Me Deixa que hoje eu To de Bobeira
Não me julgue se eu ainda não sei controlar meus demônios, vc também não sabia controlar os seus....
mas querida eu sei que você espera uma mensagem minha
Mas não espere,
Porque naqueles dias que eu sofria, e meu coração muito batia
Você não me procurou para consolar-me
Não irei também curar tuas feridas ardidas.
►Mente Turva
Nunca pensei que eu chegaria até aqui
Escrevi tanto sobre meus sentimentos e, ainda assim
Resisti, escrevendo quando sentia imensa dor
Escrevendo enquanto aprendo o que é o amor
Escrevi até quando me encontrei na beira, sem cor
Cá estou, desabafando mais um relato, amigo
Querendo apenas me livrar deste calafrio
Querendo apenas desapegar desta sensação de estar sozinho
Descobri a falta que faz um amigo, apenas um
Para rir junto a mim, nos distrair, sem nada ruim.
-
Queria poder ser menos complicado, mais leve, agradável
As pessoas possuem dificuldade para se comunicarem harmoniosamente
Não sei apontar com exatidão o maior de meus defeitos
Acredite em mim, eu não queria ser deste jeito.
-
Muitas vezes me torno escravo das loucuras da minha mente
Passo a acreditar, cegamente, em imagens irreais, miragens
Desconfio da pétala que desbota antes da hora,
À uma pessoa que esteve ao meu lado até agora
Talvez seja uma doença, talvez psicológica
Ou eu apenas não consiga exterminar essa desconfiança cega,
Que me faz olhar de canto todos que me cercam.
Eu amei você, meu bem.
amei por completo sem escrúpulos.
do jeitinho que você é.
sem tirar nem pôr.
amei teus defeitos e tuas esquisitices.
porque até as tuas imperfeições
me deixam estupidamente fascinado...
não tem volta, eu sei.
o que a gente viveu não vai acontecer outra vez.
sim, o que a gente viveu não vai acontecer nunca mais.
mas, e se eu tivesse direito a um último pedido?
eu não desejaria teu corpo.
eu não desejaria teu beijo, nem mesmo teu abraço.
eu pediria que você me olhasse outra vez
da maneira como costumava me olhar.
ao menos um minuto daquele olhar ingênuo e sacana,
de amigo e de amante.
aquele olhar que enxergava o mundo inteiro
em algo insignificante como eu.
eu pediria um último minuto dos teus olhos dourados
brilhando para mim.
sim, seria este o meu pedido:
me sentir amado uma última vez pela pessoa que mais amei na vida.
Na magia da juvenilidade
O meu eu perdia-se em teus encantos;
Via teu rosto em cada canto, era a busca incansável de te ver.
buscava-te a todo instante, se era delírio;
não sei! Era bom demais te ver!
No fascínio daquele instante, as mãos tremulam delatavam a emoção, tornando impossível de conter, a voz faltava, era sufocante, era a magia de te ver.
Oportunidade eu nunca tive
Mas disso nunca duvide
Na minha adolescência
O meu maior sonho era você.
Porquê alguém não gosta de mim?
Questiono, sobre quais os motivos e se eu realmente tenho alguma “parcela de culpa” por despertar esse sentimento em alguém?
Eu mudei? Não! Na verdade eu continuo sendo o mesmo de antes.
Não irei tentar mudar para agradar quem quer que seja, e sabe por que?
Porque está tudo bem alguém não gostar de mim, e isso não muda nada em minha vida.
- O dia que revela o viver
Se eu pudesse escolher ser um dia da semana, eu seria segunda-feira, porque saberia que quem gosta de mim, dança com o sucesso na vida!
Você vai se lembrar de tudo. Vai se lembrar que eu não sou quem você achava conhecer. Vai se lembrar que eu dito as regras agora e sabe por quê?
Eu investi muito tempo e muito dinheiro para que vocês saibam quem eu sou e o que eu posso fazer com vocês.
«Amor» Eu falo, paras pessoas que amo fácil, mais não me deixo enganar pela emoção do meu coração. É difícil as vezes ver o óbvio, quando a gente ama.
E mesmo com todos a minha volta
Eu me sinto sozinha
Me sinto solitária
Sem ninguém.
Toda vez q lembro disso meu peito aperta e meu coração dói
E automaticamente meus olhos enchem de lágrima.
Nesse momento me encontro assim
E essa sensação
É horrível
DOR INFINDA
Já no sumido aquele afeto profundo
Só eu, ó pieguice, só eu me lembro
Das noites e dias secos de setembro
Maçadas, e o meu amor moribundo
Desde esse dia, eu ermo no mundo
Atado a solidão e sem deslembro
De ti, e do falto um azedo membro
Não houve fôlego por um segundo
Quando, ainda cria... - hoje perdido
E lastimando no leito a desventura
Tenho a sensação de já ter morrido
Ah! saudade, que a vasca mistura
No peito, e ao aperto tão sofrido...
Dor infinda... e cheia de amargura!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Setembro, 06/2020, 05’46” – Triângulo Mineiro
Era noite de domingo, e normalmente, como todas as noites do fim de uma semana, eu costumava ligar. Mas em certo momento parei. Parei de fazer o que quase sempre fazia, e de ser quem era. Sabia que para ser novo, tinha que me renovar, e pra isso, mudar as aberrações que haviam entre nós. Era aberrante ser teu, e ainda sim ser só. Era anômalo só o respirar da minha própria insignificância. E eu sabia a todo momento que havia trilhado o caminho que sempre me recusei, e desviei. O sentimento era uma fobia do escuro, e de estar sempre sozinho nele. Das muitas formas de tornar-se um escravo, escolhi a mais brutal, aquela que maltrata a mente como uma corrente de elos invisíveis. Mas a ira de um bom homem pode ter um uso melhor, e resolvi escrever a próprio punho minha carta de alforria. Agora você é alguém no mundo. Nada de especial, ou diferente. Era só mais um rosto entre os milhares que vi e ainda veria, até o derradeiro fim, quando justamente me torna-se pó dessa terra como todos os outros que viriam.
Poeta sincero
Já li que poeta não escreve para agradar
Eu também não o faço, hei de confessar
Escrevo sobre aquilo que sinto
Prefiro dizer minhas verdades, não minto
Mas para dizer o que penso não preciso de ofensas
Dou a opinião e os motivos, quem quiser se convença
Respeito o direito alheio de pensar diferente
Mas que fale com respeito
Que trate gente como gente
E aprendi não me importar se alguém quiser me ofender
A ofensa fica com ele, não vou receber.
Desde que você partiu
Naquele dia de outubro,
Exatamente em outubro
Naquele dia eu escrevi
Traduzindo cada um,
Um a um os sentimentos
Hoje se passaram sete meses
Aproximadamente 210 dias
As horas pouco importam
Mas tenho o mesmo número de cartas
todas endereçadas à você,
escrevi elas, desde então
Mas tem um detalhe
eu nunca as enviei
guardei-as com dor e saudade
Meu coração ainda está quebrado,
como antes, em outros momentos
Estou me sentindo vulnerável,
Ah, como dói meu coração
Ontem a noite, mais uma vez
Eu chorei querendo você
Desejando tua mansidão
Não tenho vergonha em dizer
Em escrever ao universo
Esses sentimentos
Tenho a certeza que te amei
Com o ardente fogo da paixão
(DiCello, 28/05/2019)
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