Me Desculpe Nao Quiz te Magoar
A sabedoria está no entendimento e não no conhecimento. Pois nem todo aquele que conhece, pode entender mas todo aquele que entende, pode conhecer.
Para os que possuem, e em especial, para os que não possuem religião, dançar é a melhor forma de oração.
A Força Está no Verbo, Não na Língua
A grandeza da escrita não repousa no ornamento das palavras, mas na intensidade do verbo que as conduz. A língua, por mais rica e vasta que seja, é apenas o veículo; o verbo, a força. A beleza estética que buscamos na escrita não está no deslumbre de uma construção complexa, mas na capacidade de um verbo bem colocado de transformar, de ressoar, de mover. É no verbo que reside a verdadeira elegância do escritor, aquela que não se preocupa com adornos, mas com a pulsão do significado.
Quem escreve com profundidade sabe disso: não se trata de mostrar erudição, mas de fazer com que a leitura se torne uma experiência visceral. O verbo é a chave que abre as portas da percepção, que torna o conceito tangível, que incita a reflexão e desperta o sentimento. Ele não precisa de adornos porque sua força é direta, crua, atemporal. É no verbo que se revela o que está oculto, o que se sente sem palavras, o que ainda não foi dito, mas que, ao ser proferido, encontra a verdade.
A língua, com suas regras e estrutura, é apenas o campo onde a batalha se trava. Mas é o verbo que, ao ser usado com precisão e intenção, tem o poder de mudar o curso do pensamento, de provocar uma epifania, de imprimir na mente do leitor uma marca indelével. Como uma lâmina que corta sem esforço, o verbo, por sua natureza, age e reage. Ele é a centelha da ideia, a faísca que acende a chama da interpretação.
A elegância do escritor não está em palavras vazias, mas em sua habilidade de manobrar o verbo com maestria, de fazer da linguagem um instrumento não de ornamentação, mas de ação. O escritor não deve buscar o enfeite; ele deve buscar a precisão. Um verbo, bem escolhido e colocado, possui a mesma força de uma obra-prima: simples, mas profunda; direta, mas cheia de camadas. É essa simplicidade, carregada de peso, que faz o escritor verdadeiramente elegante.
O verbo é o pulsar da escrita. Ele nos envolve com sua potência, com sua capacidade de criar, de destruir, de transformar. Ele é o que realmente importa.
Se as coisas não correrem como você planeou ou esperava, não se desespere, porque ainda não é o momento daquilo que você planeou. Seja paciente.
Milagre de chão
Meu milagre não desce do alto,
não brilha em vitral.
Não vem do céu, mas de poças.
Rasteja.
Bebe do lodo dos dias passados,
canta no barro onde a dor se aloja.
Devagareia.
Aprendeu com o peso da espera
a carregar o lar nas costas.
Meu milagre é andar sobre as mágoas,
ser lesma que, mesmo lenta,
assina nas folhas um rastro de ida.
Não foi o mundo que entrou nas igrejas; O mundo entrou no líder da igreja que obviamente ele vai dar para o povo aquilo que ele está recebendo
As evidências não são inimigas, mas tornam-se vilãs quando ameaçam certezas confortáveis e aparentemente absolutas.
O óbvio não é a coisa mais difícil de enxergar ou perceber, mas sim conveniente de ignorar. Isso remete à resistência humana em questionar dogmas, seja por medo, comodismo ou interesse. Afinal, quem está disposto a enfrentar a verdade quando ela ameaça todo um sistema de crenças?
Não acredito em histórias
de amor com final feliz,
porque para ser uma
feliz história de amor
não pode ter um final.
"se o amor é puro e verdadeiro não a distância que acabe com ele.
Por isso não deixe de amar a pessoa que você ama mesmo ele(a) estando longe se ele(a) te ama de verdade o amor será mais forte que dez mil caminhões passando por cima de ti.
Há uma frase atribuída a Sir Francis Bacon que diz: “A verdade é filha do tempo, não da autoridade”. Eu diria que a verdade não é filha de ninguém ela se sustenta por si só. O que o autoritarismo não sabe, é que a verdade nem o tempo pode esconder, não importa o quanto o tempo se esforce. A verdade é sempre ela mesma e permanece intacta independente da ação do tempo.
Há apenas uma coisa que Deus não pode ver: os pecados que Jesus já perdoou, pois, sendo um só com o Pai e o Espírito, escolhe esquecê-los para sempre.
O tempo não muda. Os costumes vêm e vão, passam e depois voltam. O tempo não muda os costumes a época sim. A época e a sociedade têm poderes para mudar os costumes. Pelo jeito é só isso mesmo, costumes e manias são mudados conforme a época, mas pessoas continuam as mesmas. A prova disso é que as guerras nunca pararam e o orgulho ainda comanda os corações.
O presente não é a tela da sua televisão, não é a tela do seu computador e muito menos é a tela do seu celular. A sua saúde mental pode ser destruída pela tela e o seu presente engolido pelo tempo, que você passa olhando para ela: A tela!!!
Deus não precisa do seu sacrifico, e nem do sacrifício de Jesus. Era nós que estávamos precisando que alguém morresse por nós, para entendermos o que é o amor incondicional. Quando Freud escreveu que precisamos ser amados, Deus não só sabia disso, como nos provou o quanto, nós já éramos e quanto nós somos amados por Ele. (Leia João 3:16)
