Coleção pessoal de viniciuspraseres

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Eu poderia escrever esse texto cheio de raiva.

Poderia contar tudo.

Poderia falar das conversas escondidas, das comparações, das humilhações, das coisas que foram ditas pelas costas, das pessoas que acabaram envolvidas em problemas que deveriam ter ficado entre duas pessoas.

Poderia falar de muita coisa.

Mas não vou.

Não porque não aconteceu.

Aconteceu.

Mas porque eu não quero mais viver disso.

Eu sei dos meus erros.

Sei que tenho um temperamento difícil. Sei que sou explosivo, que já fui ignorante, que já falei coisas que não deveria. Sei também que alguns vícios meus fizeram estragos e que preciso continuar lutando contra eles.

Não vou esconder isso para parecer perfeito.

Eu não sou perfeito.

Nunca fui.

Mas também não sou aquilo que alguém pode contar sobre mim quando quer me colocar como o único culpado de uma história que foi vivida por duas pessoas.

Eu assumo a minha parte.

Apenas a minha.

E isso muda tudo.

Porque durante muito tempo eu achei que precisava explicar cada reação minha.

Hoje não.

Eu sei que uma reação errada continua sendo errada.

Mas também sei que existe uma história antes dela.

Existem coisas que foram acumulando.

Palavras.

Desconfianças.

Atitudes.

Promessas que não mudaram comportamentos.

Conversas que deveriam ser claras e pareciam escondidas.

Pedidos de mudança que foram feitos mais de uma vez.

E situações que foram me deixando cada vez mais cansado.

Eu não quero justificar meus erros.

Quero aprender com eles.

Essa é a diferença.

Eu também não quero mais ficar tentando entender por que, depois de uma briga, tudo parecia voltar ao normal tão rápido.

Eu ficava mal.

Pensava.

Tentava entender.

Enquanto do outro lado parecia que bastava colocar uma foto na academia, postar alguma coisa, curtir, sair, sorrir e continuar como se nada tivesse acontecido.

Durante muito tempo, isso me incomodou.

Hoje, não mais.

Porque eu finalmente entendi que a vida que alguém mostra na internet não é responsabilidade minha.

Se está feliz, que seja feliz.

Se não está, que resolva.

Se quer postar foto sorrindo, que poste.

Eu não preciso mais olhar para uma tela tentando descobrir o que existe por trás de um sorriso.

A vida dela não é mais a minha preocupação.

A minha vida é.

E talvez essa seja a maior mudança dentro de mim.

Eu também não vou mais gastar energia tentando entender por que, depois das brigas, coisas que eram nossas chegavam aos ouvidos de outras pessoas.

Eu nunca entendi.

Eu esperava lealdade.

Não queria que ninguém defendesse meus erros.

Se eu estivesse errado, eu queria ouvir.

Mas eu esperava que aquilo que acontecia entre duas pessoas permanecesse entre duas pessoas.

Quando descobri que havia gente falando de mim, e que quem deveria estar ao meu lado também participava dessas conversas, doeu.

Claro que doeu.

Mas hoje não dói como antes.

Porque algumas decepções só têm poder sobre nós enquanto ainda esperamos alguma coisa delas.

Eu parei de esperar.

Também parei de me preocupar com comparações.

Durante muito tempo, ouvir que alguém era melhor, mais isso ou mais aquilo me fez questionar o meu próprio valor.

Hoje eu penso diferente.

Eu não preciso ser melhor que ninguém.

Não preciso competir com ninguém.

Não preciso provar que sou suficiente.

Quem quiser outro tipo de pessoa, que procure.

Eu não vou mais mudar minha essência para disputar espaço na vida de ninguém.

E existe uma coisa que eu aprendi depois de tudo:

quem precisa diminuir você para se sentir maior já está dizendo muito mais sobre si mesmo do que sobre você.

Eu não quero fazer isso com ninguém.

Nem mesmo com quem me machucou.

Porque eu não quero sair dessa história carregando os mesmos comportamentos que um dia me fizeram sofrer.

Eu quero sair diferente.

Mais consciente.

Mais forte.

Mais tranquilo.

E, principalmente, mais dono de mim.

Eu também não vou esquecer das humilhações.

Não porque quero guardar rancor.

Mas porque algumas coisas precisam ser lembradas para não serem repetidas.

Eu sei o que senti quando fui diminuído diante de outras pessoas.

Sei o que senti quando precisei fingir que não tinha doído.

Sei o que senti quando saí de algum lugar sorrindo por fora e completamente destruído por dentro.

Mas aquilo acabou.

E não vai mais me definir.

Eu não sou aquela versão de mim que saiu de uma discussão se perguntando se era um homem bom o bastante.

Eu não sou aquele cara que precisava da aprovação de alguém para saber o próprio valor.

Eu não sou os meus piores dias.

