Memórias

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“O barco à deriva segue o rio sem rumo — como a alma que flutua entre memórias que ainda não se decidiram.”

" O Riso que Era Canção."

Nas memórias da infância, o seu riso era uma canção,
Com você, meu irmão Márcio, tudo era sempre bom.

Guardo a sua triste partida para Londrina com afeto,
A cor da mochila, o adeus, um vazio no peito.

O tempo passou, mas o amor de criança ficou,
no inconsciente guardado, a saudade não apagou.

Obrigada pelas melhores lembranças de infância,
Que ficará para sempre em minhas memórias.

Parabéns, Márcio! Que a vida te dê o melhor:
Saúde, alegria e amor, num laço de luz e de cor.
Hoje e sempre.

"A noite que satanás tentou roubar minhas memórias em pesadelos quase infinitos!

Acabei de chegar de uma entrevista de emprego.
Antes disso, dormi um pouco por pelo menos uns 20 minutos.
Nesse intervalo entre o sono e a entrevista em seguida, tive um sonho muito louco, mas bem difícil de acreditar que foi tudo real.
Bom, primeiro sonhei com uma super lua, mas não era simplesmente uma super lua, como vemos nos jornais, com um tamanho praticamente normal.
No céu, aparecia uma lua gigantesca que era como se ela tocasse o chão e o céu ao mesmo tempo.
Seu tamanho era indecifrável.
Vi nela uns triângulos, em forma de pirâmide. Na cor branca.
De repente o sol começa a tocar nela e tudo se transforma em fogo.
Todos que estavam a admirar aquela raridade ficaram perplexos, mas, não amedrontados.
Meio que ficaram maravilhados.
E, comigo não foi diferente, amei aquilo tudo.
Começa um dançar de fogo na lua.
Com todas aquelas cores vibrantes, nossa!
Passava no telejornal em tempo real, que aquela lua, só seria vista novamente após 150 anos.
E que se todos pudessem vê - la, seria uma imagem incrível, guardada pelo resto de suas vidas.
E admirei até tudo terminar.
Aquele fenômeno estava sendo visto mundialmente, por bilhões de pessoas.
Realmente era um fenômeno incrível, lindo e maravilhoso.
Em seguida, comecei a sonhar com eu e meu esposo, no mesmo ambiente em que moramos.
Estávamos olhando nossas fotos das viagens que já fizemos, no celular.
De repente, algumas fotos começam a ficar desfocadas.
Meu esposo em um banco na praça, e o seu rosto ficava embaçado, como se tivesse um ser tomando o seu lugar.
O mais louco mesmo, é que essas fotos do meu sonho ou pesadelo, sei lá, do que posso chamar.
Todas existem.
Então, passamos foto por foto. Pudemos observar que todas elas, é como se tivesse a presença de um ser além de nós.
Começamos a discutir a questão, porquê elas eram perfeitas.
Porém, estavam assim por quê?
Desconfiamos do óbvio.
Começamos a passar novamente as fotos, quando de repente surge eu, em um cemitério em pé.
Mas, não era uma foto, era um vídeo!
O plano de fundo era um cemitério. E aquela seria eu? A mesma roupa, o mesmo cabelo.
Quem teria me filmado?
Na verdade, eu nunca estive naquele lugar.
O meu olhar começou a mudar, os olhos ficaram turvos e de repente a figura que era eu, começou a me encarar de uma forma macabra.
Eu entendi na mesma hora, que aquilo ali era um ser transformado em mim, em tempo real.
Fiquei atordoada, e eu comecei a falar com meu esposo, tem alguma coisa errada.
Foi quando a gente começou a perceber que os vídeos estavam passando sozinhos.
E de repente vi meus sonhos anteriores naquele primeiro vídeo.
Vi meus irmãos, minha tia... Tudo o que eu havia sonhado nas noites anteriores.
Entendi que realmente havia ali uma força maligna, tentando se apossar de mim, e me mostrando tudo o que é de mais importante pra mim.
Percebi que meus sonhos foram roubados de minha memória.
O interessante é que nesse terrível pesadelo, eu sabia que aquilo tudo era real, porquê realmente foi os sonhos que eu tive semana passada, que estavam ali, na minha frente transformados em vários vídeos.
Eu e meu esposo, no mesmo quarto que estamos, começamos a repreender todo o mal.
Foi quando, a gente percebeu que na tela do celular, começou a aparecer um vídeo com um ser bem estranho.
E ele ria muito, e ao mesmo tempo, parecia estar com raiva.
Ele era alto, e tinha uma voz, e um sorriso medonho.
Com uma capa preta por fora, e por dentro dela tinha uma cor avermelhada.
Orei tão alto, e com tanta fé, que aquele ser de repente começou a falar.
"Então, já que você pediu pra que nós te deixemos em paz, adeus."
E saiu pulando e sorrindo, com gargalhadas altamente sombrias.
Ele desapareceu em um lugar de montanhas e arbustos, era um lugar bonito, mas, bem sombrio e estranho.
Só sei que acordei sabendo que tudo aquilo foi real. De uma maneira diferente.
Era como se satanás tivesse tão zangado pelas coisas começarem a dar certo por aqui, que resolveu roubar meus sonhos, pra tentar me fazer parar pelo medo.
Mas, ele nunca vai conseguir.
Minha vida e minha família é de Deus.
E é ele que controla e domina a nossa vida.
Começamos ir a igreja.
Começamos a fazer o curso de design gráfico.
E agora estou recebendo várias propostas de trabalho.
Deve ser por isso, que satanás está tão interessado em me fazer parar.
Porquê ele sabe, que quando a gente segue a Deus.
A gente consegue ser muito, mais muito feliz.
Tudo começa a dar certo.
E a vida se torna muito melhor de ser vivida.
Então, siga a Deus e nunca deixe que forças malignas tentem te parar.
27/11/2019 23:38"

