Materialismo
O erro não está no sistema de governo de um país, muito menos no líder, mas no povo e seu comportamento materialista, sua omissão ao não exigir seus direitos e necessidades e que transforma o país num inferno.
A lógica desumana do capital não precisa de conspiradores, porque opera pelas regras impessoais, mudas e desumanas do mercado que obriga os capitalistas e burocratas de todos os Estados a sempre servirem à acumulação do capital mesmo contra a sua vontade ou opinião pessoais se não quiserem ver-se substituídos por outros capitalistas e burocratas mais eficientes que os derrubem jogando-os no inferno de se tornarem proletários. O cálculo frio do custo-benefício que guia a decisão de todos os capitalistas e Estados do mundo não decorre da opinião, consciência, vontade, nem muito menos da "bondade" ou "maldade" pessoal desta ou daquela pessoa da classe dominante, mas é exatamente o contrário: sua opinião, consciência, vontade ou perversidade pessoais é que decorre das forças mudas da mão invisível do mercado, da propriedade privada, da acumulação do capital que, se não seguirem, os joga no proletariado.
Dinheiro é informação.
Carro é meio de transporte.
Cargo é área de atuação.
Sentimentos são complexos.
Como quer o indivíduo pós-moderno, reducionista e materialista, encontrar respostas para a vida, se ele ainda não encontrou a si mesmo?
O cérebro não produz o pensamento, o cérebro pensa. O músculo não produz contração, ele se contrai.
O homem sem Deus é como um carro desgovernado. A qualquer momento irá colidir e o fim poderá ser trágico.
Sem claudicar em uma vírgula digo com inexpugnabilidade que a fé em contrapartida com o amor são dois contrassenso ao materialismo.
Pensamento baseado no filme de Bezerra de Menezes o Médico dos Pobres,
Fica tácito que não vivemos na plenitude dos sentimentos quando nos apegamos deveras mente as coisas materiais.
Crucificamos a verdade sempre, pois preferimos o ponto de vista que é mais conveniente às nossas ações, e também o conforto de uma consciência sem culpa. Mas antes torturamos a verdade com invenções idealistas, doutrinas materialistas e todo tipo de orgulho em se parecer inteligente e descontruído, um orgulho arrogante que não olha para o passado, e considera a verdade uma injustiça no melhor estilo modernete.
Alex Rich
Na busca de uma felicidade volátil, não haverá uma satisfação contínua e plena. Sempre faltará algo !
Riqueza divina vs. riqueza terrena
O homem pode ter muita fama e riqueza, viver na opulência, mas se não tiver entendimento e não refletir sobre as coisas da vida, é semelhante ao gado que se abate, aos animais que perecem; morre como um animal qualquer. (Sl 49:20)
A mensagem do salmista nesse versículo é especificamente para os que buscam somente os bens materiais deste mundo e não procuram desenvolver um relacionamento com Deus do qual advém sabedoria. Sentem-se plenamente saciados com suas conquistas terrenas.
É mister meditar sobre a vida através da sabedoria de como conduzir as efemeridades do mundo para não se deixar levar por elas em detrimento do que realmente importa na vida.
Deus é o doador dessa sabedoria; logo, sem um relacionamento profundo com Deus cujos valores são eternos e jamais efêmeros, torna-se inviável receber esse dom divino.
Não sejamos, pois, como o gado que se abate. Sejamos racionais para adquirirmos sabedoria.
A USP "Criada em 1934, como resposta de
um setor da elite paulistana às derrotas políticas de que padecia desde o rearranjo
oligárquico encetado pela Revolução de 1930, a instituição tomou feições imprevistas
face ao recrutamento híbrido de membros de elite em descenso e camadas ascendentes.
Seu rumo foi marcado pelo descompasso do empreendimento face às demandas sociais
da cidade, o que deslocou o objetivo inicial do projeto que visava formar as elites
dirigentes, recuperando o papel de São Paulo nas diretivas, senão do Estado, da vida
moderna nacional em âmbito cultural" - Lidiane Soares Rodrigues - Tese. Comparemos isto com o livro de Nelson Werneck Sodré, História e materialismo histórico no Brasil
A violência, que jamais foi até hoje, na história, deflagrada pelos oprimidos. Como poderiam os oprimidos dar início à violência, se eles são o resultado de uma violência? Como poderiam ser os promotores de algo que, ao instaurar-se objetivamente, os constitui?
Enquanto a violência dos opressores faz dos oprimidos homens proibidos de ser, a resposta destes à violência daqueles se encontra infundida do anseio de busca do direito de ser.
A mente é apenas um fenômeno da natureza. Pois se a assim não fosse a mente não teria a mesma limitação do corpo, estando ambos limitados no espaço-tempo!
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