Mercado
No livre mercado, os esforços de um empreendedor em aumentar seus lucros e enriquecer não prejudicam ninguém. Para ser um real empreendedor, um indivíduo tem apenas uma tarefa: se esforçar para obter o máximo lucro possível. Lucros altos são a evidência de um bom serviço prestado perante os consumidores. Prejuízos, por outro lado, são a evidência de que erros graves foram cometidos, e de que houve falhas em se efetuar satisfatoriamente as tarefas que cabem especificamente a um empreendedor.
A verdade sempre foi uma mercadoria mais complexa do que aquilo que o mercado pode facilmente embalar e vender.
No mercado virtual onde revela novos artistas e influenciadores conhecidos, a gente que trabalha com isso acaba descobrindo o segredo e a chave oculta para o sucesso, e muitas vezes são coisas escrotas e pertubantes que essas pessoas tem que fazer pra obter resultado de uma figura pública bonita e reconhecida.
"No mercado financeiro, não conseguimos sustentar comportamentos que não são naturais na vida cotidiana"
A "Bolsa" é um mercado que, tal como um balão atestado de hélio, quando é forçado a descer dentro de água, quanto mais esforço, mais ele pressiona a subida, deixa-lo subir livremente no ar com um cordão a limitar a subida, pode ser conveniente
A mudança climática é o resultado da maior falha de mercado que o mundo já viu.
Já não é segredo para ninguém que são inúmeras as barreiras que as mulheres enfrentam no mercado de trabalho, em ambientes sociais e por aí vai. E seria diferente na política? Claro que não! Meu início de mandato parlamentar todos os dias me lembra que ver uma mulher jovem eleita deputada federal é desconcertante para muita gente.
A escola dos meus sonhos é aquela que não só prepare para o mercado de trabalho, quero que vá além. Quero que essa mesma escola possa preparar o aluno para a vida social, onde haja respeito para com o modo do outro pensar o mundo . A família precisa preparar a educação em casa, e a escola dará o plus no todo.
TEM QUE SER ASSIM?
já cansei!
já cansei!
Quanto custa o amor? Onde comprar?
Em que mercado o posso encontrar?
Se não, quem pode, pra mim, fabricar?
Já cansei de investigar. . .
Em que loja posso achar um querer?
Quem pode, por caridade, vender
Tal virtude, tal bem, esse prazer?
Já cansei de buscá-lo. . .
E alegria? Como hei de conseguir?
Que arquiteto há de, dela, me cobrir?
Que feitiço fá-la sempre sumir?
Já cansei de almejá-la. . .
Quem pode, a paz, ao meu peito transpor?
Que súplicas devo orar, por favor?
Que preço pagar e granjear amor?
Já cansei de pesquisar. . . já cansei!
Amor, querer, alegria e paz;
Meios de consumo que não têm mais.
Jóias raras -- saíram de cartaz!
Já cansei de procurar...
já cansei!
já cansei!
Há muita hipocrisia no meio esotérico. Entendendo o ramo como um “mercado que dá dinheiro”, é onde se registra o maior número de lobos em pele de cordeiro. O problema não está na remuneração por serviços prestados, mas sim, na incapacidade moral de ajudar pessoas com verdadeiro amor, ou na fatídica impotência de se pregar uma coisa e se fazer outra.
Não me venha com a desculpa de que você não está vendendo porque o seu mercado é concorrido. Os mercados mais concorridos são os mercados mais lucrativos. Preste atenção em marcas como Amazon, Google e McDonald's, porque essas marcas vendem em mercados com concorrência super qualificada.
As maiores marcas do mundo juntas dominam o mercado e vendem bilhões porque entregam a cada venda um valor percebido superior ao preço que cobram pelos seus produtos.
A forma mais eficaz para se destacar no mercado é tornando-se indispensável para o seu cliente e imprevisível para os seus concorrentes.
As artes foram submetidas a uma nova servidão: as regras do mercado capitalista e a ideologia da indústria cultural, baseada na ideia e na prática do consumo de “produtos culturais” fabricados em série. As obras de arte são mercadorias, como tudo o que existe no capitalismo.