Sonhei, planejei, amei... E, o que restou foram somente memórias.

Colecionar memórias é a forma mais bonita de viver. A vida é boa demais para passar despercebida, então eu escolho guardar momentos: risadas simples, conversas inesperadas, pequenos instantes que aquecem o coração. No fim, são essas lembranças que contam a verdadeira história de quem somos e do caminho que percorremos.

Queria viver um sorriso tão lindo quanto aquele que inventei nas memórias da minha mãe.


Um sorriso que talvez nem tenha acontecido exatamente assim, mas que minha alma precisou criar para continuar acreditando na ternura.


Queria sentir algo tão glorioso quanto o abraço que imaginei ganhar do meu pai no dia da minha formatura. Um abraço inteiro, sem pressa, sem dívida, sem ausência. Um daqueles abraços que dizem, sem dizer: “eu vi você chegar até aqui”.


Queria um colo com gosto de lar.


Um lar com aroma de lavanda, janelas abertas para a paz, silêncio criativo repousando no canto da sala e uma playlist que parece não ter fim, como se o tempo tivesse decidido parar só para me deixar respirar.


Talvez eu não queira luxo.


Talvez eu só queira presença.


Um lugar onde a alma não precise se explicar tanto. Onde o coração possa tirar os sapatos, pousar suas guerras no chão e existir sem pedir licença.


Talvez eu só queira, por um instante, viver dentro da beleza que um dia precisei imaginar para sobreviver.

Somos sacos de memórias, fotografias vivas em movimento. Ainda assim, diante da beleza, da dor, do amor ou do espanto, nosso primeiro impulso não é sentir, mas sacar o smartphone. Trocamos a experiência pelo registro, a presença pela prova, a vivência pela evidência.


Filmamos o pôr do sol sem perceber suas cores. Fotografamos os sorrisos sem participar deles. Gravamos shows que jamais assistiremos novamente e arquivamos momentos que nunca chegamos a viver de fato.


Talvez a maior ironia da nossa época seja esta: possuímos milhares de imagens da vida e cada vez menos lembranças capazes de nos atravessar a alma. Estamos construindo cemitérios digitais de instantes que sacrificamos no altar da documentação.


Porque há emoções que morrem quando são interrompidas por uma câmera. Há experiências que exigem entrega, não armazenamento. E existem momentos tão sagrados que, ao tentar capturá-los, acabamos expulsando-nos deles.


No fim, a pergunta não é quantas fotos você tirou da vida. A pergunta é: de quantos momentos você esteve realmente presente antes de transformá-los em arquivo?


Talvez a memória mais valiosa seja justamente aquela que não pode ser publicada, compartilhada ou reproduzida. Aquela que vive apenas dentro de você, indomável, imperfeita e intensamente humana.




Estamos registrando tudo para não esquecer, ou fotografando tanto porque já desaprendemos a viver o suficiente para lembrar?

Reserve tempo para brincar com seus filhos enquanto são pequenos. Construa memórias que durarão a vida toda.

