Meio
Alguns dizem que a vida é curta. Outros que a vida é longa. Nesse meio, digo que é relativa e absoluta, pois a vida é feita de momentos que te projetarão lembranças com variados significados.
No primeiro caso, a «arte pela arte» marca uma discordância com o meio e uma resistência às forças conservadoras. No segundo caso traduz uma cooperação mais ou menos activa com elas. No primeiro caso a negação de uma arte «utilitária» é a recusa a servir as forças do passado; no segundo caso, a recusa a servir as forças do futuro.
"Amor mentiroso"
Em meio ao eco das promessas vazias,
Meu coração se desfaz em pedaços frios.
Palavras falsas que ecoam como lamentos,
Despedaçando a confiança em mil tormentos.
Um amor que se revelou como ilusão,
Deixando minha alma em desolação.
A dor cortante de uma traição ardilosa,
Deixa cicatrizes na minha alma amorosa.
O peso da mentira é como um fardo pesado,
Que dilacera a esperança em pedaços rasgados.
Meu coração partido clama por cura e alívio,
Enquanto tento recompor o que restou do meu cílio.
Mas no meio da escuridão, um raio de luz surge,
A promessa de dias melhores, a esperança que urge.
Pois mesmo com o coração partido e cansado,
Ainda há espaço para um novo amor verdadeiro e honrado.
''Em meio às dificuldades e aos esforços diários, é natural sentir o peso da pressão sobre nossos ombros. A vida muitas vezes nos coloca à prova, nos desafia com obstáculos que parecem intransponíveis. Mas é justamente nesses momentos que descobrimos a verdadeira força que reside dentro de nós.''
Raphael Denizart
A vida e cheia de altos e baixos, mas no meio podemos imaginar um horizonte e nele ver que a vida tem sim, suas belezas. Que existe muito além de erros e acertos, podemos ser melhores basta querermos. Por que afinal não existe poder nenhum que nós façamos voltar no tempo e consertar os erros do passado. Mas temos o agora, com amor, força de vontade e determinação. Podemos mudar o futuro e mostrar o que aprendemos.
corroendo por dentro de cada um, um mal que não escolhe, não aceita e vive por meio de egoísmo. O trem que sempre passa as 2 da tarde com milhares de almas indo para o seu próprio inferno, próxima parada? existindo, provavelmente sufocando com o peso de apenas existir, sem sequer sentir, dor, tristeza..nada disso é algo que realmente importa pra esse ser, pois não existe mais nada além dele. Caminhando por um tempo distante se perguntando aonde que tinha deixado aquele relógio de bolso, ó minha amada lhe desapontei novamente em meio a multidão que ali passava indo para o trabalho. Me perco no que escrevo, consegue tirar algo disso? se sim...apenas aproveite
Olhe para si, em meio ao devaneio mais profundo e distorcido da sua mente, procurando por respostas impossíveis de serem respondidas de uma forma coesa e com certezas. Tudo nesse bendito mundo é sem explicação, nós humanos achamos que temos controle de tudo porém não. Nós somos apenas as peças comuns e sem propósitos, entretanto apesar de tudo isso que escrevo ser uma grande ironia ao destino certeiro que todos nós temos... que é a morte. Viva do seu jeito, sem ligar pra tudo que a sociedade impõe visando ser o jeito certo de achar a felicidade. Não existe um jeito certo ou errado, existe apenas escolhas.
Julgar ou ser julgado, ser o centro das atenções?! Olha, ninguém liga pra isso, nós não estamos em um palco com um grande público para assistir nossas escolhas, burradas ou questionamentos mais profundos. Sempre se pergunte: isso realmente importa?
Vagar em um dilema, abstrato de ideias infundadas sem relevância alguma, acreditar que o amanhã sempre será um dia melhor que o anterior, anda de cabeça erguida diante da dor e do ódio.
Quando eu espero em Deus, a esperança tem cadeira cativa por meio da fé.
Quando não sei como orar, Ele ouve os gemidos do meu coração.
Quando a gratidão permanece, o caminho transborda repleto de esperança.
Quando há comunhão com o Pai, o Espírito Santo fala por nós.
