Medo de Falar
O judaísmo é a alma do tempo dos que regressam sem medo de partir, ainda que as circunstâncias não pareçam favoráveis, o regresso se afigura sempre a melhor opção.
Depois que a gente decide soltar a mão do medo, devagarinho tudo se ajeita. As dúvidas vão se dissipando como nevoeiro em dia frio, depois que o sol nasce. O passado não nos assusta mais e as angústias ficam para trás. O futuro deixa de nos causar insegurança e a gente segue confiante na coragem que tem. Depois que a gente solta a mão do medo, o presente sorri para nós como nossa única e resplandecente dádiva.
Vivemos tempos de sombras densas, onde o silêncio se faz refúgio e a palavra, um risco. A polarização ergue muros invisíveis, transformando o espaço comum num campo minado, onde cada sílaba pode desencadear tempestades. A liberdade de dizer torna-se miragem, ofuscada pela luz cortante da ofensa fácil.
Já não se pode abrir a boca sem que o ar se torne pesado, sem que as palavras sejam distorcidas, mal entendidas, censuradas. O diálogo, esse fio frágil que nos liga, estica-se até quase romper, ameaçado pela intolerância travestida de zelo. A palavra "tolerância" soa como uma piada amarga, dissipada no vento.
Onde antes floresciam debates, agora restam trincheiras. Cada opinião, uma bandeira; cada silêncio, uma suspeita. O medo de falar cala, sufoca, e a liberdade de expressão definha, encurralada pela vigilância implacável da hipersensibilidade. Escolhem-se as vias do ódio e da vitimização, em vez do entendimento.
A revolução necessária não brotará dos campos férteis; precisa de um terreno mais árido, onde as mentalidades sejam forçadas a mudar. Promessas de liberdade, por vezes, tornam-se prisões de benevolência, incapazes de curar as feridas que se agravam nas sombras do ressentimento.
No entanto, é preciso lembrar: a verdadeira mudança exige sacrifícios além das escolhas fáceis. É preciso confrontar a feiura que evitamos, a dureza das verdades que recusamos. Precisamos de uma revolução de mentalidades, um despertar que não virá sem dor, sem ruptura.
Nas fissuras da polarização, o ódio e a vitimização germinam, sufocando a esperança. Mas talvez, nas ruínas do diálogo, possamos encontrar a semente de uma nova compreensão, forjada no fogo da necessidade.
A liberdade, essa ave ferida, não alçará voo sem luta. E nós, perdidos entre sombras, devemos decidir: permanecer na escuridão confortável ou enfrentar a revolução que os tempos exigem.
Onde antes floresciam debates, agora restam trincheiras. Cada opinião, uma bandeira; cada silêncio, uma suspeita. O medo de falar cala, sufoca, e a liberdade de expressão definha, encurralada pela vigilância implacável da hipersensibilidade. Escolhem-se as vias do ódio e da vitimização, em vez do entendimento.
Se algo lhe amedronta,
é porque você sente que é
mais forte que você.
Você só tem medo de tudo que
é mais forte que você.
Virtude, coragem e caráter, são imprescindíveis ao ser humano descente.
A Virtude não é uma característica. Virtude é o que determina a essência da moral, é algo próprio e peculiar que mostra a intenção irredutível e permanente do homem a se dispor a praticar o bem.
A coragem não é a ausência de medo, pelo contrário. A coragem se define pela capacidade de enfrentar o perigo, o necessário, o desconhecido, mesmo o medo estando presente.
O caráter é a firmeza, determinante e coerente de escolhas, e que, se molda por princípios e valores ligados de alguma forma a moralidade, ao certo, ao correto. Sabendo-se que, algumas atitudes e atos jamais mudarão.
Não existe um sem outro ou outro sem um, estão eternamente juntos e para sempre separados no homem.
‘PENSADOR
@DW SALDANHA FONTELLES
A coragem não é a ausência de medo, pelo contrário. A coragem se define pela capacidade de enfrentar o perigo, o necessário, o desconhecido, mesmo o medo estando presente.
O medo tem um objeto específico, como o receio de voar, enquanto a angústia é mais difusa e ataca sem um alvo específico, com causas menos compreendidas.
Você precisa vencer o medo, não estou negando a possibilidade de você ter medo. Estou dizendo para você que o medo não pode impedir que você entre na fornalha. Daniel 3.18
Livre-se das cargas de DORES
Investindo no seu AUTOCONHECIMENTO.
VOCÊ é um ser DIVINO e merece.
Receba todo o AMOR do universo.
Entender a si próprio nos torna LIVRE.
Quem verdadeiramente não cultiva o amor dentro de si jamais encontrará amor no mundo exterior. Seja sincero, leitor: reflita profundamente. Você está realmente emanando seu amor, ou está transmitindo raiva e medo? Sua vida e seus comportamentos revelam a qualidade do seu amor. Lembre-se, o amor não é algo que se busca; é uma luz que se irradia e atrai outras luzes.