Eu sou também tudo aquilo que estou fazendo para mudar.

Meus vícios não são meu destino.

Minha raiva não é minha identidade.

Meus erros não são minha sentença.

Eu posso reconhecer tudo isso e continuar de pé.

Aliás, é exatamente isso que estou fazendo.

De pé.

Sem precisar fingir que não doeu.

Porque ser forte não é dizer que nada machucou.

Ser forte é olhar para aquilo que machucou e decidir que não vai deixar aquilo controlar o resto da sua vida.

Eu poderia passar horas contando quem fez o quê.

Mas não quero.

Não preciso.

A verdade não precisa de espetáculo.

Eu sei o que vivi.

E quem viveu comigo também sabe.

O resto é opinião.

E opinião dos outros não vai mais decidir como eu me sinto.

Eu não vou mais correr atrás de explicações.

Não vou mais procurar respostas em redes sociais.

Não vou mais investigar conversas.

Não vou mais tentar descobrir quem está falando de mim.

Não vou mais tentar convencer ninguém da minha versão.

Acabou.

Não porque eu perdi.

Mas porque eu escolhi sair da disputa.

E existe uma diferença enorme entre perder uma batalha e decidir que você não quer mais lutar aquela guerra.

Eu escolhi a segunda.

Hoje eu quero cuidar de mim.

Quero vencer meus vícios.

Quero controlar minhas explosões.

Quero trabalhar.

Quero crescer.

Quero recuperar minha paz.

Quero olhar para trás e conseguir dizer:

“Eu passei por isso, mas isso não acabou comigo.”

Porque não acabou.

Eu ainda estou aqui.

Talvez mais cansado.

Talvez mais desconfiado.

Talvez mais cuidadoso.

Mas também mais consciente.

Eu aprendi a prestar atenção nas atitudes, não apenas nas palavras.

Aprendi que amor sem respeito não basta.

Que carinho sem lealdade não sustenta uma relação.

Que transparência não deveria ser implorada.

Que confiança não sobrevive quando existem segredos demais.

Que comparação machuca.

Que humilhação deixa marca.

Que expor o outro depois de uma briga não resolve nada.

E que duas pessoas podem se amar e, mesmo assim, não saber mais fazer bem uma à outra.

Eu não quero mais ser vítima de ninguém.

Mas também não vou aceitar ser culpado por tudo.

Eu tenho responsabilidade pelos meus erros.

Cada um deve ter responsabilidade pelos próprios.

É simples.

Eu não quero vingança.

Não quero que ninguém sofra.

Não quero destruir reputação.

Não quero transformar passado em guerra.

Quero simplesmente seguir.

E talvez seguir seja a resposta mais forte que eu poderia dar.

Enquanto alguém pode estar preocupado em mostrar para o mundo que está tudo bem, eu estou preocupado em fazer com que realmente fique tudo bem dentro de mim.

Essa é a diferença.

Eu não preciso parecer feliz.

Eu quero ficar em paz.

Não preciso provar que superei.

Quero simplesmente superar.

Não preciso mostrar que estou melhor.

Quero realmente estar melhor.

E isso não acontece em uma postagem.

Acontece longe das câmeras.

Na mudança dos hábitos.

Nas escolhas.

No silêncio.

Na distância.

Na coragem de não voltar para aquilo que fazia mal.

Eu não sei se um dia alguém vai reconhecer os próprios erros.

Talvez reconheça.

Talvez nunca.

Isso já não importa.

Eu reconheço os meus.

E isso é o suficiente para eu seguir.

Eu amei.

Eu errei.

Eu fui ferido.

Também feri.

Tive vícios.

Tive explosões.

Tive momentos dos quais não me orgulho.

Mas também tive momentos em que fiquei quando poderia ter ido.

Perdoei quando estava machucado.

Tentei quando já estava cansado.

E hoje eu não preciso transformar ninguém em vilão para reconhecer que aquela relação deixou de fazer bem para mim.

Algumas histórias terminam.

Algumas pessoas vão embora.

Algumas feridas demoram para fechar.

Mas nenhuma delas precisa decidir quem seremos daqui para frente.

Eu não vou carregar ódio.

Não vou carregar vingança.

Não vou carregar uma culpa que não é minha.

Vou carregar apenas o aprendizado.

E seguir.

Porque eu finalmente entendi uma coisa:

eu não preciso provar que sou forte.

Preciso apenas continuar sendo.

E, depois de tudo que aconteceu, existe uma coisa que ninguém mais vai tirar de mim:

a decisão de não me abandonar novamente.

Eu perdi muito tentando não perder alguém.

Agora eu vou recuperar a mim mesmo.

E isso, para mim, é o verdadeiro recomeço.

Dessa vez, eu vou comigo.

