Mensagens sobre o Vento
No mais, ainda existe algo aqui dentro que afoga e desafoga, pois a maré é como o vento e não tem hora pra chegar. Talvez seja somente uma questão de tempo, justo juíz que faz jus ao seu intento. Então se assim tiver de ser, que o tempo decida me engolir ao invés de mastigar, pois não ofereço resistência, estou somente deixando me levar.
Acordei mais cedo e senti o vento mais frio
Olhei pela janela, as flores mesmo vivas estavam tristes
Não consegui mexer o corpo, hesitei em falar
Busquei apoio no outro corpo que me acompanhara
-Me surpreendi-
A ausência do outro me deixou mais tenso
Não havia sol, tudo era uma silêncio
Ainda enrolado aos panos que não tinham serventia
Sem que aquele outro corpo me aquecesse
Consegui me levantar, sentei à vista da janela
De longe avistei aquele corpo tímido
Com toda delicadeza a cada passo
Senti um alívio, como nunca havia sentindo
Mas percebi que minha calmaria depende do bem-estar de outro corpo
É... Então este é o crime do amor, não podemos resistir.
Vejo um céu azul e lindo mas não posso tocá-lo.
Sinto um vento suave e refrescante mas não posso vê-lo.
Fico imaginando todas as outras criações que não posso ver nem sentir, quão grandiosas e maravilhosas devem ser.
Muitos não crêem em Ti Pai, porque não consegue Ti enxergar no Céu, nem sentir a sua presença através do vento, acreditam somente no que ver e sente, mas graças Ti dou pois sua misericórdia e cuidado vai além da nossa compreensão, Tu és meu Criador, meu Pai, meu Tudo.
O amor é a fonte mais segura que existe. Ele se move como o vento, toca nossa alma onde o simples pensamento nos acalma.
Sou o verso na transcreçao do verbo sou alienado...
Na aberração cromática das palavras sou o vento que sussurra lágrimas...
No contraste sou alienação...
Para os analfabeto político sou desalinhado...
No veto daqueles que tem abstinência...
Seja desatinado por cada instante que berrante é tocado... Para tocar o gado para voto de cabresto... desaforo... Político são a tristeza do povo as lágrimas das crianças que passam fome.... E das mães que choram por não ter nada para dar para seus filhos...
Sem mapa
O melhor lugar do mundo
É simples assim;
Onde o vento passa mansinho
Onde o sol ilumina o jardim
Não precisa ser gigante
Mas, que seja bem tranquilo
Uma cadeira de balanço na varanda
Para ouvir a canção do grilo
Sonho do fundo do coração
Bem longe de arranha-céus
Bem longe do trânsito maluco
Bem perto de um riacho
Nem que seja no fim do mundo
Um lugar bem arejado
Vestido de árvores para todo lado
Pode até ter um portão
De preferência, sem cadeado!
Poema autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 03/06/2021 às 20:00 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
O BANCO
O céu era claro, nem nuvens mostrava
o infinito chamava os idos passados
o vento frio soprava, o outono findava ...
O olhar alheado assistia o tudo e o nada
o bem-te-vi pipiava seus cantos rimados
e no leque das asas alçou seu voo rasteiro.
Meu olhar deliu-se no distante horizonte
o silêncio soturno expressou a cruel solidão
restou-me a saudade, folhas secas ao chão!
Choveu o dia todo
Choveu o dia todo.
Agora chove ainda.
Espessas nuvens cobrem o céu.
O vento se transformou em tempestade.
A chuva bate forte na minha janela.
Meu corpo treme.
É frio?
É medo?
É tristeza?
É saudades?
Tudo isso é dor…
É falta do teu amor.
Eu te vejo ao Nascer Sol;
Tua Presença sinto no vento, no ar.
Me Acalma a Essência em Ti,
Como as ondas Som e do Mar.
Eu te vejo ao Pôr do Sol,
Na Lua e Estrela, em todo Lugar.
