Marta Medeiros Elegancia do Comportamento
Abraços de Natal
As famílias se abraçam
Como é gostoso receber
Arruma-se com elegância
Abençoado o que irá acontecer.
Alegria não pode faltar
O amor despertava
Abracavam-se felizes
A festa continuava.
Ceia impecável
A comida um primor
A hora de agradecer Nosso Senhor.
Acreditar no espírito natalino
Família é prioridade
Onde vive a felicidade.
Irá Rodrigues.
Feliz Dia da Mulher para aquelas que aguentam muito todos os dias, mas sempre com elegância e às vezes até de salto alto.
FOTOGRAFIA MINIMALISTA DE NATAL
É aquele abraço visual, é a simplicidade entrelaçada na elegância.
E é dessa forma que registro a essência do amor festivo.
São poucos elementos, mas que trazem um sentimento de conforto
e uma profunda conexão dessa celebração.
" ACABOU "
Foi lá nos tempos postos na elegância
que fez-se forte a mágica do amor
e colocou o mundo ao seu dispor
ao exalar sutil a sua fragrância!
Mudou tudo o que havia a se compor
em nova e inexorável substância
e o cosmo lhe acolheu sem relutância
qual se o feitiço desse-lhe vigor.
Tudo era romantismo, efervescência,
paixão voraz coberta de inocência
num sonho de perfeita sociedade…
A mágica acabou! Perdeu o efeito
e tudo se esvaiu qual se desfeito
o amor um dia exposto à sua vontade!
Depois dos 30 anos a mulher só deveria sensualizar pela inteligência, elegância e boa educação. Mesmo sendo saudável, linda e com tudo no lugar.
Elegância
A elegância não grita, não força, não pede lugar,
Chega suave, sem se anunciar.
Enquanto o brilho vulgar se desfaz,
Ela permanece, discreta e eficaz.
Atrai sem ruído, conquista em silêncio,
É gesto sincero, é olhar sem artifício.
O que é elegante não busca impressionar,
Apenas existe, e faz admirar.
A exuberância do vernáculo e sua elegância léxica são apenas detalhes periféricos; são elementos essenciais do Menestrel do Vale do Mucuri, cuja ternura e sabedoria transbordam como néctar aprazível, alimentando o coração com um amor avassalador que transcende as palavras.
A elegância consiste na gentileza e educação, agindo com retidão pela moral, confiante em si mesmo nas palavras e ações, não sendo melhor que os outros, assumindo responsabilidade como obrigação, analisando seu próprio passo para agir com discernimento, buscando fazer sempre o seu melhor dentro da harmonia que engloba todos envolvidos, sem perder o decoro ou cair na vulgaridade.
Elegância!
É a coisa mais difícil de ser ensinada.
Essa dificuldade é que a torna cada vez mais rara.
É um dom que se mistura a um simples obrigado, grudado a uma gentileza.
A elegância é um dom desobrigado.
É detectada em pessoas pouco críticas, e em pessoas que sabem escutar.
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz.
Elegante em demonstrar interesse por assuntos que desconhecia.
Elegante por eternizar seu estilo.
Elegante por retribuir carinho e solidariedade.
Esta será a memória que me deixará a senhora Lu Lu Pimenta.
Descanse em Paz!
O que falta na vida é elegância
Não a elegância de uma bela vestimenta
De coisas sofisticadas
De uma aparência alinhada
De um perfume que exala luxuosa fragrância
A elegância que falta
É a elegância de alma
É a gentileza da tolerância
A elegância da empatia
A genuína empatia
Aquela de olhar ao outro como parte de si
A elegância da delicadeza
Nos gestos
Nas palavras
No olhar
No cuidado
No agir
Na importância
A elegância de entender que nem tudo que quero, posso me permitir
Há sempre o limite do universo do outro
Universo esse que, assim como o seu, traz dores e alegrias, profundezas a incutir
Casa que um ser habita e faz parte da elegância
Pedir licença antes de entrar e se despedir ao sair.
A elegância de alma é uma relíquia
Uma beleza de enorme exuberância
Feliz do ser que a contrair
Mais feliz ainda de quem já a possui
E mais feliz dos quem convivem com gente assim.
Elegância não tem nada a ver com dinheiro ou roupas caras. Elegância é uma aura de delicadeza sob a qual algumas almas estão envoltas.
Nós precisamos
maisde elegância,
não para escolher
as roupas e acessórios,
mas para dar atenção, gentileza e respeito.
A roupa não faz o homem, o homem que faz a roupa com sua dignidade, discrição, elegância. Bom gosto não se compra; Deus concede, gratuitamente, esta inata virtude ao homem.
