprio passado
A pergunta involuntária sem resposta
Provei à cereja ácida
Provei a angústia do momento em que nasci
O início, o vazio, a quitina negra do ferrão
O ponto letárgico onde a alma encontra barreiras tão obscuras...
E não pude seguir adiante
Dissoluto no fundo da morte
encontrei teu viço jovem, infantil, puro
Entendi o que é a paz;
essa alegria distraída de viver
este sopro macio no campo
Um rubor na face macilenta
Um instante estúpido contigo
Eu esperarei por ti
na vida, na morte, na distância
No delírio da febre, na tristeza do pranto
nas noites frias, nas minhas pálpebras fechadas
Nas águas turvas do meu sono
Sufocado no escuro, enlaçado na calada
Sentei-me no chão ouvindo o ruído do nada
Do sangue ascórbico corroendo faminto
Do coração pulsando agudo por instinto
Nega-te o alimento, o sustento diário
[nega-te a vida
Acostuma teu nome ao sinistro obituário
Roga-te a praga, converte-te em semente
E da moléstia, forma-te o carpelo
de um mundo inconsolável e belo,
doses excessivas duma fome demente
E não há mais miséria na aguardente
Nem pudor nas faces coradas
Os braços rasgados de cercas farpadas
O grito à ânsia, o fruto à serpente
Um lindo Sonho
Numa noite comum
Olhando para o céu,
Encontrei a lua,
A Lua cor de mel.
Uma ave surgindo
Do meio da constelação,
Me levou para a lua
Na maior emoção.
Quando cheguei lá,
Duas trilhas avistei,
escolhi a da direita,
A esquerda já nem sei...
— Estou num conto de fadas
Podem acreditar!
Essa poesia,
Não dá pra explicar...
Percebi que era sonho
Quando despertei,
Mas a lua estava lá
A procura do seu Rei.
A ODISSÉIA DE UM LUSITANO:
GAJO
Gajo olhando galhos,
Papagaios caçoando.
Gajo olhando de lado.
Aio, a enxada.
Papagaios em bando,
Vindo de banda,
Era uma banda,
Gajo apoiado,
Enxada quebrada,
Naquelas quebradas.
Roça roçando
Galhos no gajo.
Gajo coçando.
Ribanceira, rolando.
Risos e risos.
Olhos à espreita.
Odor de lírio.
Oh dor, delírio!
Condor pousando.
Com dor assolando.
A vida é estreita.
Comédia humana!
Com média, é humana!
Sem média, é profana!
Enxada quebrada.
Papagaios caçoando.
Nas águas afogando,
Que bobeira,
Era Nogueira.
Luta renhida,
Que se tira da vida.
Na vida há morte!
Na morte há vida!
Havida na sorte.
Dor doída!
Doida dor!
Riacho ribeira.
Cerne Nogueira,
Quebraste uma haste?
Um galho, rapaz...
Tem tantas nogueiras,
Tanto fez, tanto faz,
Entre tantas,
É mais uma que cai.
Mona Lisa
Ela sorri um sorriso majestoso
Olhando firmemente para o horizonte
Embora seu sorriso seja misterioso
O que mais seu olhar esconde?
Uma montanha de cada lado
Tendo dois pontos de vista
Que segredo é este do passado
Que até hoje nos intriga
Seria ela o retrato de um homem juvenil
Uma amante cujo amor houvesse ser secreto
Ou apenas uma bella dona
Ah! Linda Gioconda, o que se esconde por trás deste sorriso?
Quem haverá de desvendar este mistério?
Talvez somente aquele que encontrar o paraíso
Perder
O dia que você me deixou a atônia me petrificou.
Naquele dia você olhando nos meus olhos parado em minha frente, verbalizando aquela novidade estarrecedora só estava presente em físico; sua frieza o fez mais distante que uma colina está do fundo do mar.
Quanto a mim? Nem poderia te tocar.
Assim como o mar não pode tocar o topo da colina, tão píncara, fria e distante.
Roubou meu espírito, gatuno! Fugindo adiante.
Deixou uma velha casca vazia e morta, tirou do meu mundo toda cor restando apenas um vazio sórdido e cinza.
E daquele instante até hoje ficou firmemente estabelecida uma angústia permanente.
Maldita dor poderosa que arranca o sorriso da gente
Parando para pensar, estive pensando no que mais me faz ser eu feliz. Então olhando para o espelho vi que era eu que estava olhando para o meu reflexo e fiz uma reflexão de que o criador soube com detalher me fazer o ser mais revolucionario de toda a sua criação já existente.
Por este e outros motivos sou grato a Deus por existir e acreditar nele
“E tudo que eu havia procurado esse tempo todo estava na minha frente... Olhando nos meus olhos e sorrindo”
Você: Eu...
Incrível a pureza do teu olhar...
Olhando minhas fotos de criança, vejo você.
Ou melhor, te vejo-me...
Muitas vezes por dia também me pego olhando para o calendário, na esperança inútil de que chegue logo o fim do mês. Só espero uma coisa: Quando chegar a data tão aguardada, tempo, por favor, demore pra passar da mesma forma que você faz agora!
“A vontade que ela tinha de falar com ele a impossibilitava, ela ficava muda e parada olhando disfarçadamente pra ele como quem num quer nada... Nesses momentos sempre passavam pela sua cabeça vagos pensamentos, como por exemplo: Será que alguma vez ele pensou em nós?”
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