"Lembranças são memórias
e recordações do passado
Saudade é a falta que esses
momentos causam quando
foram bons"

MEMÓRIAS NASCIDAS DA ILUSÃO


Existem memórias
que nunca aconteceram.


Vivem entre o que foi real
e aquilo que a mente
desejou desesperadamente lembrar.


Rostos sem nomes.
Lugares que nunca existiram.
Vozes familiares
perdidas no silêncio da noite.


Às vezes, pergunto:


Lembro de uma vida que vivi,
ou de uma ilusão
na qual acreditei por tempo demais?


O passado se torna mais sombrio.


Suas bordas desaparecem,
suas cores se apagam,


e resta apenas
a frágil impressão
de algo que talvez


nunca tenha estado ali.

O retrovisor guarda memórias… a estrada cria novas. 🚙💭🛣️ Léo Pedacci

" Do nosso amor só restaram mais papéis que memórias, nem lápis ou gotas estranhas. "

Nobre é o querer!




Memórias de nós dois insistem em te enaltecer,


O Bom de tudo isso é que depois que eu escolhe um planeta para representar você quando estávamos juntos naquele céu noturno, ele não para de me olhar e eu não paro de olhar para ele,


Algumas reações, ações e emoções possuem comportamentos completamente mecânicos, temos esse hábito de nos identificarmos como robôs as vezes dependendo da nossa temperatura e variação temática,


O guarda sol que usamos na praia cria sombras e para acompanharmos ela é necessário estarmos sempre que possível em movimento evitando ficar a deriva no frenesi do calor fervente,


Não podemos sustentar ciclos que não nos convém mais, agora manter vínculos que nos trazem a paz e novos motivos para viver em expansão como as nuvens é um dever é um direito meu e seu,


O nosso planeta sorriu pra mim esta noite, será isso uma mensagem ?

Entre ruas e memórias


Eu não te levaria para Barcelona.
Te levaria para conhecer a Itália,
o país pelo qual nós dois temos uma fascinação em comum.


Caminharíamos por ruas que atravessaram séculos, admirando cada detalhe como quem descobre um novo mundo.


Te levaria para ver o Coliseu,
onde o tempo parece ter parado,
e para contemplar as mais belas obras de arte,
porque algumas delas só podem ser compreendidas quando vistas com o coração.


Também te levaria
ao país onde a sua cantora favorita
empresta a voz a canções
que atravessam tantos corações,
e onde a língua soa como poesia,
tão sedutora
que até o silêncio parece ter sotaque.


Faríamos questão de nos perder
pelas pequenas ruas de pedra,
tomar um café em uma praça qualquer,
ver o pôr do sol colorindo os telhados antigos
e descobrir que as melhores lembranças
nascem dos momentos que não estavam nos planos.


Mas, para falar a verdade...


O meu lugar favorito nunca seria um país.


Seria qualquer canto do mundo
onde eu pudesse segurar a sua mão,
ver o brilho dos seus olhos diante de algo novo
e guardar, em silêncio,
a felicidade de estar vivendo aquilo ao seu lado.


Porque existem lugares inesquecíveis,
obras que desafiam o tempo
e paisagens que roubam o fôlego.


Mas nenhuma delas
seria mais bonita
do que a expressão do seu rosto
ao viver tudo isso pela primeira vez.


No fim,
eu não te levaria apenas para conhecer a Itália.


Eu te levaria
para colecionarmos memórias
que nem o tempo
seria capaz de apagar.

O tempo devora momentos como um predador insaciável, deixando esqueletos de memórias que rangem nos ventos do esquecimento eterno.

Se existisse reencarnação, nossas memórias de vida passadas estariam todas salvas no mundo espiritual? Então a vida seria um servidor de testes?

A única forma de anular o sofrimento extremo da humanidade seria apagando suas memórias; ou seja, o mal nunca poderá ter um propósito redentor.

Lembranças e memórias.
Lembrar é evocar o passado, trazer à memória um fato ocorrido. Quando boas são as lembranças, assemelham-se às águas que jorram de nascentes de fontes cristalinas.
Boas lembranças

Aprendi a andar sozinho, sigo conversando com o meu silêncio, memórias de caminhos que andaram para trás enquanto eu passava, estão lá ainda cumprindo sua missão para outros desertores de aí mesmo.

Ontem, revisitei memórias.
Hoje as esqueci.
Hoje, pecador, desmoronei.
Amanhã, quem sabe, renasça com a força da água.
Amanhã do amanhã, ressurjo como um milagre sem cena.
Milagre que não vejo: sois somente eu.