Meio
✍️Na vida só há dois meios de ter ganhos para sustento, MEIO DE VIDA OU MEIO DE MORTE!
Livre Arbítrio
✍️A educação transforma o meio e o meio transforma o indivíduo. O indivíduo transforma seu mundo e serve de exemplo ao meio para as gerações vindouras.💌❤️💜💕💕
✍️Estamos meio que todos mergulhados, perdidos e arrastados pela REVOLUÇÃO VIRTUAL, acompanhada de pós pandemia e tendo como resultado uma PANDEMIA MENTAL. Da mesma forma como os seres humanos que foram escravizados e após a revolução industrial foram abandonados a própria sorte sem lenço, sem documento, lançados as ruas, ao léu, ao vento.😏🎲
✍️A vida do ser humano é construída com oitenta por cento da influência do meio em que vive e vinte por cento das suas ações resolutas.🕉️
✍️O CAMINHO do MEIO é único, particular, consciente e vitorioso, sem aplausos! Ainda que, com alguém em paralelo.
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A jornada de nós dois
Em meio ao tempo, ao vento, à estrada, nossos passos se cruzaram sem aviso, e desde então, cada amanhecer se tornou mais vivo.
Era sonho, era plano, era destino, feito de risos, de promessas e abraços, onde cada gesto construía um novo laço.
Os dias trouxeram desafios, mas seguimos lado a lado, porque o amor não é perfeito, mas é forte, é sagrado.
Juntos aprendemos a esperança, a acreditar no amanhã, pois onde há amor verdadeiro, sempre há luz que nos guia, nos sustenta, nos alcança.
E se um dia a tempestade vier, se o medo quiser nos deter, segurarei tua mão, e juntos faremos o sol renascer.
Pois amar não é apenas sentir— é construir, é renascer, é existir. E em cada sonho que sonhamos juntos, sei que tudo valeu a pena.
Rouba mas faz
Seria um meio termo?
"Pelo menos"
Discurso que não me atrai
Quente ou frio
Nada de morno!
Por mais dificil que seja, hoje mais do que nunca, os sentimentos que iremos desenvolver em meio a essa turbulência serão determinantes para a construção de novas paisagens em nossas vida.
Podemos encontrar ajuda no meio do caminho, às vezes se distrair durante percurso, caí, levantar e continuar seguindo em frente, mas no final das contas a responsabilidade de conduzir a sua vida é somente sua. Então, como falou um dia uma sábia professora: “Olhe para frente, porque a sua prova é individual."
A missão que um Ser assumiu lá na espiritualidade de ser o meio pelo qual outro Ser vem a Terra é muito lindo e nobre.
O reconhecimento vem com um grito ao saí do ventre que simboliza um muito obrigado Mãe, pelo alimento que sair de ti, pelo aconchego em seus braços, pelos cuidados com meus passos, que ao longo da vida vão continuar ao seu lado.
O meu muito obrigado a todas as mães!
A pandemia me proporcionou um inusitado autoencontro. Em meio a devaneios criativos, encontrei sentido e também dúvidas, mas acima de tudo descobri uma nova e evoluída versão de mim.
Em meio ao silêncio, meu barulho ressoa, como um eco insistente que me confronta. Às vezes, é como um turbilhão de pensamentos tumultuados, uma sinfonia dissonante que me desafia a encontrar a calma perdida. Reconheço a necessidade de acalmar a tempestade interna, de encontrar a paz que se esconde por trás do tumulto ensurdecedor. Mas lembre-se: não mexa com meu silêncio se não pode lidar com meu barulho.
A mulher quer se sentir única para o homem,
quando o homem lhe traz flores,
quando no meio da noite cobre seu corpo com um lençol.
Ela quer um homem que compreenda suas dores.
Que mesmo ele estando ausente, ela nunca se sinta só.
Ela não quer um machista, ela quer um motorista
para levá-la para tudo que é lugar.
E que no dia da TPM, faça o possível pra lhe dar carinho.
A mulher quer um homem que perceba o que ela está sentido,
pelo seu olhar.
E que possa ajudar a prosseguir seu caminho.
Ela não quer uma pedra de tropeço,
ela quer um homem que tire o espinho da rosa.
O que ela procura no homem é um ombro pra chorar
é um homem que seja conselheiro.
Que esteja apto para ouvir quando ela falar
mesmo que ela fale o dia inteiro.
A mulher não quer um homem que só a procure para levá-la
pra cama,
mas um que a surpreenda com coisas diferentes
que lhe ajude a fazer as atividades de casa para lhe dar descanso
e que a leve para lugares fascinantes.
DRUMMOND
Sentou-se numa pedra que havia
No meio do caminho.
E passou o José todo triste;
sem saber pra onde ia.
Logo depois passou um anjo,
E disse: "Vai, Carlos! ser gauche na vida".
E disse Drummond: "Eu não serei poeta de um mundo caduco..."!
E Drummond, saiu recitando: " Eu também já fui brasileiro..."!
