Medir
Amizade, eu preciso confessar, você é o amor mais sincero que eu já pude ter. Sem precisar medir palavras, você é tudo que tenho e gosto. Você sempre me traz pessoas incríveis, talvez até, eu nem as mereça, mas estou a cada dia que passa, aprendendo a merecer o carinho que elas têm por mim.
Amo cada vez mais os poucos amigos verdadeiros que tenho, e estes, nem que um dia paremos de nos falar, nem que a distância nos separe....ah! Estes poucos eu tenho certeza, EU NUNCA OS ESQUECEREI.
Não adianta olhar pra trás para medir a que altura do caminho você está. O caminho andado não importa mais, o que importa é a distância entre onde você está agora e o limite que você pode alcançar.
Não é possível medir a capacidade de um ser humano nos momentos bons, mas sim, nos momentos adversos.
A razão de toda a existência.
É possível avaliar um sentimento? Pesar uma afeição? Medir o entusiasmo ou regular uma paixão? Estamos conectados, seguimos uma ordem natural, um preceito imposto a cada ser como dádiva divina. Somos cativos a esses sentimentos, o ser humano é um indivíduo coeso, de origem racional e segue os próprios instintos. Não há como negar, existe em cada ser a necessidade de suprimir as emoções, mitigar os anseios e saciar desejos concupiscentes. O campo sentimental é como uma selva em que vence o mais forte, em seu interior existe um contrassenso, um leão a ser abatido. Todavia, esse caminho é uma senda serpeada, um campo minado, pérfido, onde vence o perspicaz. Esse “vencedor” não somente se valia de sua argúcia instintiva, como de um desprendimento sentimental especial, diferente dos demais. O ser humano é capaz de amar racionalmente, responder a esse sentimento e submeter-se a suas condições. Desde o útero aguardamos o contato materno, a ânsia pelo amor tornou a experiência embrionária um ensaio prodigioso. O amor, no entanto é um admirável paradoxo, um bem comum, o atributo peculiar em cada ser, o domínio de um e a sujeição do outro. Se estivermos compelidos a amar de forma irracional, estaremos impelidos ao inefável abismo solitário da razão. O amor é inerente como a alma, é a essência de cada ser, um nobre sentimento, uma busca; a razão de toda a existência.
Não há como resgatar a pedrinha que submergiu no oceano, nem na praia seria possível o fazer. Medir as palavras sem despertar fúria, agir sob o efeito da raiva não é positivo. Negar as faltas é um erro, talvez até maior que somente omitir os fatos. Quando somos provados a isso descobrimos que somos capazes de poupar quem amamos e deixar de não tê-los conosco amanhã de manhã.
Trecho de As Crônicas Da Guerra
É inútil ouvir indivíduos dizendo que não querem competir e, não obstante, se atiram, sem medir esforços, à vida de alguém que já vive com outro alguém. Ora, se fosse dele esse destino, de certo, o ser almejado estaria livre para vivê-lo.
Esse é o limite!!! E se não é respeitado, não se consegue ver nada de bom vindo de tal atitude; mesmo que tente se convencer e ao próximo, de que o sentimento em questão, é oriundo de um cenário espiritual. A prova disso é que a "outra", é sempre a marginalizada.
Não me convence!!!
As vezes não sei medir o tempo....mas sei que quando os momentos mágicos acontecem eles parecem não ter mais fim...sei também que se findam no mesmo instante que se eternizam, tornando-nos seres eternos um no outro.
As vezes nao sei medir o tempo....mas sei que quando os momentos mágicos acontecem eles parecem não ter mais fim...sei também que se findam no mesmo instante que se eternizam nos tornando seres eternos um no outro.
Me chamam de louco
Dizem que não te amo
Não consigo medir o tamanho
Mas com certeza não e pouco
Maior que tudo que já vi
É o meu amor por ti, ó querida
Eles me causam feridas
Por não saber o que já senti
Fico no escuro sozinho
Pensando nos meus sentimentos
E desejando o teu carinho
Já não sei mais se aguento
Como um passaro esquecido no ninho
Só quero jogar tudo ao vento
Viver e não deixar medir a vida só por dinheiro, como todos os outros fazem. Antes de querer ser especial para os outros, seja especial para si.
A vida prega cada peça na gente pra medir o tamanho da nossa fé, pra ver até que ponto somos capazes de acreditar e suportar as dores, ela nos coloca tanto sofrimento pra ver a forma em que nós o encaramos . Se fraquejarmos a um minúsculo obstáculo, ela nos abandona, pois ninguém gosta de covardes e para encarar a vida é preciso ser forte. Se formos fortes desde o começo ela nos lança obstáculos maiores até chegar ao ponto em que não aguentamos mais e suplicamos para que aquele sofrimento acabe, aí então recebemos aplausos e a vida nos coloca numa primavera sem fim onde conseguimos tudo o que sempre almejamos. Parece bobagem, más, uma única palavra faz toda a diferença para vencermos os obstáculos e suportarmos qualquer dor, essa palavra é ACREDITAR.
"Saudades da época que o SENTIR era mais importante que o pensar, que o medir, que o articular...saudades de olhares reconhecedores, de um muito obrigada, da compaixão, do pedido de ajuda...de poder ajudar! Saudades mesmo dessa época que não precisava pensar para sentir...apenas SENTIA, vivia, gargalhava até doer, mas também, sofria...claro, porém era um sofrer diferente, sofrer de empatia, se colocando no lugar do outro, doando o que tinha e o que não tinha...porque ali, só precisavam de um olhar, de um abraço, de palavras de conforto, de um SENTIR verdadeiro...é isso o que SINTO...Saudades"
Fin de aprender es a ser una forma común para medir el tiempo y la fuerza que abtem creatividad en la gestión de la producción se desarrolla como un divisor ra d'agua o agua para ella porque ella es su participación como
E pra que medir as palavras se não dá pra dosar o sentimento? E pra que metrificar o tempo se a sua falta ultrapassa qualquer comprimento?
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