Matei Voce dentro de Mim
" Queria "
As vezes só queria ouvir sua voz
dizendo que vai cuidar de mim.
Queria poder te abraçar,
te beijar.
Queria poder passar o dia todo ao seu lado.
Queria poder dizer o quanto eu te amo,
o quanto sinto sua falta.
Mas infelizmente estamos separados,
o motivo eu não sei.
Mas de uma coisa você pode ter certeza,
de você eu nunca desistirei.
C ada vez que
A natureza se identifica em mim
T ento não demostrar o cinza da minha
A lma que me dilacera e me
R eprime a cada palavra
I mpensada, a cada silêncio de abismo
N a sulitude dos meus instantes
A quiéto-me no meu silêncio
………………………………………………………
……………………………………………………….
M as nos contornos do destino
A minha alma naufrago num
R io de emoçoes de àguas
T urbulentas onde as làgrimas
I nvadem o céu do meu olhar
N um murmúrio de desalento de um
S onho por germinar
autor: Nanda Hansen
Deus graças a Deus. O Senhor criou me a sua semelhança e agora ele faz de mim ter milagres, cura, libertaçao.... Aleiluia
Tenhas loucuras, mas não seja louca de mim... Seja forte, mas não arrogante...
Ame, mas não desonre ninguém... Seja justa consigo mesma para melhor viver com a vitória...
perguntei a Deus
o que será de mim
ele me respondeu assim
tu serás eternamente feliz
pois a tua história
foi Eu que escrevi
terás o sol
para iluminar o teu dia
e as estrelas
para iluminar as tuas noites
pois Eu quero assim o teu sorriso sempre voltado para Mim
que Sou o seu Senhor e Criador Jesus
Eu ando perdido um tanto distraído, mas nunca desisto de mim... Busco a minha compreensão ou o seu entendimento para nos encontrarmos pelo caminho correto;
Erro ou acerto e adquiro experiências... Continuando a viver eu aprendo a dar valor a mim mesmo e em meios redemoinhos me acho com os seus sinais de saber quem sou realmente...
Estante
O poema “A Arte de Perder” de Elisabeth Bishop nunca fez sentido para mim, desde o primeiro dia em que o li. Sempre questionei. Talvez por puro egocentrismo ou falta de maturidade, eu não sei. Passei os últimos anos da minha vida acreditando que eu podia ter tudo, que nada podia fugir de mim, que o que eu tenho eu não deveria perder.
Busquei insistentemente não perder nada. Nenhum instante, nenhum minuto sequer, nenhuma chave de todas as portas que eu abri, nenhuma parte de todos os estilhaços que caíram ao meu lado. Se eu perdia, corria pra achar. Se quebrava, corria pra remontar. Quantas noites juntei cacos, pedacinho por pedacinho, colando, remendando. Olhava a estante de longe e pensava: pronto, já dá pra colocar no lugar de novo. Ninguém vai reparar que quebrou. E voltava pra minha vida.
A verdade é que chega uma hora que você olha para a estante com mais cuidado. Com outros olhos. E isso acontece tão raramente. As vezes dura segundos. Você olha, talvez com a intenção dócil de tirar o pó. Pra ver se ainda está ali aquele porta retrato que caiu e você arrumou, dar uma folheada naquele livro que uma vez você emprestou, ouvir o DVD daquela cantora que você amava, o molho de chaves daquela casa antiga que agora está alugada e todos os vasos que já caíram e você colou.
Uma vez – e não faz muito tempo – lembro que joguei tudo no chão. Tudo. Minha estante inteira no chão. Tudo quebrado. O que não quebrou, rasguei, cortei, amassei. E me senti péssima depois. Um dia, voltei na sala. Refiz a estante, arrumei o que tinha quebrado, costurei, colei, remendei. Coloquei tudo no lugar. E o tempo passou.
Mas olhando agora, para minha estante, comecei a ver que não preciso guardar nada disso. Que tem coisas que não servem mais. Que não fazem parte de que sou hoje. Os vasos não ficaram tão bonitos como eram antes. Sim, foram charmosos um dia, mas olhando pra eles agora, posso ver cada remendo. Ao me lembrar dos cortes que fiz para juntá-los, penso até que valeu a pena. Mas hoje, hoje são somente vasos remendados. O retrato não precisa ficar a mostra por que já amarelou com o tempo. O que foi bom, simplesmente foi. Não é mais. Como a canção que hoje já não faz sentido. Como a árvore no fundo daquela foto que hoje não existe mais.
Se eu entendi o poema? Não. Ou ainda não como deveria. Há uma caixa cheia de coisas novas na sala. Mas o medo do novo é destruidor, não é? O novo, por mais que seja cheio é vazio se pararmos pra pensar. O novo não tem passado. Não tem história. O novo acovarda até os mais corajosos. Somos, bem lá no fundo, guerreiros que relutam para aceitar uma nova espada. A gente sabe que a caixa está cheia de novidades, mas não tem força suficiente para ir até elas.
Mas hoje, exatamente hoje, dia dez de outubro de 2013, olhei para as caixas repletas de coisas novas na sala. E mesmo assustada, mesmo com minhas mãos se desviando, meu corpo contestando e meu coração aflito, comecei a abri-las. Sim. Passa pela minha cabeça começar a montar outra estante e deixar essa que já existe como está. Mas não posso, não é? Preciso aprender a perder. Entender “a arte de perder” talvez ou finalmente.