"Sem palavras"
Fui ao mercado comprar palavras, vi umas bem baratinhas, promoção leva três paga duas. Encontrei algumas bem sofisticadas, em estado de dicionário, entre as latas de adjetivos, comprei só duas, estavam caras. Pedi ao moço que me cortasse uma frase ao meio, antes da conjunção adversativa, não estou para conflitos. Enquanto a menina embalava uns paradigmas frescos, que tinham acabado de chegar, encetei diálogos lacônicos com o seguinte da fila. Ele também sem palavras, afinal ainda não tínhamos passado pelo caixa, concordou com umas poucas interjeições que lhe restavam. No caminho, entre as gôndolas, vi umas umas palavrinhas espremidas entre verbos no imperativo, não resisti, comprei-as também e sem saber quando e se poderia ainda utilizá-las. Já perto do caixa lembrei-me que precisava muito de uns clichês, mas a prateleira estava vazia. Peguei umas catacreses meio murchas e vim embora.
"Não conheço o autor, foi postado nas redes por João Bosco dos Santos e
Ado Galvão)
Mercado nervoso.
Quem está preocupado com o mercado financeiro bolsa de valores e dólar são os empresários os banqueiros os investidores. Estes sim estão preocupado com o mercado financeiro porque visam o lucro sem dar qualquer contribuição para a classe dos trabalhadores que lutam diariamente para levar o pão de cada dia a sua família. A classe trabalhadora é que sustenta este mercado financeiro onde os empresários banqueiros e investidores obtém um ganho incalculável.
A classe trabalhadora não tem tempo para se preocupar com o mercado financeiro. A classe trabalhadora se preocupa em ir ao mercado da esquina ao mercado municipal para fazer compra de mantimentos para suprir as necessidades dos filhos e família. Os empresários banqueiros e investidores deveriam se preocupar em baixar os juros e aumentar os salários de seus subordinados para que estes venha ter uma vida digna e um padrão de vida adequado.
Hoje mamãe fez um bolo de chocolate. Acordou cedo, foi ao mercado, comprou todos os ingredientes e voltou disposta a depositar todo seu amor naquela prazerosa tarefa.
Sempre gostei quando mamãe fazia bolos. Ficava plantado ao lado dela do começo ao fim, observando-a adicionar cada ingrediente na batedeira.
Hoje foi diferente. Decidi ficar em meu quarto deitado na cama. Estava triste. Talvez mamãe tenha percebido isso. Talvez ela até soubesse que o motivo de minha melancolia fosse a ausência da minha irmã.
Nós sempre brigávamos para ver quem iria lamber a bacia e quem ficaria com os garfos da batedeira.
- A bacia é minha! - Eu gritava antes mesmo de minha mãe começar a fazer o bolo.
- Não! É minha! Desde ontem eu pedi a mamãe - Retrucava minha irmã para minha decepção. Ela sempre se antecipava.
Hoje eu nem preciso mais dizer isso. A bacia e os garfos da batedeira serão meus mesmo sem eu pedir. Porque minha irmã não está mais entre nós. Apesar de saber disso, de saber que tudo será meu, me sinto triste. Decidi ficar no quarto.
Mamãe ficou na cozinha fazendo o bolo.
Acho que ela acaba de colocá-lo no forno. Daqui do meu quarto, sinto o cheiro da massa de chocolate vindo da cozinha.
Recusei a bacia e os garfos. Isso não me traz mais prazer.
Mamãe agora tira o bolo do forno. Deixa esfriando.
Antes, nem deixava esfriar. Eu e Carol exigíamos que mamãe partisse o bolo assim que ele saísse do forno. Não importava o quanto ele estava quente. Queríamos a nossa fatia. E mamãe sempre cedia a nossa vontade.
Hoje eu não pedi. Mamãe foi quem perguntou se eu queria comer do bolo que ela fez.
Quando ela me entregou o pedaço de bolo, lembrei novamente de Carol. Brigávamos também nessa hora. Sempre achávamos que a fatia do outro estava maior. Mamãe ficava louca. Não sabia em que lado da história ficar e sempre dizia que as fatias estavam do mesmo tamanho.
Certa vez chegamos a medir as fatias com a régua.
Hoje, com o pedaço de bolo na mão, desejaria que minha irmã estivesse aqui.
Dessa vez não brigaríamos. Pelo menos eu não. Também não iria medir nossas fatias com a régua escolar. Eu só queria que ela estivesse aqui.
Eu daria a minha fatia de bolo a ela.