“Em meio ao concreto e ao luxo, corações se encontram: ela, com sua grife; ele, com sua arte. O amor não escolhe berço, apenas floresce.”
Como posso dizer que este pássaro é um pássaro do deserto, se no meio do ano ele voa até a américa.
A humanidade e a espiritualidade…
Em meio ao caos intrínseco da modernidade, onde o tecido social se fragmenta em uma miríade de interesses particulares e narrativas conflitantes, torna-se urgente refletir sobre os alicerces que sustentam a existência humana. A cada gesto, a cada escolha, delineamos um traço do que somos e do que desejamos nos tornar. Contudo, o que vemos, tantas vezes, é a espiritualidade reduzida a uma mercadoria, uma ferramenta de barganha, um instrumento para atender caprichos e alimentar a ânsia por benefícios pessoais. Que caminho é este, onde o sagrado é invocado com o estalar de dedos, como se a transcendência pudesse ser manipulada para servir apenas ao ego?
Este cenário desafia-nos a questionar as raízes de nossa humanidade e os valores que dela emergem. Há, entre muitos, uma fé que se dobra sobre si mesma, incapaz de transbordar para o outro, para o coletivo. É uma crença que clama por bênçãos, mas que esquece de abençoar; que pede luz, mas não se dispõe a ser farol; que se recolhe em um casulo de desejos próprios, alheia ao sofrimento que reverbera ao seu redor. Assim, a espiritualidade torna-se um reflexo de um mundo de espelhos, onde o único rosto visível é o próprio, e o outro desvanesce, invisível, irrelevante.
Há também aqueles que, presos em sua própria apatia, abdicam do esforço em nome de uma espera passiva, quase pueril, por milagres que substituam o árduo trabalho de se construir. Esperam, como quem olha para o céu em busca de um cometa, que algo ou alguém lhes entregue o que não ousaram conquistar por conta própria. E, enquanto aguardam, deixam germinar em si a inveja corrosiva, a hostilidade silenciosa em relação àqueles que se atrevem a crescer. Tentam bloquear o avanço alheio, não percebendo que, ao fazê-lo, sabotam a si mesmos e perpetuam o ciclo de mediocridade que os aprisiona.
Neste cenário, somos levados a perguntar: que humanidade é esta que renega o potencial de sua própria grandeza? Por que tememos tanto a responsabilidade de evoluir, de nos especializarmos, de nos tornarmos melhores, mais íntegros, mais autênticos? Por que preferimos a hipocrisia confortável à verdade que confronta e transforma? A resposta talvez resida no fato de que o caminho da evolução é árduo e exige renúncia: renúncia ao egoísmo, à ilusão de superioridade, à preguiça de se olhar no espelho e enfrentar aquilo que mais tememos em nós mesmos.
A espiritualidade genuína não é uma moeda de troca, nem um refúgio para a vaidade. Ela é um chamado à transcendência, não apenas do mundo, mas de nós mesmos. É uma prática que nos desafia a reconhecer a interconexão de todas as coisas, a ver no outro um reflexo de nossa própria essência, a agir com bondade sem esperar retorno, a construir um bem que seja maior do que nós. Não há espiritualidade verdadeira onde há inveja, onde há indiferença, onde há a recusa em crescer. Não há transcendência onde falta coragem para olhar além do próprio umbigo.
Se quisermos escapar do estado caótico que nos envolve, precisamos, antes de tudo, mudar a direção do olhar. Precisamos abandonar a busca por atalhos e aceitar que o crescimento é lento, porém necessário; árduo, mas libertador. É preciso cultivar a bondade como um ato revolucionário, como um gesto de resistência diante da fragmentação do mundo. É preciso abandonar as máscaras da hipocrisia e vestir a autenticidade, mesmo quando ela nos desnuda diante de nossas falhas. É preciso compreender que a verdadeira grandeza não reside no que acumulamos, mas no que compartilhamos; não no que conquistamos sozinhos, mas no que construímos juntos.
A humanidade não está condenada ao fracasso, mas tampouco está garantida no sucesso. Somos uma obra inacabada, uma promessa ainda por cumprir. E cabe a cada um de nós decidir se seremos artífices dessa construção ou cúmplices de sua ruína. O futuro que almejamos, de paz, de harmonia, de plenitude, não será dado; ele será criado, tijolo por tijolo, pela força de nossas mãos, pelo brilho de nossas ações, pela pureza de nossas intenções. E, ao fazermos isso, descobriremos que a verdadeira espiritualidade não nos eleva acima dos outros, mas nos une a eles, em um laço inquebrantável de humanidade compartilhada. Que possamos, então, abandonar tudo o que nos apequena e nos entregar, com coragem e integridade, à tarefa sublime de sermos plenamente humanos.
"As palavras,quando bem usadas, são meio caminho andado para vender um nectar ou um vinagre. Quem diz vinagre diz qualquer outra coisa. Um bom rótulo escrito com elegância até vende os cascos da rolha."
