Me Desculpe Nao Quiz te Magoar
Pensar fora da bolha não é uma escolha simples, requer esforço consciente para considerar perspectivas diferentes num mundo diverso.
Vocês não eram equilibrados o suficiente. Vocês eram equilibristas. A corda bamba como terreno dos afetos.
É necessário preservar o avesso, você me disse. Preservar aquilo que ninguém vê. Porque não demora muito e a cor da pele atravessa nosso corpo e determina nosso modo de estar no mundo. E por mais que sua vida seja medida pela cor, por mais que suas atitudes e modos de viver estejam sob esse domínio, você, de alguma forma, tem de preservar algo que não se encaixa nisso, entende? Pois entre músculos, órgãos e veias existe um lugar só seu, isolado e único. E é nesse lugar que estão os afetos. E são esses afetos que nos mantêm vivos.
Você não só mostra que é capaz, como também precisa mostrar que é sempre melhor. E quando você falha, quando você cai, você precisa abrir mão da autopiedade, mesmo que seja a sua única bengala, mesmo que haja um mundo nefasto ao seu redor, é preciso ser honesto com seus afetos.
Naquele momento, você não sabia bem o que queria fazer. Na verdade, você estava perdido, porque, até ali, a vida não passava de um amontoado de obstáculos que você tinha de superar. Resistir fazia parte da sua vida e você nunca havia se questionado por que as coisas eram assim.
Lembro que você disse, certa vez, que a morte pode ser inesperada, mas as palavras não.
A verdade é que vocês não se amavam o suficiente para suportarem os seus fantasmas.
Num dia ensolarado, uma formiga recebeu um quebra-cabeça muito especial. As peças não eram de cartão, mas sim experiências da vida. A regra era simples: quando aprendesse algo, ganhava uma peça. Porém, se nada fosse aprendido, nada seria ganho para completar o quebra-cabeça.
A formiga estava montando seu quebra-cabeça dos sonhos, com as peças de trabalho, família, viagens e momentos com amigos. Um dia, uma cigarra fez uma proposta tentadora. Juntariam seus quebra-cabeças para criar algo ainda mais bonito. A formiga, encantada, concordou.
Passaram-se anos e a cigarra, em momentos difíceis, pediu diversas peças emprestadas à formiga. O quebra-cabeça cresceu tanto que eles tiveram que subir numa árvore para vê-lo por completo. Para surpresa deles, não havia imagens montadas, apenas peças soltas com poucos encaixes.
"Formiga, como eu pude achar que você me ajudaria a montar meu quebra cabeça, sua inútil, olha seu quebra cabeça, está todo desfalcado". Disse a cigarra pulando para longe.
Desesperada, sozinha, a formiga não entendia. Onde estavam suas peças? Cadê sua vida? Quem era ela agora? Só via um vazio onde deveria estar o quebra-cabeça.
Uma coruja sábia a ouviu e foi ajudar. Com calma, explicou que as suas peças não completavam um outro quebra-cabeça, apenas o seu próprio. A formiga, compreendendo, começou a organizar suas peças novamente, desenhando seus rascunhos e conquistando suas primeiras peças.
A cigarra voltou e viu que a formiga já tinha mais peças juntas do que ela. Com humildade, pediu ajuda para montar seu próprio quebra-cabeça. "Formiga, me perdoe, preciso de ajuda para completar meu quebra-cabeça. Poderia me doar uma peça de felicidade?"
Você tem vida ou apenas termina os seus dias respirando?
Reflita sobre você precisar, ou não, rever os seus valores.
Porque o verdadeiro segredo não é fazer uma limonada com os limões que a vida nos dá, mas conviver numa boa com a úlcera no estômago que vem em seguida.
“Até você compreender que Jesus Cristo não é um conceito subjetivo, e sim uma pessoa, você ficará à mercê de interpretações relativistas do evangelho em vez de uma fé duradoura.”
(ver João 14:6 e Hebreus 1:1-3)
"A sabedoria não consola os avarentos; antes os leva ao tormentoso afã de tirar dela vantagens indevidas".
"Em seu utilitarismo medíocre, o avarento vê o saber não como algo amável em si, mas apenas na medida em que possa ser lucrativo".
Ser eu mesma é algo tão simples e ao mesmo tempo tão importante. Não preciso me comparar a ninguém, não preciso tentar ser outra pessoa para me sentir aceita ou amada. Afinal, o que importa é ser autêntica, ser verdadeira, ser quem realmente sou...
Não preciso fazer parte de padrões impostos pela sociedade, não preciso me encaixar em estereótipos ou seguir modas passageiras. A única pessoa que eu preciso ser é eu mesma, com todas as minhas qualidades, defeitos, peculiaridades e singularidades.
Ser eu mesma significa me aceitar, me amar e me respeitar. Significa não ter medo de ser julgada, de ser diferente, de ser única. Significa viver de acordo com os meus valores, com os meus princípios, com a minha essência.
