Máscara

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O arrependimento verdadeiro não mascara o erro; ele confronta, confessa e transforma.
Davi pecou gravemente, mas quando se arrependeu de coração, escreveu:
"Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto" (Salmo 51:10).

A máscara cai, a fé permanece — se não houver fé verdadeira, só sobra aparência.

⁠As pessoas muito ruins não ficam muito tempo no teatro, logo mostram a sua natureza, a máscara cai, a ilusão desmonta.

Acreditar que as pessoas mudam depois do cair da primeira máscara pode ser mera ilusão, pois paraalgumas, essa experiência só as leva a criar uma máscara muito mais bem elaborada.

A máscara pode até proteger o ego por um tempo,
mas só a transparência gera paz, liberdade e firmeza espiritual.
miriamleal

A máscara protege o ego.
Ela esconde falhas, sustenta aparência e evita confronto interior.
Quem vive de máscara tem medo de ser visto como é
porque depende da aprovação dos homens.
miriamleal

“Hoje em dia, o homem não precisa de máscara pra ter medo de falar — só de uma frase mal interpretada.”

"No próximo Carnaval vou por minha máscara de fantasia costumeira: aquela que uso somente por três dias. Espero que ela tire a dela: a que ela usa o ano inteiro, mesmo (e principalmente) fora do Carnaval!"
TextoMeu 1379

A sua máscara de sanidade pode ser facilmente destruída⁠ quando colocada contra a percepção, só não confunda isso com ignorância.

“Sê quem tu és sendo: não interpretes um personagem para ser aceito, pois toda máscara criada para agradar o mundo se torna uma prisão para a alma.”

“O homem moderno não deixou de usar máscaras; apenas passou a chamar máscara de personalidade. Mudou a aparência, mas não mudou a essência. Aprendeu a editar imagens, mas continua sem editar a própria alma. Antes de convencer o mundo sobre quem é, precisará descobrir quem realmente é.”

Hoje a ficha caiu,
e com ela caiu a máscara.
Senti vergonha,
vergonha de ter me declarado,
vergonha de ter mostrado tanto,
pra quem queria tão pouco.
Mas aí eu pensei...
Vergonha de amar?
Nunca.
Do amor que sinto por você
eu não me envergonho jamais.
Se for pra me arrepender de algo,
que não seja de ter amado demais.
Porque te amar em silêncio,
te amar sem plateia,
sem retorno,
sem promessa...
foi a coisa mais verdadeira,
mais bonita,
e melhor que eu já tive em vida.

(*Saul Beleza*)

"Não há cansaço maior do que sustentar uma máscara diante do mundo."

"Para as mulheres omissas diante da própria honra: religião sem caráter é apenas máscara. Não adianta ir à igreja e apoiar quem objetifica mulheres e normaliza falas sobre abusos. Se a sua fé aceita o 'pintou um clima' e o desprezo ao feminino, o problema não é a política, é a sua falta de valores reais. Jesus nunca pregou ódio contra os vulneráveis. O fanatismo é o refúgio de quem substituiu o discernimento por uma paixão doentia por político. Você está perdidamente apaixonada por quem não presta. Seu amor é bandido!"

Marionetes de Sangue


Máscaras em cada rosto para mascarar fraquezas e sofrimentos.
Máscaras e fantasias de robôs.
Destroem os humanos
Cospem na humanidade
E premiam as máquinas de carne.


Comportamentos insensíveis premiados.
Escapismo hedonista,
Assasinos cruéis.
A Descoberta das Cordas
Mas mesmo assim complacentes.
Suas ações nunca foram totalmente livres!
Medo em cada olhar.
Marionetes!


Sensação de desorientação ao notar que fomos doutrinados.
Criadores das amarras sociais.
Desobedecer.
É assustador e doloroso.
Fomos enganados.


Polarização do tribunal.
Falta de nuance nas interações humanas.
Eu tenho nojo da sua visão de mundo binária e simplista!
A hostilidade cresce quando as pessoas se recusam a ouvir umas às outras.
É assustador e doloroso.
Corte a corda!


