Mal
A palavra mal
colocada traz angústia àquele que com amor ofereceu o seu melhor.
Gonçalvesdarocha
Sabedoria amiúde
Não fale mal de mim!
Olhe-se no espelho
Corrija primeiro suas falhas
Se permita uma autoanálise
Não pire! Sem noia, por favor
Pois meu uísque só tomo Cowboy
Porque o gelo, minha querida,
Esse eu deixo com você
A prevenção, aliviar pressões externas.
Medo encontramos na afirmação e negação
Benignidade e malignidade conflitantes
Infelizmente descompensado ficaremos
Viciado nas distrações e perdemos a vida.
Achamos normal ficar na mesma mesa
Ligados em nossos retângulos tecnólogicos.
Ênfase damos ao bom sinal do Wi-Fi
Não queremos abraços e sim seguidores.
Cuidar do corpo e mente é preciso
Invista agora em você vivendo o mundo
A vida no planeta está te esperando.
A oração é uma arma poderosíssima contra o mal, pois no momento em que ela se inicia, o demônio se contrai e desaparece,seus seguidores se desesperam, as energias mudam, se fortalecem positivamente, há gritos, xingamentos contrários e ataques vis, mas nada podem fazer, pois a oração nos protege com uma redoma brilhante e indestrutível, guardada e protegida por anjos guerreiros do criador... Por isso quando a oração de entrega é iniciada, tudo se modifica, pois ela nos aproxima cada vez mais de Deus nosso Senhor...
Não caia em narrativas inventadas e não seja um instrumento do mal nas mãos de pessoas ruins, observe as minúcias de cada fato e pense à frente das possibilidades de cada ato, pois a maldade está por aí e o senso de oportunismo também, deste modo, na ânsia de atenção, de curtidas e lacração, você compartilha da maldade alheia e inocentemente acaba caindo na mesma ilusão!
“Aceitar o mal como parte do plano de Deus é compreender que até as tempestades trazem crescimento.”
Viver bem é a arte de escolha. Independente do mal. Pra se chegar ou fazer o bem é preciso estar no bem.
A ditadura é perigosa por que os ditadores também se deslumbram, e se acham acima do bem e do mal, fazendo da política um verdadeiro massacre.
"O Caminho do Lobo"
Nas entranhas da floresta, onde os raios dourados do sol mal ousam penetrar, desenrola-se uma jornada misteriosa e ancestral: o Caminho do Lobo. Uma trilha traçada não apenas por pegadas na terra, mas pelas histórias sussurradas pelo vento entre as árvores antigas.
O lobo, ser solitário e ao mesmo tempo intrinsecamente ligado à sua alcateia, encarna a dualidade da vida. É um símbolo de coragem, perseverança e intuição. Aqueles que se aventuram a trilhar o Caminho do Lobo buscam não apenas compreender a natureza selvagem ao seu redor, mas também mergulhar nas profundezas de sua própria essência.
Caminhar por entre as sombras da floresta é uma metáfora da jornada interior, na qual os obstáculos representam medos a serem superados e os momentos de tranquilidade lembram que é preciso encontrar paz na solitude. Cada passo é uma escolha, e cada escolha molda o destino do viajante, assim como as pegadas deixadas na terra contam a história da jornada.
No Caminho do Lobo, as estações se entrelaçam como capítulos de uma narrativa infinita. A primavera traz a renovação, o florescer das ideias e a conexão com os instintos mais puros. O verão é um tempo de fervor, quando os desafios se intensificam e a busca pela verdade interior se acirra sob o calor do sol. O outono chega com a reflexão, a queda das folhas representa o desapego do que não serve mais, preparando o terreno para o inverno da introspecção profunda, um período de quietude e autoconhecimento.
Assim, aqueles que se aventuram no Caminho do Lobo não apenas trilham uma rota física, mas abraçam uma jornada espiritual de autodescoberta e evolução. E, quando finalmente emergem das sombras da floresta, encontram não apenas o fim de uma trilha, mas o início de uma compreensão mais profunda do mundo ao redor e do lobo que reside dentro de cada um de nós.
Influência faz mal se não for de Cristo. Qualquer pessoa que não te ensina nada de bom te levará à perdição.
Se você ouvir alguém falando mal de mim, pode ter certeza que eu já ajudei essa pessoa, mais do que ela merecia!
Sempre tive um sentimento profundo de repulsa diante do mal que infecta o mundo, uma maldade muitas vezes natural e inerente ao tecido da natureza. O sentimento de que nenhum deus bondoso permitiria tal estado de coisas, enxergar um sentido oculto em tudo isso é relativizar o mal. É estupidez e obscenidade. Não há um deus bondoso, a natureza grita incessantemente essa verdade, meu sentimento pessoal, instintivo, visceral, sincero — não admite que haja um sentido oculto, e isso basta para desprezar qualquer fé religiosa —. É desumano exigir fé num ser humano dotado de sentimento. Ver um inocente implorar por ajuda, ver a vida de um inocente ser despedaçada, e depois alegar que, no fundo, um deus tem razões suficientes para permitir o mal? Um coração de pedra pode crer nisso, mas eu não posso. Deus não foi feito para mim; esse monstro frio e bárbaro não tem a menor semelhança com os sentimentos que trago dentro de mim. Crer? Só no dia em que eu renunciar a minha humanidade.
A vida se passa para mim por onde não deveria, é o mal do ano ou mau dos meus dias é a mente que pensa demais e uma vida que cobra demais, mas como digo a vida cobra cobras eu já rastejei por onde deveria andar já piquei quem deveria amar, mas como amo se onde olho vejo verossimilhanças e vendo perdo as esperanças em um mar de mundo é o véu imundo que cobre meus sonhos e se a vida mentir para mim é melhor dar por fim um dia que não teve enfim apenas e somente espinhos e ao pisar entram tão profundamente em minha pele que me repele, é dias atuais tempos banais vidas cabais e poderes reais que não vingam jamais em lugares mortais.
