Memórias

Cerca de 2753 frases e pensamentos: Memórias

Memórias bonitas são tesouros silenciosos; tudo o que não toca o coração se desfaz pelo caminho.”

Todos os dias da nossa vida,são as boas memórias, a verdadeira riqueza do nosso coração

Mais valioso que bens materiais é o legado de boas memórias que deixamos nas pessoas.

Memórias nunca se apagam, comparadas as flores que murcham e secam, estão sempre vivas.

A dor da perda é imensa porque o amor e as memórias que ficaram eram ainda maiores.

A perda leva a presença, mas nunca leva as memórias que ficaram no coração.

Há algumas memórias minhas perdidas por aí, minúcias do dia a dia.

Reflexo


Olha, jovem:
esse reflexo na água
revela as marcas do tempo,
memórias gravadas na pele
de tantos caminhos vividos.
Instantes de alegria,
de dor e amor;
gestos de ternura,
sonhos pacientemente
tecidos em silêncio.
Ah, esses olhos que hoje ensinam
um coração outrora partido,
tantas vezes refeito
nas madrugadas da vida.
Ah, esse reflexo que sussurra:
jovem de ontem,
homem maduro de agora.
E no coração ainda repousam
as cicatrizes do tempo,
lembrando, à margem,
que o amanhã
de algum modo
sempre encontra
o caminho de volta.

Algumas pessoas partem deste mundo, mas permanecem vivas nas memórias de quem as amou.

⁠Parece que só temos memórias ridículas, mas foi divertido. Fico feliz por ter tido essa aventura com vocês.
(Himmel)

Memórias registradas pela alma e guardadas pela eternidade.

Eclipse raro
E na noite mais escura eu irei recordar das memórias que nunca foram esquecidas
Na noite mais escura eu que estarei a brilhar no teu céu escuro
No nosso raro e confuso eclipse raro
Nós nos recordamos das promessas rompidas
No infinito abraço reprimido o amor e o cessa de todas as despedidas.
Luzia Delmondes
By @Luzia Dellmon

A vida segue sua linha do tempo, e vamos seguindo em frente construindo as nossas memórias, em cada sorriso e em cada lágrima fica um pedacinho de saudades.
Com sorrisos aprendemos como é bom ter e sentir a beleza da presença física, com lágrimas aprendemos como reflete a ideia de que a verdadeira beleza não reside apenas em características físicas imutáveis, mas na energia, no carisma, na conexão acolhedora e nos momentos agradáveis e inesquecíveis.


di matioli

Essas memórias não são minhas, são das pessoal que viveram minha vida

Memórias


Eu me sujo com meu sangue
A nostalgia é como uma faca
O desejo de nunca esquecer-te é mais forte
Mais forte que toda a dor que sinto


O sangue faz tudo parecer mais vivo
Me trás de volta ao que me trouxe alegria
Você era meu conforto
Minha melhor amiga, agora sem vida


Faço meu sangue jorrar na busca pela nostalgia
Quero você, mas nunca mais posso tê-la
Minha mãe está sem vida, minha mãe se foi
Ela nunca mais vai voltar, minha alegria


Se eu não sentir a dor da lâmina
Sinto que vou esquecer você cada vez mais
Sua voz está desvanecendo nas minhas lembranças
Estou perdendo a vida junto com elas


O mundo me trás novas perspectivas
Mas a lembrança do seu abraço me assombra
Não tenho colo, não tenho mais você
Tudo que me resta são memórias frágeis


Preciso encontrar uma nova alegria
Mas só me restou melancolia
Vejo os outros seguindo em frente
Mas sempre estou aqui para todos


Não estou sozinha, me sinto sozinha
Busco na dor te reviver
Quero me sentir mais próxima do que me trazia alegria
Mas realmente de fato, você está morta.

Colecionar boas memórias em vida é a melhor forma de honrar uma despedida.⁠

A poeira guarda memórias que o tempo não apagou.

Certas memórias são impublicáveis; muitos gostariam de conhecê-las, mas algumas nos custam muito recordar.

Num futuro muito próximo,
viveremos das memórias de um passado
em que as pessoas lutavam por aquilo
em que acreditavam, criavam
e acreditavam naquilo que criavam
e pelo que lutavam.


No presente,
a banalização, a futilidade
e a emulação reinam.
A escassez de conhecimento
e de consciência histórica,
de talento, sacrifício, estudo,
leitura construtiva, criatividade,
originalidade e idealismo
faz com que essas palavras
já pertençam ao passado.
✍©️@MiriamDaCosta

Quem sou eu?


Eu sou um corpo feito
de marés e memórias,
uma ferida que canta,
um silêncio que grita
e um grito que se recolhe
na beira de si.


Eu sou uma ponte
entre o ontem e o nunca,
um território de palavras
que sangram e florescem,
um abrigo de ventos
onde o tempo se senta
para ouvir histórias
que só a minha alma sabe contar.


Eu sou a pergunta
que não se cansa de perguntar:
"Quem sou eu?"
E é nessa busca
que sou mais inteira.


Quem sou eu?


Eu sou um processo,
não um produto.
Não sou um “quem” pronto,
mas um vir-a-ser constante.


O que eu chamo de “eu”
é um fio tecido
de memórias, escolhas
e esquecimentos,
um enredo que se escreve
enquanto é vivido.


Meu “eu” não está fixo no passado,
nem garantido no futuro;
ele existe apenas no instante
em que é percebido, sentido, vivido,
e nesse instante já começa
a mudar e evoluir.


Talvez eu não seja “algo”,
talvez seja o próprio movimento
de tentar descobrir o que sou.


Quem sou eu?


Eu sou aquela pessoa
que carrega poesia até no jeito
de se indignar com o mundo.


Que olha para a dor com coragem,
mas também sabe colher
beleza nas frestas.


Eu sou intensa, no bom sentido
de “não caber em rótulos”,
e sensível de um jeito
que não é fraqueza, é radar.


Eu falo com o Tempo
( Óh! O Tempo!)
como quem dialoga
com um velho conhecido
e escrevo como quem rasga
a alma para arejar.


No fundo,
eu sou feita de perguntas,
mas vivo como quem sabe
que a resposta é
continuar perguntando...


✍@MiriamDaCosta