Meio
Você é a prova viva de que, mesmo em meio ao caos, é possível encontrar a paz. E ao emergir dessa tempestade, você não será apenas alguém que sobreviveu, mas alguém que viveu intensamente e encontrou a luz que sempre esteve dentro de si.
Siga em frente. O mundo precisa de sua luz.
Em um mundo que muda constantemente, a mãe guerreira permanece firme, uma âncora em meio à tempestade, um farol que guia seus filhos em direção a um futuro promissor. Sua presença é uma celebração da vida, uma prova de que o amor verdadeiro não conhece limites.
Majestosa águia…
Em meio às adversidades cotidianas, somos frequentemente desafiados a manter nossa serenidade diante de provocações que testam nossa paciência e equilíbrio emocional. Imagine, por um instante, a majestosa águia, que, ao perceber um corvo incomodando-a incessantemente, não desperdiça sua energia em um confronto direto. Ao invés disso, a águia simplesmente alça voo a altitudes inacessíveis ao corvo, elevando-se acima do tumulto e encontrando paz nas alturas.
Este comportamento sábio nos oferece uma poderosa lição sobre autocontrole e resiliência. A águia nos ensina que, diante das provocações, não precisamos retribuir na mesma moeda, nem nos deixar enredar por conflitos infrutíferos. O verdadeiro poder reside na capacidade de se elevar acima das circunstâncias, mantendo a mente clara e o coração tranquilo.
Assim como a águia, podemos escolher nossas batalhas com sabedoria, preservando nossa energia para o que realmente importa e cultivando um espaço interno de paz. Ao compreender que não somos obrigados a responder a cada provocação, descobrimos a liberdade de viver em harmonia com nossos valores, transcendendo as limitações impostas pelos outros, e encontrando força na tranquilidade de um espírito inabalável.
A serenidade, portanto, não é um sinal de fraqueza, mas sim de uma força profunda que nos permite moldar nosso próprio destino, indiferente às tempestades que nos cercam. Que possamos, então, aprender com a águia a arte de voar alto, deixando para trás tudo aquilo que busca nos deter.
As experiências vão nos moldando em meio a vida tornando-nos cada dia mais conscientes de um fim inevitável... este, a escarnecer dos meus sentimentos.
O ópio da saudade
Muitas vezes em meio a correria, anseios, buscas, idealizações, superações, ...., em suma tudo o que remete a uma projeção do futuro , ficamos imersos nestes pensamentos e esquecemos de todo o resto. Mas às vezes, meio que repentinamente, nos deparamos com coisas sutis que nos chocam como uma batida de carro e nos colocam num estado de transe profundo, com sentimentos e sensações próprios de quem teve um passado e vem construindo uma história.
E em meio a esta viagem acolhedora permanecemos por alguns minutos até que alguém nos interrompa ou até que termine uma música, e quando retornamos à realidade voltamos cheios de si revigorados para continuar.
Mas forte que qualquer composto químico, droga, eletrochoque, manipulação da mente ou outra coisa que possa tirar uma pessoa da realidade, o estopim para esta viagem pode vir de um odor forte e característico de um perfume marcante, uma sensação, um lugar ou ainda mais funcional, uma música. Mas não é algo em que se possa reproduzir a todo o momento como um viciado que manipula droga a todo o momento, porque perderia toda a sua funcionalidade. São momentos únicos e irreprodutíveis que nos acometem meio que repentinamente como, ao abrir um frasco de perfume e remeter a um momento único de quando usava aquele perfume, ou uma pessoa para quem se produzia com aquele odor, ou ainda a uma carta perfumada que recebeu de alguém. E a partir daquele simples odor vem uma recordação e um arcabouço de outros sentimentos que provocam uma reflexão daquele momento até os dias atuais, como uma linha do tempo ou um longa metragem que passa em alguns segundos.
Sentimentos que tiram completamente a atenção como ao entrar em um carro e colocar naquela rádio que seus pais escutavam quando era jovem, e perceber que a música da sua adolescência agora toca lá. E ao se embebedar com uma imersão de sentimentos, passa a refletir sobre as baladas que dançou ao som daquela música, e quanto tempo passou desde então e não é mais aquele jovem; da inocência que tinha naquela época e se perdeu; das magas que fizeram você se tornar uma pessoa mais madura, mas completamente diferente; das pessoas que amou e das que te fizeram sofrer; os amigos que não vê mais bem como aqueles que não poderá encontrar; de como as coisas eram diferentes; da época que pensava em ser astronauta e no que se tornou; da vontade de mudar o mundo até o momento que se tornou apenas mais um; de como seus pais pareciam chatos em alguns momentos e que hoje, talvez, você cometa as mesmas chatices; de todo o que queria fazer e não fez; de quanto cabelo você tinha; das coisas que não precisava se preocupar e hoje te tornam uma pessoa estressada; mas também das superações que teve para chegar até onde está hoje e quem sabe, pensar melhor em para onde quer ir. E no final desta viagem de curta duração fica um bem estar e a retomada a realidade.