Tem algo em você que ficou em mim. Quando algo fica vago, a mente cria apego. Não sei se você surge nos meus pensamentos ou se eu simplesmente nunca fechei as portas.

⁠Mude posição para ser valorizado!
Às vezes, a gente não se sente valorizado porque estamos no lugar errado. Pense em uma garrafa de água: no supermercado, ela custa R$1,00; no sinal, R$2,00; e na praia, R$7,00. O valor muda conforme o lugar.
Na sua vida profissional, é igual. Se você não se sente reconhecido, talvez não seja por falta de habilidade, mas por estar no ambiente errado. Mudar de lugar pode fazer toda a diferença.
Você tem valor. Às vezes, tudo o que precisamos é ter coragem para mudar de posição. Lembre-se: você merece ser valorizado. Se valorize e busque o lugar que reconheça isso.

⁠Se amar é o primeiro passo para amar alguém, pois só quando valorizamos e cuidamos de nós mesmos é que podemos oferecer o melhor do nosso ser a outra pessoa. O amor-próprio é a base sólida sobre a qual construímos relações saudáveis e genuínas.

Valorizar a vida: Uma reflexão necessária
Vivemos tempos desafiadores, onde as dificuldades do dia a dia frequentemente nos fazem esquecer o valor da vida. É comum nos vermos reclamando pela falta de dinheiro, pelas dívidas que se acumulam, ou por um “coração partido”. Mas será que estamos perdendo a perspectiva?
Pense nas pessoas que lutam diariamente contra doenças graves, muitas em estágio terminal ou vivendo com condições crônicas. Elas enfrentam batalhas imensas apenas para ver o nascer de um novo dia. Cada momento para elas é uma vitória, uma prova de resistência e esperança.
E nós? Deixamos que problemas financeiros ou emocionais nos levem ao desespero, chegando ao ponto de pensar em desistir. No entanto, precisamos parar e refletir: ainda estamos vivos, ainda temos a chance de recomeçar, de lutar e de fazer a diferença.
A gratidão deve ser parte integrante de nossas vidas. Devemos aprender a valorizar o que temos, ao invés de focar no que nos falta. A saúde, a capacidade de amar, de sonhar e de recomeçar são dádivas preciosas. Temos a responsabilidade de reconhecer essas bênçãos e usá-las para melhorar nossas vidas e as vidas daqueles ao nosso redor.
Em vez de murmurar e reclamar, devemos nos erguer com determinação para enfrentar e superar nossos desafios. E mais do que isso, devemos estender a mão ao próximo, oferecendo apoio e solidariedade. Ajudar os outros não apenas os fortalece, mas também nos enriquece, tornando nossa própria jornada mais significativa.
Lembremos sempre: temos muito pelo que agradecer e muito pelo que lutar. Vamos valorizar nossas vidas e inspirar os outros a fazerem o mesmo. A vida é preciosa e, enquanto estamos aqui, devemos nos esforçar para vivê-la plenamente e com gratidão. Juntos, podemos transformar desafios em oportunidades de crescimento e superação.

⁠Às vezes, sentimos que nossa vida está completamente desordenada, como se a tranquilidade fosse um conceito inalcançável. A pressão e o caos parecem não ter fim, e nos sentimos perdidos em meio a tantas demandas e problemas. Mas posso te dizer uma coisa? Você tem algo extraordinário: uma família que te ama profundamente. Seu pai, sua mãe, sua irmã, seus filhos – todos querem o seu bem, e a sua felicidade é essencial para eles.
Não permita que pessoas amargas ou mal amadas destruam a sua alegria e apaguem o brilho do seu sorriso. Levante a cabeça, minha jovem. Há tantas pessoas que dependem da sua força e da sua presença para crescer e evoluir. Elas precisam de você de pé, firme e confiante.
Dê uma chance a si mesma. Erga sua cabeça e permita-se construir uma nova história. Lembre-se de que cada dia é uma nova oportunidade, e o que parece ser o fim é apenas o começo de uma jornada cheia de possibilidades. Não se deixe abater pelas adversidades; em vez disso, use-as como degraus para alcançar uma versão ainda mais forte e brilhante de si mesma.
Sua história está apenas começando. Acredite no seu valor, confie no amor que te cerca e siga em frente, pois há um futuro maravilhoso à sua espera.