- Ramile Godon

Canto XI: O Eco do Cosmos e a Máscara do Tempo
​Por Emanuel Bruno Andrade
Inspirado no Tomo II d’Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões, no Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas (10 de Junho de 2026)
​Rasga-se o céu do velho mundo não por raios de Júpiter ou tempestades de Baco, mas pelo ferro ardente que os homens inventaram. Em continentes distantes, os mísseis cruzam o firmamento como estrelas cadentes da morte, deixando atrás de si um rastro de sangue derramado, infraestruturas reduzidas a pó e corações permanentemente sobressaltados, destroçados pela perda cruel dos tempos e das vidas. O eco dessas explosões viaja pelo mar que Camões outrora cantou, batendo nas praias de uma pátria que assiste, impotente, ao luto do mundo.
​Em Portugal, terra de brandos costumes e fados antigos, não reina a infâmia das bombas, mas sim uma guerra silenciosa e invisível: a consequência da inflação que corrói os lares, gerando uma fraqueza que se estende do bolso à alma, e uma preocupação constante que nubla o olhar do povo. Os tempos mudaram, e mudaram muito. As almas dos homens pedem agora um socorro urgente, um grito mudo que ecoa nas cidades e nos campos, enquanto noutros cantos do peito reina apenas a saudade daquela paz interior que parece ter partido sem aviso.
​"Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades", dissera o velho mestre. Mas hoje, o clamor é por abrigo na tempestade da existência.
​À margem do caos, os pensantes — poetas, filósofos e loucos — falam alto. Erguem as vozes nas praças e nas redes da grande teia global, denunciando sem medo as feridas abertas dos amantes, os laços rompidos pela distância e a frieza de uma era hiperconectada, mas profundamente isolada. No Olimpo moderno, as Deusas já não descem à terra para guiar os navegadores. Guardam-se num código sigiloso, trancadas a sete chaves nos seus segredos mais íntimos, com medo da entrega total. Contudo, o sopro do céu não as esquece: eleva-as, coloca-as num plano sagrado, divino e intensamente desejado, onde a arte e a beleza permanecem puras, intocadas pela barbárie humana.
​Na ágora da civilização, fervem as discórdias pelo tempo fora. São as razões discretas e solenes das políticas do método, encenadas numa democracia que se veste de gala, mas que surge mascarada pelo capitalismo feroz — aquela promessa idealizada onde cada cidadão deveria poder constituir a sua riqueza livremente, sem nunca prejudicar terceiros, mas que tantas vezes se perde na ganância. Cada político ergue-se como um artilheiro de contradições, disparando promessas falsas de um palanque de ilusões. Sob as suas ordens temerosas, correm logo os soldados da engrenagem social, marchando cegamente rumo ao desconhecido.
​E enquanto a Terra sangra e se debate nas suas próprias amarras, o homem olha para cima. Numa audácia que faria empalidecer os marinheiros da Carreira da Índia, sobe o foguetão rumo à Lua! Os novos navegantes cruzam o éter, procuram conhecer Marte, decifrar os segredos de um cosmos infinito. É a eterna e desesperada procura da origem, a busca pelo primeiro sopro de vida no vazio estelar. Navegamos pelos oceanos de estrelas, estendendo as telas da inteligência e da tecnologia, com um único e supremo múnus: expandir a consciência humana e desvendar o infinito, sem nunca deixar que o próprio universo nos engula na sua imensidão escura.
​Lisboa, 10 de Junho de 2026
Na fusão do traço, da palavra e do infinito.

Se a sua ficha e a sua máscara caírem, conte da próxima vez com a sensatez, o caráter, a imagem e a humildade do seu coração.

Por trás de qual máscara a morte esconde sua face?


Muitas vezes, a morte ingressa em nossa vida de maneira sorrateira, abrupta, súbita.


É despejo sem aviso.


Golpe sem chance de defesa.


Decreto de efeito imediato.

Em um mundo tão deformado,
onde o caos veste a máscara de razão
e a incoerência governa as veias do tempo,
ousar erguer um pensamento claro,
reto e lúcido...
é incendiar muralhas com a chama da palavra,
é rebelar-se contra a tirania do absurdo,
é gritar a verdade no ventre da escuridão.


Em um mundo
tão incoerente e ilógico,
expressar um simples pensamento
com coerência e lógica
é já um ato revolucionário.


✍©️@MiriamDaCosta

Não sou de outro planeta.
Sou apenas de um mundo onde a verdade não se mascara,
e onde as perguntas valem mais do que as respostas prontas.