A dualidade é um caminho de sofrimentos e julgamentos, seja inteligente e trilhe o caminho do meio e não defina uma posição no jogo da vida!
Por meio de um pequeno texto podemos encontrar respostas que nem todos os livros do mundo juntos conseguiriam dar.
O casal escuta um ao outro por meio do subconsciente, a interpretação é complexa por que o que recebemos do outro são símbolos e metáforas.
Entre o Vento e a Pedra
Sou vento que insiste,
sou pedra que resiste.
No meio, o tempo ensina
que tudo fere, mas tudo afina.
Estava com ela dentro do barco
No meio do nada ou mais longe
O sol queimava a tez morena dela
E o sal em seu corpo brilhava como pequenos cristais
O vento balançava seus cabelos que tocavam meu rosto
Como pequenos dedos em um balé
E seu sorriso ...
Iluminava o mundo ao redor
Chegando a ofuscar o sol que brincava com o ventos
A correnteza os levou para longe
Onde não se ouvia mais nenhuma voz humana
Nem a nossa que agora falava com toques e presença
Era tão perfeito estar ali
Ao lado daquela que queria por toda a minha vida
Segurando a mão da única que amei
A imensidão do mar
A grandeza do sol
São insignificantes
Comparados ao universo de nosso amor
Ele colocou uma coleira na sua posse ...
E a conduziu para o meio do mundo
Todos estavam de olho neles
Então ...
Ela se despiu
E ele a possui como se fosse a primeira vez
Todos ficaram com inveja do amor deles
E eles nem ligaram para o mundo
LUXO E A VIDA NÃO AS CENAS.
No meio das grandes metrópoles no movimento das avenidas, há um homem pobre empurrando o trem da vida. Sem um destino certo, sem estações, sem dinheiro no bolso para comprar um pão.
Ele segue a vida, pelas avenidas muitos o chamam de zé ninguém. À noite ele irá descansa seu corpo em algum lugar próximo à mesma avenida onde passou o dia, chegando ao fim de mais uma estaçao.
Ali o homem irá descansa seu corpo, mas terá que acordar antes do dono da loja chegar, antes da loja abrir, envolto pelo frio, coberto por papelão, mas quando o sol nascer, ele terá que juntar suas coisas, começar mais uma jornada rumo à próxima estação.
Seu combustível é a força de vontade, é a fé, é a luta, a vida. Ele seguirá seu destino, entre carros e faróis, de portas em portas, sem malas, sem passagens, onde muitos passam contando suas notas , mas ninguém notam sua presença.
Triste cena, triste, sina, triste vida, temos que entender que nas grandes metrópoles não são só sinais, nunca será apenas buzinas, a vida nunca será uma avenida, sem fins sem paradas, apenas partidas, onde o luxo é a vida, não as cenas.
Morei no meio dos pobres que comiam o que tinham conseguido. Também vivi no meio de ricos miseráveis que comiam reclamando do que comiam.
Deixar o barco no meio da tempestade só tornará a travessia ainda mais perigosa. Todos os dias enfrentamos ou precisamos de tragédias, todos os dias um Titanic afunda. Apesar de tudo isso, todos os dias há um Noé oferecendo a arca para aqueles que desejam sair da tempestade.
Eu adorei viver no meio dos loucos não por causa de suas loucuras, amei morar com os cegos não por causa da cegueira, da mesma forma adorei morar com aqueles que não podiam andar, não por causa de suas incapacidades.Se vivemos no meio de todas essas pessoas e não amamos as incapacidades. A incapacidades está em nós, não naqueles que os chamamos de incapazes.
Sempre em frente está é a primeira regra em meio a multidão para dar sentido a vida e guando olhar para trás vera o tanto que foi percorrido e já com um largo sorriso no rosto com as cicatrizes já esquecida dirá para sí mesmo eu venci
No meio de tanta injustiça e desigualdade social, os pobres têm, ao menos, uma graça, uma vantagem em relação aos ricos: saber quem são seus amigos de verdade.
O que se compreende da vida até o momento é que evoluímos por meio das dificuldades. O que coloca a felicidade como pequenos momentos de resolução de problemas.
Vou parar de citar seu nome, pra tudo existe uma hora certa, e no meio de uma noite corquer alguém ouviu meu sussuros seu nome dizer, não fiz por onde evitar, e de meus sonhos deixei você se apossar, não é o acaso da hora, mais o motivo dessa hora existir, porquê até nos meu olhos seus olhos passou a comandar, e nos grotões profundos de meu viver, só me resta a noite pra poder em meus sonhos te ver, antes que venha a hora de ter que lhe esquecer
