Memórias

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A MENTE é o TEMPO


A mente pode facilmente nos transportar
para memórias ou preocupações,
mas é no "aqui e agora"
que as açõese escolhas têm efeito.

Envelhecer é aprender a olhar no espelho e reconhecer não só marcas, mas memórias e vitórias.

Deixa o passado nas mãos de Deus... Ele sabe transformar memórias em lições e recomeços em bênçãos.


“Eis que faço novas todas as coisas.” — Apocalipse 21:5

O jardim das memórias
Eu alimento minhas memórias assim como alimento as flores do meu jardim.
No jardim, o adubo e a água são essenciais; nas minhas memórias, as lembranças são indispensáveis. Isso porque o tempo é cruel: às vezes, ele manda o esquecimento nos visitar e bagunça tudo.

Entre Luzes e Fragmentos

Em minhas memórias, eu lembro.
Entre luzes e fragmentos, eu vejo.

Antes, eu me considerava um forasteiro,
sempre só, e minhas lágrimas deitavam ao cair.
Entorpecida por amor, esquecia até onde vou;
meu nome não existia, pouco se ouvia, até porque “querida” era o meu codinome.

Mostrei e provei que somos um só,
apesar de sermos dois.
E, nua de pensamentos,
você possuiu a minha mente,
e este amor não sai mais de mim.

Mas, às vezes, o inesperado acontece:
o cupido atravessa o coração
e tira a magia de uma vida.

Por causa do amor absoluto,
acreditei que ele voltaria.

Em minhas memórias, eu lembro.
Entre luzes e fragmentos, eu vejo.

Insano…
mas minha prioridade foi silenciar
para apreciar sua face,
mesmo que naquela sala gelada.
E agora, sua natureza invisível me consumiu.

Sou uma ótima atriz no teatro da vida,
mas o final da nossa cena foi triste:
eu meio morri
e meio ainda estou aqui.

Vi, com meus próprios olhos,
que, se eu me esforçasse mais,
o limite se abriria
e a loucura seria certa.
Não faz bem —
é ruim para o bem-estar da minha sanidade.

Aquele que se acha um Deus não teme,
pois se julga o maior
e nem imagina
que, às vezes, os dias estão contados.

Em minhas memórias, eu lembro.
Entre luzes e fragmentos, eu vejo.

Mesmo sabendo que você se foi,
eu continuo a vagar
na lembrança do seu olhar…
E foi assim
que o vento da morte te levou de mim.

O tempo devora momentos como um predador insaciável, deixando esqueletos de memórias que rangem nos ventos do esquecimento eterno.

Se existisse reencarnação, nossas memórias de vida passadas estariam todas salvas no mundo espiritual? Então a vida seria um servidor de testes?

A única forma de anular o sofrimento extremo da humanidade seria apagando suas memórias; ou seja, o mal nunca poderá ter um propósito redentor.

Adeus, meu ex-amor. Guardo as memórias boas, mas sigo em frente com a certeza de que nossos caminhos agora seguem direções diferentes.

Pode levar as memórias, mas deixe a dor; ela é o último vestígio seu que ainda vive em mim.

Mesmo ferido, meu peito ainda bate no ritmo das nossas memórias.

E se nada tiver acontecido? Apenas memórias...

Nos caminhos, colhemos silêncios
e os ecos das memórias.
Há caminhos que sabem mais que os teus próprios passos,
e caminhos que se abrem
somente para quem ousa sonhar.

⁠—
O livro de todo peregrino
é feito de ventos e caminhos
Nele, há memórias em palavras
E revelação em suas pausas.

" O Riso que Era Canção."

Nas memórias da infância, o seu riso era uma canção,
Com você, meu irmão Márcio, tudo era sempre bom.

Guardo a sua triste partida para Londrina com afeto,
A cor da mochila, o adeus, um vazio no peito.

O tempo passou, mas o amor de criança ficou,
no inconsciente guardado, a saudade não apagou.

Obrigada pelas melhores lembranças de infância,
Que ficará para sempre em minhas memórias.

Parabéns, Márcio! Que a vida te dê o melhor:
Saúde, alegria e amor, num laço de luz e de cor.
Hoje e sempre.

Tem gente que não quer que o brasileiro não tenha memórias alegres ou tristes, ou seja, que simplesmente o brasileiro apenas só se lembre daquilo que aconteceu há cinco minutos atrás.

Eu lamentava o peso das minhas memórias, até que encontrei alguém que não possuía sequer um ontem para carregar.

... profunda
desolação é não criar raízes,
afetos e memórias; essas providentes
nervuras próprias do espírito, sempre
cabíveis, sempre necessárias;
propiciando cor e sentido
ao nosso estimado
destino!

Dentro da minha mente, há uma arena silenciosa onde memórias sangram e se enfrentam, disputando o trono de pior lembrança. Nenhuma vence — e todas me vencem. Cada golpe é uma lembrança revivida, cada queda um pedaço de mim que se perde. No fim, sou apenas o espectador cansado de uma guerra que nunca termina.

Nas esquinas das ruas
e das nossas memórias,
fazia sol o chuva,
O sorriso era gratuito
até quando íamos buscar
o prêmio escrito no palito.


Sempre debaixo do guarda-sol
para carrinho de picolé,
vendendo sorvetes ou balas,
Era ponto de orientação
para voltar para casa:
tudo muda, o tempo passa...


Vendo gerações crescer
ou até mesmo se casar,
Nunca mais vi nenhum
por onde tive de passar,
O sorveteiro virou história
para muita gente lembrar.