⁠Relacionamentos são complexos e exigem esforço mútuo para prosperar. Muitas vezes, um parceiro pode se encontrar lutando sozinho para manter a relação, enquanto recebe apenas indiferença e desafeto do outro. Isso pode ser desgastante e desanimador, pois a base de qualquer relacionamento saudável é o respeito, a empatia e a reciprocidade.
Sonhar juntos é essencial. Cada parceiro deve ter espaço para expressar seus desejos e aspirações, respeitando os do outro. Colocar-se no lugar do outro ajuda a compreender suas perspectivas e necessidades, evitando julgamentos precipitados e egoísmo. Relacionamentos são uma via de mão dupla: ambos os parceiros precisam contribuir e apoiar um ao outro.
É natural que, em alguns momentos, um dos parceiros esteja mais forte e o outro mais vulnerável. Nessas ocasiões, o forte deve apoiar o fraco, oferecendo suporte e encorajamento. Essa dinâmica deve ser recíproca, garantindo que ambos se sintam seguros e valorizados.
Outro aspecto crucial é deixar o passado no passado. Ficar preso a antigos ressentimentos ou erros impede o crescimento e a felicidade no presente. A capacidade de perdoar e seguir em frente é fundamental para construir um futuro mais harmonioso e amoroso.
Lembre-se, a felicidade e o amor são construções contínuas. Requerem dedicação, paciência e, acima de tudo, uma vontade constante de evoluir juntos. Pense nisso e valorize o processo de construir uma relação sólida, onde ambos os parceiros se sintam amados e respeitados.

⁠Hoje não tem frase motivacional. Quem quiser desistir, que desista. Às vezes, a pressão para continuar, para persistir, pode ser esmagadora. Mas, é importante lembrar que desistir não é fracassar.
Sempre , é necessário fazer uma pausa, reavaliar e seguir um novo caminho. O importante é nunca perder de vista seus objetivos e sua felicidade.

É triste constatar como muitos se vendem tão facilmente por migalhas, sem sequer perceberem o quão prejudicial isso é para o nosso país.Não devemos nos desgastar criando inimizades por conta de políticos que só enxergam para si próprios. Direita, esquerda, Lula ou Bolsonaro, são todos da mesma sacola de interesses egoístas.
Em vez de nos vendermos por benefícios passageiros, deveríamos lutar verdadeiramente pelo bem do nosso município, do nosso estado e do Brasil como um todo.
Os políticos até tremem nas bases só de imaginar o povo nas ruas, mas se continuarmos nos vendendo por um saco de cimento, o país nunca prosperará. É hora de acordar para a realidade e agir com consciência.

Às vezes, sentimos que o mundo não nos enxerga, que estamos sozinhos em meio a uma multidão. É uma sensação desoladora, mas é importante reconhecer que essa percepção muitas vezes reflete uma verdade dolorosa: as pessoas simplesmente não estão tão preocupadas conosco quanto gostaríamos que estivessem.

Passar horas lamentando-se nas redes sociais, esperando por palavras de conforto e apoio que nunca chegam, é como gritar em um vácuo. Ninguém parece se importar com o que estamos passando, pois estão ocupados demais cuidando de suas próprias vidas. É uma verdade difícil de engolir, mas é a realidade que muitas vezes enfrentamos.

Então, o que fazer diante desse cenário desolador? A primeira atitude é acordar para a realidade. Deixar de lado as ilusões de que o mundo está pronto para nos consolar a cada momento de fraqueza. É hora de se levantar, sacudir a poeira e seguir em frente.

Para algumas pessoas, pode ser tentador cair na armadilha da negatividade, afundando-se em autocomiseração e preguiça. Mas isso só perpetua o ciclo de desesperança. Em vez disso, devemos nos lembrar do nosso valor intrínseco. Mesmo que o mundo pareça indiferente, há pessoas que nos valorizam genuinamente. É importante reconhecê-las e valorizá-las em retorno.

Às vezes, essas pessoas podem ser um tanto quanto "chatas" para nossos gostos, mas são elas que nos erguem quando estamos caídos. Em vez de nos isolarmos em nossa dor, devemos aprender a levantar junto com elas, ou pelo menos caminhar lado a lado, compartilhando o peso das nossas dificuldades.

Reavaliar nossa vida e nossas escolhas é essencial. Em vez de nos afundarmos na autocomiseração, devemos buscar o que nos faz verdadeiramente felizes e realizados. Talvez isso signifique redefinir nossas prioridades, abandonar velhos padrões de comportamento ou buscar novas oportunidades de crescimento pessoal e profissional.

É um processo desafiador e doloroso, mas também é libertador. Ao reconhecermos a verdade sobre a nossa relação com o mundo ao nosso redor, podemos começar a nos libertar das amarras da ilusão e buscar um novo caminho, um caminho de autenticidade e realização verdadeira.

Bom dia a todos! Que este novo dia traga consigo a luz e a energia positiva necessárias para enfrentarmos os desafios que surgirem.
Lembrem-se de que o dia se torna ainda mais radiante quando dedicamos um tempo para orar e buscar orientação divina.
Fazer as coisas corretas nos leva a um caminho de paz e realização. Mudar de hábitos faz parte do nosso crescimento pessoal, nos tornando pessoas melhores a cada dia.
Que todos tenhamos um dia abençoado e repleto de conquistas. Um ótimo dia a todos!