Minha Fé está em Ti,
como Abraão, Jacó e Davi; ao teu lado desejo Estar.
o tempo
Ás vontades gritam,
enganam a realidade,
Tudo é querer
Muda-se o vento,
Corta-se o tempo,
Pinta-se os dias.
O sol brilha.
A flor desabrocha,
Os pássaros cantam,
Amantes se amam.
Romance sem prosa,
Poema sem rima.
Uma obra de arte incompleta.
O indefinível!
A beleza bruta e abstrata.
O inconcebível é pensado
Ideias serpenteiam ao vento.
A procura de verdades.
Enfrentam os vazios
Oescuro da noite
Respostas mudas das estrelas.
E os silêncios sempre que calam
Os vazios se enchem.
Eu era o seu anjo
Você era o meu anjo
Vouavamos juntos
No vento dos nossos sonhos
Meu destino era ti encontrar
Mas me perdi
E na escuridão
Cortei as minhas assas
E nunca mais...
Nunca mais eu vi você
O anjo que me levaria
Para bem longe daqui.
As sensações são sombras dançando...
A alma se desprende do espírito.
Me algoz sussurra ao vento...
Palavras jogadas num discurso...
Meros espectadores aplaudem o final da vida...
Novo começo sensações seriam almas penadas...
Sentimentos revoltos na ilusão do amor de amantes...
O amanhã é feriado ninguém compreende porquê?
Vento sopra, sopra vento.
Vento passa com o tempo!!!
Vento leva o meu arrependimento!
Vento grita e fala nesse momento,
Que o homem se levantou e vai ganhar aquele AMOR!.
No vento eu falo, no vento eu desabafo! O vento e meu amigo nunca me falto, e nunca me decepcionou!. Igual ao vento eu vou ser quando assim eu crescer!.
O vento vai trazer a sorte ao amanhecer...
O vento vai me leva como o alvorecer.
Vento leva minha jangada,
vou voar como pássaro,
mergulhar como golfinho,
trazer o sol mais perto,
a lua mais distante,
como um astronauta sem rumo,
perdido no espaço a busca do inicio.
O lixo se acumulando nas ruas e promessas são jogadas ao vento...
Salários dignos...
Um sentimento abafado no peito...
E apenas mais um jogo do sindicato...
A população sofre pois a falta de respeito é grande.
O lixo alimenta famílias...!
O lixo trás doenças
Imagina no meio da pandemia mundial...
Todos tem direitos. Mas somos humanos...
Fenômenos
Vento leve
Que me carregue
pra longe,
bem longe,
onde
ninguém me encontre.
Mar agitado
leva os amargos
do ignorado
lago
que agora
pede cuidado.
Falta chão
que segure
o que treme
e não
tem alicerce
que sustente.
Caia dor
chova rancor
de toda árvore
que foi cortada
sem dó,
sem se repor.
Brilhe arco-íris
para esperança
de uma criança
que não cansa
de viver
nessa lambança.
"No vento dos gafanhotos
Vem um chocalho e um zumbido
Jacó lutou contra o anjo
E o anjo foi derrotado"
O capital, na capital
É tanta especulação imobiliária na cidade fechada, que sinto no ar o vento frio da esperança, sem vírus e na quebradeira.
Preferi, na falta de opção com nova guerra na faixa de Gaza, lembrar da Revolução Francesa.
Na padaria de nome francês, onde não se tem pão jacó, mas tem francês,observei um bom pão crocante e até aquele brioche de Maria Antonieta, a rainha que mandava comer na falta do outro, mas só sobrou sua cabeça na sesta da guilhotina na praça da Bastilha.Tudo árabe fechado, mas tem Jacó que não havia na francesa, mas que no centro tem dança do ventre,não por causa da guerra de Beirute e nem pela guerra em Beirute,porém existe uma porta que só atende delivírus.