Então, sentadas, eu e Elisabeth Bishop, nessa minha sala, tomando um bom vinho, rimos juntas olhando para minha estante. Cheia de histórias, de lembranças, de vasos inteiros, outros remendados, de fotos amareladas, de cartas que nunca foram enviadas, de belas canções, de sapatos com solas bem gastas, de chaves de casas por onde não entro mais, de relógios com marcador parado.
Me pergunto, em silêncio: por que eu acho que não entendi o poema ainda? Por que eu acho que não faz sentido desfazer de tudo isso? Mas afinal, é meu? Ou tudo é passageiro o suficiente para não precisar de estante?
Caminhe ao meu lado, mas não se apoie em mim... Dê o melhor de si, no qual não lamente a sua cegueira pressuposta a ti mesma...
Não viva a fera que há em meu interior, pois se não me conhece não confie seus caminhos...
Enxergue somente aos teus objetivos e esqueça os meus... Não se baseie nas minhas propostas e me entenda com sorte;
Não se esqueça de mim
Quando me deparei
Suave, fresca, brisa
palavras embaralhadas
Um olhar avisa
Outra aposta perdida
Sem tristeza, espanto ou surpresa
Pois vence o melhor
Rápido os cacos se espalham
Um ponto sem nó
Somos jovens, ainda brilha o sol
Quando pensaria que você estaria perto?
Sob o calor e a noite fria do deserto?
Não me esqueço de uma história sem fim
Sem começo, Que persiste na memória
E agora, sou escória
E então, vai embora
Queria que ao menos nesta hora
Você... Se...lembrasse de mim
Quis um dia no fundo um fim prá isso tudo?
Isso não muda prá você
Aguçadas setas atacam
Fez por merecer
Dói de novo,
prá nunca mais se atrever
Refrão
Preste
Atenção
Utopia
Lágrimas
Acordado
Hora Passa Madrugada
Chibatadas Têm Hora Marcada
Não falei pra você....
Agora deixe o sangue escorrer!!!!!
Fez por merecer
Não vai se arrepender
Deixa o desgraçado apodrecer!!!!!!!!
Deixa ele gritar até morrer!!!!!
Agora deixe o sangue escorrer!!!!!
Há uma porção de referências pessoais à “musa inspiradora”. A propósito, o nome dela está perdido por aí... Preste atenção!
AA
Só um dia mais
Um de cada vez, uma vez prometi
A mim mesmo que um por vez, ia viver
sem olhar pra trás e nem pra frente
Um dia de cada vez
Prometi que hoje ia viver só o hoje
Só um por vez
Sem pressa e no tempo certo
Os problemas iam posar na fila pra resolver
Sem colchão e nem cobertor
E porque? Porque o sorriso do amanhã
Me olhando, obsceno, acenando
Me assustava e torturava.
Optei por uma dieta mental
Esse apetite pelo amanhã vai ficar
Nas rédeas curtas
Me chamaram de louco, devo mesmo ser, pois criei um grupo novo
Confesso: agora participo do AA
Os Ansiosos Anônimos
Pois quando não está em mim, sem estar me rasgando de saudades ou sem tirar o meu sono ou sem estar destruindo meus planos ou não me tornando sua, é a mesma coisa que me deixar desaparecer.
MEU ANJO
É tão difícil vê-lo a chorar
Um ser tão pequenino
Que de mim necessita tanto
A cada chorinho teu de dor
Dói em mim como se eu estivesse sentindo sua dor
E nos seus sorrisos
Encontro minha paz
Faço deles minha força
O motivo da minha alegria
Dormindo este serzinho parece um anjo
Um ser angelical
E na verdade é sim um anjo,
O meu anjo.
As ações em prol do bem comum nem sempre são reciprocas... Dai cabe a mim mesma dormir com a consciência tranquila por saber que a minha parte eu fiz e que o mal é combatido por si só.
A maioria das pessoas vê em mim alguém que eu não sou. Passei a primeira parte da minha decepcionando-os ou pior correspondendo às expectativas deles.
Agora eu posso ser...
Agora eu posso ser o meu verdadeiro eu.
Moça, vem cá... vamos conversar...
Olha pra mim!
Vamos trocar gestos sutis...
Vamos trocar toques, carícias...
Vamos ser tímidas, vamos nos deleitar em vossos braços...
Vamos praticar o infantil, o imaturo...
Vamos desprezar o importuno, o inconveniente...
Vamos viajar, viver, tá junto,
como se só tivesse eu e você
nesse mundo...
Vamos mesclar poesias, prosas...
Vamos nos mesclar...
Sua alma será minha, minh'alma será sua,
Vamos! Não vale recusar...
Estou aqui pra você, toda, todinha sua para sarar
todas as suas feridas, todas as suas desilusões...
Vem!
Tô indo..
Tudo que vai, precisa ir de vez. Tudo que fica, precisa ir também. Tudo de ti e tudo de mim, nada mais de nós. De mim, você teve tudo. Em mim, de ti restou nada. O problema, meu bem, é que ser nada também é ser alguma coisa.
Tudo que fica, deixa vontade. Tudo que vai, deixa saudade. Mas as minhas vontades desistiram de você e a minha saudade quase não te sente mais.
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