Memórias

Cerca de 2706 frases e pensamentos: Memórias

"Um dia, serei apenas o pó das lembranças, memórias desbotadas pelo tempo e molduras suspensas no olhar de outrem; mas, para mim, esse será o instante da mais pura liberdade."

ÉS ESSÊNCIA DIVINA


Preencha o vazio com memórias internas. Abrace a fé, a determinação e a resiliência. Você merece ser luz; não deixe que sombra alguma ofusque sua essência. És único e especial no instante em que Deus soprou a vida que hoje habita em ti.
Lu Lena

O QUE HABITA O RETOQUE
(Memórias guardadas)

São todas tão imperceptíveis, mas ao mesmo tempo de uma percepção absurda. Emoções guardadas naquele baú lacrado e cheio de poeira, no sótão de um coração feito tatuagem — que vai perdendo o brilho e a cor, mas toda vez que a memória insiste, o retoque se faz!

Lu Lena / 2026

A morte é apenas espaço desocupado no planeta Terra e preenchido em nossas memórias.

Se apenas na próxima vida puder te amar, não deixarei que essas memórias se percam outra vez. Vencerei o senhor dos tolos, dos escravos, aquele que sempre se alimentou da nossa dor. Se for preciso, voltarei mil vezes só para te reencontrar, e em todas elas vou te achar e reconhecer. Quantas vezes for preciso, vou morrer, só para poder te ver mais uma vez. Só para sentir o que mesmo a maior das tragédias não pôde apagar. Só para sentir você pela última e pela próxima vez.
- Marcela Lobato

Memórias sãos perdidas mais os fatos históricos marcam o profundo da alma...
(...) Sinopses dos mortos somos culpado pelo fato de sermos alienação e enganado, o custo foi nossos parentes, pais e mães . Serem mais uma vez omissos... e alienação intelectual sera uma nova apologia do nosso mundo contemporâneo...

⁠Todos os dias
Escolho seguir em frente
Os pensamentos me traem
Trazendo memórias às quais peço esquecer
Olho o futuro como um quadro branco
Mas não entendo por que ainda recordar o que passou
Vidas bagunçadas, trocadas
Mágoas que ainda existem aqui, na memória
E tudo continua como um grande ponto de interrogação.

Ao tocar a pele, a água desperta memórias de pureza; ao tocar o espírito, devolve a infância perdida no silêncio do tempo.

“A Travessia”


Atravessei o oceano, não apenas com malas e documentos,
mas com memórias costuradas na pele,
com o cheiro dos meus filhos guardado no coração.
é verdade —que
cada riso, cada lágrima, cada batalha vencida
vieram comigo, como tatuagens invisíveis da eternidade.


Cada visto conquistado foi mais que um carimbo —
foi uma cicatriz que virou vitória.
Cada não que ouvi foi a voz do mundo tentando me deter,
mas, por dentro, ecoava outra voz, suave e firme:
“Eu estou contigo. Continua. Você é resiliente.”


E eu continuei.
Representando o Brasil em terras estrangeiras,
erguendo minhas raízes como bandeira,
mostrando ao mundo que a fé fala todas as línguas.


Vieram as burocracias, as frustrações,
os dias em que a esperança parecia se esconder —
mas Deus me vestia de coragem,
me lembrava que até o impossível tem nome,
e esse nome é fé.


Entre um país e outro, abracei árvores,
ouvi o sussurro da criação dizendo que eu não estava só.
Em cada folha, um recomeço.
Em cada pessoa que Ele colocou no meu caminho,
um lembrete de que o amor vence fronteiras.


Recordo a profecia da minha mãe —
aquela mulher de olhar de eternidade —
que me disse que eu viajaria o mundo.
E quando tudo parecia ruir,
quando o divórcio me rasgava,
quando traições e mentiras me empurravam para o chão,
Ele me mostrou uma pedrinha em forma de pé.
Um sinal.
Um passo de cada vez —
e eu segui.


Hoje, a mulher que um dia pensou que ia sucumbir
é a mesma que floresce em solo estrangeiro,
que carrega o Brasil nas mãos e o céu nos olhos.
Sou ponte entre mundos,
sou eco da promessa,
sou o sim de Deus onde tantos disseram não.


E sigo.
Com a alma em travessia,
com o coração rendido à certeza
de que nada é impossível
para quem acredita no invisível.

memorias de um passado recente retornam, borrados e desconexos, confundem-me sobre se ocorrera ou foi apenas um colírio para os olhos

Histórias nos dão memórias e a filosofia traz conhecimento.

Lembranças e memórias.
Lembrar é evocar o passado, trazer à memória um fato ocorrido. Quando boas são as lembranças, assemelham-se às águas que jorram de nascentes de fontes cristalinas.
Boas lembranças

Carrego memórias que pesam, mas não deixo que elas me afundem, uso-as como âncoras de sabedoria, não me prendem, me firmam.

O passado bate à porta às vezes, mas hoje eu só abro se for para aprender, memórias não me prendem mais, elas me guiam, com cuidado, mas guiam.

Nada pesa mais do que aquilo que tentamos esquecer. A tentativa de apagar memórias as torna ainda mais nítidas, como fotos que queimam, mas não desaparecem. E cedo ou tarde, precisamos olhar para o que evitamos. Só assim o passado deixa de nos perseguir.

Carrego memórias como quem carrega pedras: pesadas, quentes, íntimas. Elas queimam a palma da mão, marcam o caminho do corpo. Mas cada pedra também inventa um mapa, quem eu sou, onde caí, e como ainda consigo ficar de pé com tanta terra no sapato.

As memórias afetivas se escondem em objetos sem nome. Um copo, uma folha, um bilhete rasgado. Eu os encontro e reconheço, aqui vivi. Eles não falam alto, apenas lembram com calma. E eu, como bom ouvinte, aprendo.

Memórias são invasoras, quebram as janelas do presente sem pedir licença e deixam o chão estilhaçado antes de partirem.

Há memórias que são feridas abertas, sangram sem aviso, ignoram o tempo e nos lembram que o passado nunca dorme.

Minha alma tem a textura de uma casa abandonada, onde o vento sopra entre as frestas de memórias que eu deveria ter enterrado.