Não existe ambientação segunda para quem veio a nascer: Todos nós nascemos em meio a escombros da luta contra os passados da Terra.
Às vezes, sentimos que o mundo não nos enxerga, que estamos sozinhos em meio a uma multidão. É uma sensação desoladora, mas é importante reconhecer que essa percepção muitas vezes reflete uma verdade dolorosa: as pessoas simplesmente não estão tão preocupadas conosco quanto gostaríamos que estivessem.
Passar horas lamentando-se nas redes sociais, esperando por palavras de conforto e apoio que nunca chegam, é como gritar em um vácuo. Ninguém parece se importar com o que estamos passando, pois estão ocupados demais cuidando de suas próprias vidas. É uma verdade difícil de engolir, mas é a realidade que muitas vezes enfrentamos.
Então, o que fazer diante desse cenário desolador? A primeira atitude é acordar para a realidade. Deixar de lado as ilusões de que o mundo está pronto para nos consolar a cada momento de fraqueza. É hora de se levantar, sacudir a poeira e seguir em frente.
Para algumas pessoas, pode ser tentador cair na armadilha da negatividade, afundando-se em autocomiseração e preguiça. Mas isso só perpetua o ciclo de desesperança. Em vez disso, devemos nos lembrar do nosso valor intrínseco. Mesmo que o mundo pareça indiferente, há pessoas que nos valorizam genuinamente. É importante reconhecê-las e valorizá-las em retorno.
Às vezes, essas pessoas podem ser um tanto quanto "chatas" para nossos gostos, mas são elas que nos erguem quando estamos caídos. Em vez de nos isolarmos em nossa dor, devemos aprender a levantar junto com elas, ou pelo menos caminhar lado a lado, compartilhando o peso das nossas dificuldades.
Reavaliar nossa vida e nossas escolhas é essencial. Em vez de nos afundarmos na autocomiseração, devemos buscar o que nos faz verdadeiramente felizes e realizados. Talvez isso signifique redefinir nossas prioridades, abandonar velhos padrões de comportamento ou buscar novas oportunidades de crescimento pessoal e profissional.
É um processo desafiador e doloroso, mas também é libertador. Ao reconhecermos a verdade sobre a nossa relação com o mundo ao nosso redor, podemos começar a nos libertar das amarras da ilusão e buscar um novo caminho, um caminho de autenticidade e realização verdadeira.
Pedaços
Eu
Estou
partindo
Parte indo
Da parte
Do meu
Partido
Ser
Ao meio.
Cola,
Descola,
Decola,
Decora
Vermelho
É flor
Jasmi
Da parte
Ida, vinda
E volta
Pedaços
Cheirosos
Abraços
Partidos
Colados
Em mim.
Ao se ver em meio aquele mar implacável tentou acordar, não poderia realmente ter acontecido. Aquilo não era real... até que não pudesse mais deixar de ser. Então pegou seu remo e se pôs contra a correnteza amaldiçoando tal destino. Aquilo funcionou... até que suas forças já não mais bastassem. Portanto só lhe restou encontrar outra saída. Pois a esperança ainda não o deixara descansar. Assim clamou pelos deuses e por quem pudesse ouvir suas súplicas. Aquilo o fez ser ouvido por quem o podia ajudar: ninguém. Agora abandonado até mesmo pela esperança não via outra opção senão sofrer pelas águas que jamais invertera seu curso. Aquilo doeu... até que o sofrimento já não mais lhe pareceste devido. Finalmente pôde sorrir contemplando a beleza do que podia ver à frente: nada...
Sempre que alguém me pergunta sobre qual seria a alternativa de sistema, meio que achando que mudar algo tão complexo como as relações sociais é como trocar o pneu de um carro pela marca A ou B, eu respondo: primeiro é preciso entender o que é mercado, comércio e capitalismo. Em seguida, destaco que qualquer abordagem que vise limitar o crescimento e a acumulação, alicerces estruturais do único sistema intrinsecamente expansionista na história da humanidade - o capitalismo -, é um caminho aceitável e ético a seguir. Isso porque se afasta de sua degeneração e abre possibilidades para construir uma economia que sirva às pessoas e não ao dinheiro como regra.
